Sopa de Ervilhas Secas

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Sopa de Ervilha

Como já é quase tradição, o friozinho de julho pede Tertúlias de Sopa!

Eu amo ervilha. AMO. A de lata mesmo. (Pausa para as carinhas de “eca!”). Até como ervilhas frescas, mas não acho tão bom quanto aquela ervilhinha de lata…. #mejulguem Nunca tinha provado ervilhas secas. Na verdade, acho que nem nunca tinha visto no supermercado, mas isso provavelmente é porque o Sky é que faz as compras, eu só faço a lista 😀

Quando vi essa receita da Rita Lobo, que além de ervilhas pedia bacon, não tive dúvidas! Se você é vegetariano/vegano, não precisa ficar triste: siga a dica do Chef John e substitua o bacon por shiitake! Se você é onívoro, não faça essa cara de espanto/revolta ao ver que eu sugeri essa substituição…. 😀

A parte divertida da receita foi o acompanhamento – em vez de croutons ou pãezinhos, pipoca! Fiz sem acreditar muito, mas não é que fica bem gostoso??

Para uma sopa relativamente pequena, você vai precisar de:

250 g de bacon em cubinhos – a receita pedia só 100, veja bem que absurdo. Como já disse, para veganizar a receita, use shiitake!
1 cebola média, picada
500 g de ervilhas secas, hidratadas por 4 horas
1 folha de louro
2 litros de caldo de carne ou caldo de legumes, de preferência o caseiro!
sal, pimenta-do-reino e páprica
PIPOCA!

Sopa de Ervilha

Existe uma regra muito básica na cozinha, que é ler a receita inteira antes de começar a cozinhar. Todo mundo sabe disso. Básico. CLARO que eu não fiz isso e me ferrei, porque a ervilha tinha que ser hidratada! Ia fazer a sopa para o almoço, ficou para o jantar. 😦

Lave as ervilhas secas, coloque-as em uma tigela e cubra com o triplo de água. Deixe descansar por mais ou menos 4 horas.

Quando elas estiverem hidratadas, escorra a água e reserve. Na panela em que você for fazer a sopa, coloque o bacon para dourar, deixando sair bastante gordura – se estiver usando shiitake, dê uma fritadinha com azeite! Quando estiver dourado, retire com uma escumadeira e reserve.

Na gordura do bacon/azeite, doure a cebola em fogo baixo. Quando a cebola estiver transparente, adicione as ervilhas e refogue um minutinho, só pra dar uma temperadinha. Acrescente o caldo, tempere com uma colherinha de sal, além de pimenta-do-reino e páprica. Tampe a panela e deixe ferver. Cozinhe em fogo baixo por uns 20-25 minutos, misturando de vez em quando, até que as ervilhas estejam macias.

Enquanto isso, estoure as pipocas. Tente não comer toda a pipoca antes da sopa ficar pronta. É mais difícil do que parece #fato

Transfira a sopa aos poucos para o liquidificador e bata bem. A Rita Lobo recomenda segurar a tampa do liquidificador com um pano de prato pra evitar que o vapor abra a tampa. Eu usei o mixer direto na panela mesmo, muito mais fácil! 😀

Coloque a sopa de volta na panela (se estiver usando o mixer, não precisa fazer nada, só sorrir). Acrescente o bacon/shiitake e leve ao fogo alto até voltar a ferver. Prove para ver se está bom de sal.

Na hora de servir, coloque a sopa no prato/tigela e só então coloque as pipocas!

Caldo de Carne

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Caldo de Carne

Logo no comecinho da página do Facebook (o Tertúlias nem era blog ainda!), postei como fazer caldo de legumes caseiro. Uma receita bem fácil, mas que faz toda a diferença na hora de fazer uma sopa, um risoto, etc… Muito melhor que o caldo em cubinhos!

Embora eu ainda faça o caldo de legumes, a verdade é que ultimamente tenho usado o caldo de carne caseiro para a maioria das minhas sopas. Quando comecei a preparar as fotos para as Tertúlias de Sopa, Sky me perguntou se eu já tinha vertido a receita do caldo para postar no Culinary Tertulias (a versão em inglês do blog) – e ficou chocado ao saber que eu não tinha nem postado! “Como assim, o caldo de carne faz toda a diferença nas suas sopas, etc”. Então eu resolvi finalmente fotografar!

Existem várias formas de fazer caldo de carne. Eu costumo seguir uma combinação da receita do Chef John com a da Pat Feldman. Não é difícil, mas é demorado: o caldo precisa cozinhar por pelo menos 12 horas! Em geral, eu deixo cozinhando por 24 horas. Depois, eu reduzo BASTANTE, para congelar em porções individuais.

Você vai precisar de:

Mais ou menos 2,5 kg de ossos – no açougue, eles vendem ossos para cachorro, com até que bastante carne. A Pat Feldman e o Chef John listaram de forma detalhada que ossos são melhores, mas eu simplesmente peço ossos no açougue e pronto.

Folhas de salsão

1 cebola grande, cortada em quatro

2 cenouras, descascadas e cortadas em pedaços grandes – como não tinha cenoura no dia das fotos, não usei 😀

Utensílios:

Assadeira
Duas panelas grandes, de fundo grosso, com tampa – as minhas têm capacidade para seis litros, mas se você tiver uma panela maior, pode aumentar a receita e fazer mais caldo!
Peneira
Potes para congelar o caldo – eu prefiro usar potes de vidro, porque eles não pegam gosto e são mais fáceis de limpar, mas é claro que você pode usar o tapaué de sempre!

Caldo de Carne

O caldo começa com um passo que geralmente marca o fim de uma receita 😀

Coloque todos os ossos em uma assadeira e asse-os em forno pré-aquecido por uns 60 minutos, girando-os de vez em quando para que dourem por igual. Cuidado para não queimar!

Quando os ossos estiverem dourados, transfira-os para uma panela grande de fundo grosso – se tiver qualquer restinho grudado na assadeira, jogue-o na panela também! Cubra-os com água FRIA, coloque o salsão, a cebola e a cenoura, tampe a panela e leve ao fogo alto até que a água comece a ferver. Eu prefiro colocar os vegetais por cima, para facilitar a retirada!

Quando a água começar a ferver, remova a camada de espuma com a escumadeira e reduza o fogo para a menor temperatura possível – eu costumo colocar na menor boca do fogão, na temperatura mínima. Como o caldo vai cozinhar a noite inteira, o ideal é que ele não ferva muito rapidamente, para não secar: você quer ver aquelas bolinhas beeem discretas, sabe?

Umas duas ou três horas depois que o caldo pegou fervura, eu costumo retirar os vegetais. O Chef John não faz isso, mas como eu uso as folhas do salsão (e não o talo, que uso para outras coisas!), eu acho melhor retirar.

Durante o cozimento, os ossos devem estar sempre cobertos com água. Se você estiver usando uma panela de fundo grosso, tampada e em fogo mínimo, você não deve ter problemas com isso – mas, se tiver, basta acrescentar mais água!

Quando os ossos estiverem limpos (sem nenhuma carne neles e, geralmente, com buraquinhos, de onde saiu o tutano!), o que costuma levar entre 12-15 horas de cozimento, você já pode retirá-los da panela. Se quiser deixar por mais tempo, não tem problema nenhum – e o sabor ficará mais intenso! Eu geralmente deixo por 24 horas.

Retire os ossos da panela – eu sempre deixo eles escorrendo na peneira, para aproveitar o máximo de caldo possível. Depois de remover os ossos, peneire o caldo, passando para uma segunda panela o caldo puro, sem nenhum resíduo.

Leve essa nova panela ao fogo alto, para reduzir o caldo – “reduzir” parece chique, né, mas é só deixar a água evaporar mesmo. Em geral, o processo rende uns 3,5 litros de caldo, que eu reduzo para 1,5 litros – quanto mais concentrado, menos espaço vai ocupar no freezer! 😀

Deixe o caldo esfriar na panela. Quando estiver frio, transfira para os potes. Eu costumo dividir em 5 potes com 300 mL cada, o que me dá a base para cinco sopas grandes, já que o caldo é bem concentrado!

Quando esfriar bem, você vai notar uma capa de gordura sobre a superfície do caldo. Eu costumo congelar com a gordura, que retiro apenas na hora de cozinhar – é bem mais fácil!

Você pode congelar o caldo por até seis meses. Para fazer sopas, eu simplesmente descongelo um pouco, removo a gordura e jogo na panela, completando com água. Para risotos, você precisa diluir o caldo antes, já que o ele deve estar quente. Um potinho de 300 mL rende cerca de 2 litros de caldo!

Pãezinhos de batata doce

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Pãezinhos de batata doce

Antes de decidir qual seria o último pãozinho da série, estava invocada. Sabe quando você olha várias receitas, mas nada diz “me faça”? Fiquei assim um tempinho… Até que resolvi procurar receitas de pães veganos. Encontrei esta receita, percebi que tinha uma batata doce na geladeira que não tinha ido parar na última sopa que fiz, então era óbvio!

Esses pãezinhos são os mais fáceis de sovar de toda a série. Eu quase sempre uso a batedeira planetária, mas dessa vez fiquei pensando “aff, devia ter feito na mão e evitado sujar a louça” 😀 Quando eles saíram do forno, provei um e adorei. De tarde, comi com queijo e fiquei imaginando como seria gostoso como pão de hambúrguer! Como sempre, congelei uma parte. Ontem descongelamos e fizemos mini-hamburguinhos com esses pães, ficaram sensacionais!

Você vai precisar de:

Para a esponja:
2 1/4 colheres (chá) de fermento biológico seco
1/2 xícara de água morna – lembre-se sempre de testar a temperatura: se você aguentar ficar com seu dedo na água por 10 segundos, tá bom!
1/2 xícara de farinha de trigo

Para a massa:
1 xícara de batata doce cozida e amassada – eu usei a batata doce laranja
2 colheres (sopa) de mel – a receita pedia xarope de bordo, mas, né, maple syrup é caro e difícil de achar – o que eu tenho é de uso exclusivo para panquecas (e esse biscoito aqui) 😀
1 1/2 colher (chá) de sal
4 1/2 colheres (sopa) de óleo
1 colher (chá) de fermento químico – é, eu também achei estranho quando li uma receita de pão com os dois fermentos, mas não é que deu certo?
2 1/2 xícara de farinha de trigo – se o dia estiver muito úmido, você talvez precise usar um pouco mais de farinha para dar o ponto. Eu não precisei!

Pãezinhos de batata doce

Comece fazendo o purêzinho de batata doce. Eu descasquei e cortei uma batata doce média em cubinhos e fervi em uma panelinha com um pouco de água até que ela ficasse macia. Daí foi só escorrer, amassar bem com o garfo e esperar esfriar.
Enquanto a batata doce cozinha, faça a esponja. Misture todos os ingredientes da esponja na tigela da batedeira planetária (ou na tigelona grande que você vai usar para sovar), cubra com um pano de prato e deixe descansar por uns 20 minutos, até que comece a borbulhar.

À esponja, junte todos os ingredientes da massa. Na batedeira com o batedor em formato de gancho (ou no muque), sove por uns 5-7 minutos, até formar uma massa que não grude nos dedos. Se estiver fazendo na batedeira, você vai notar que as laterais da tigela ficam quase limpinhas – mas não adianta, você ainda vai ter que lavar a louça! 🙂

Agora o método é o mesmo de todos os pãezinhos desta série: Coloque a massa na tigela e cubra com plástico-filme. Deixe crescer em um lugar quentinho por mais ou menos uma hora, ou até que dobre de tamanho.

Quando a massa tiver dobrado de volume, dê um soquinho para desinflar e transfira-a para uma bancada enfarinhada.
Eu dividi a massa em 24 pedaços, mas você também pode dividir em 8 e fazer pães de hambúrguer, acho que ficariam ótimos! Modele os pãezinhos em bolinhas e coloque-os sobre uma assadeira de 25 x 35 cm, untada ou coberta com silpat. Lembre-se que massa de pão não é brigadeiro – se você tentar enrolar como se fosse um brigadeiro, não vai ficar tão bonitinho. Esse vídeo (em inglês, mas não faz diferença) mostra a técnica que eu uso – parece demorado, mas com o tempo você pega a manha e faz rapidinho! 😀

Cubra os pães levemente com plástico-filme ou um pano de prato (não use aqueles felpudos!) e deixe crescer de novo, até que quase dobrem de volume.
Agora é só assar em forno pré-aquecido por cerca de 20-25 minutos (se tiver dividido a massa em 8 partes, aumente o tempo de forno!), ou até que dourem e você ouça um som de oco quando der batidinhas na superfície.
Deixe esfriar em uma gradinha e sirva! 😀

FREEZER: Como todos os pães desta série, estes congelam lindamente. Basta colocar os pãezinhos frios em um saquinho ziploc!

Pãezinhos de Mel

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Pãezinhos de Mel

Quando eu morava em Brasília, eu e meus amigos do trabalho de vez em quando chutávamos o balde e almoçávamos no Texas Roadhouse Grill, que tinha um pãozinho de couvert maravilhoso. Eu sempre ameaçava ir lá só para comer o pãozinho e tomar chopp, sem pedir almoço mesmo! Infelizmente, nunca fiz isso. Mas também nunca esqueci do pãozinho.

Continuando as Tertúlias de Pãozinho, resolvi fazer uma receita que tinha pinado despretensiosamente no Pinterest. Não parecia nada demais: um pãozinho bem fofinho, pronto. Fácil e simples. Quando saiu do forno, pincelei a manteiga de mel, peguei um pãozinho e dei outro pro Sky. Mordemos e falamos quase junto “é o pãozinho do Roadhouse!”. 😀

Você vai precisar de:

240 mL (1 xícara) de leite integral, morno
2 1/4 colheres (chá) de fermento biológico seco
1/2 colher (chá) de açúcar
80 g (1/4 xícara) de mel
1 ovo + 1 gema
60 g (1/4 xícara) de manteiga sem sal, derretida e fria
1/2 colher (chá) de sal
450 g (3 1/2 xícaras) de farinha para pães – Eu usei metade farinha para pães, metade farinha comum. Tive que adicionar ¼ de xícara de farinha para dar o ponto, porque o clima estava bem úmido. Comece com a quantidade indicada e, se necessário, acrescente mais.

Para a cobertura, que não é opcional:

60 g (1/4 xícara) manteiga sem sal, em temperatura ambiente
2 colheres (sopa) de mel

Pãezinhos de Mel

Na tigela da batedeira planetária (ou em uma tigela grande), coloque o leite, o fermento biológico e o açúcar. Misture e reserve. Passados cinco a dez minutinhos, a mistura deve espumar, como se fosse o colarinho de uma cerveja. Se não estiver assim, algo deu errado: ou o seu fermento está velho ou o leite estava muito quente. De qualquer maneira, descarte a mistura e comece de novo!

Adicione o mel, o ovo, a gema, a manteiga derretida, o sal e a farinha. Sove com o batedor em formato de gancho (ou com a mão mesmo) por mais ou menos cinco minutos, até que a massa não esteja MUITO grudenta e você consiga moldá-la em uma bola. Se for preciso, acrescente mais farinha, mas com cuidado: a massa é um pouquinho grudenta mesmo e não é legal colocar muita farinha, para que aos pãezinhos não fiquem duros! No fim, tive que colocar ¼ de xícara a mais, uma colherada por vez.

Coloque a massa na tigela e cubra com plástico-filme. Deixe crescer em um lugar quentinho, sem vento, até que dobre de tamanho. Aqui, o processo levou 1 hora.

Quando a massa tiver dobrado de volume, dê um soquinho para desinflar e transfira-a para uma bancada enfarinhada. Eu dividi a massa em 32 partes, mas você pode dividir em 12-16 para pãezinhos de tamanho normal. Modele os pãezinhos em bolinhas e coloque-os sobre uma assadeira de 25 x 35 cm, untada ou coberta com silpat. Lembre-se que massa de pão não é brigadeiro – se você tentar enrolar como se fosse um brigadeiro, não vai ficar tão bonitinho. Este vídeo (em inglês, mas não faz diferença) mostra a técnica que eu uso – parece demorado, mas com o tempo você pega a manha e faz rapidinho!

Cubra os pães levemente com plástico-filme ou um pano de prato (não use aqueles felpudos!) e deixe crescer de novo, até que dobrem de volume.

Enquanto isso, prepare a cobertura: misture a manteiga e o mel e reserve em temperatura ambiente, para que não endureça.

Asse-os em forno pré-aquecido por cerca de 20-25 minutos, ou até que dourem e você ouça um som de oco quando der batidinhas na superfície.

Assim que saírem do forno, pincele-os GENEROSAMENTE com a manteiga de mel (eu usei mais da metade da manteiga). Deixe esfriar por alguns minutinhos e sirva com o resto da manteiga.

FREEZER: Se você conseguir essa proeza, coloque os pãezinhos frios em um saquinho ziploc e congele por até 3 meses.

Pãezinhos de Alho

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Pãezinhos de Alho

Não sei se vocês já repararam, mas eu sou a louca do alho. Toda receita que pede alho eu já naturalmente dobro a quantidade recomendada, mas reclamo que tem pouco alho… Para esses pãezinhos, o Jaime Oliver falava em 1 cabeça de alho pra 500 g de manteiga, mas a gente só usa 125 g nessa receita – obviamente, não havia razão para diminuir o alho! 😀 #loka

Li essa receita e resolvi fazer, achando que ia ser gostosa, mas nada de muito diferente. Só que a receita tem um truquinho que eu nunca tinha feito: os pãezinhos são assados na assadeira untada com a manteiga de alho e enfarinhada com farinha de rosca. Essa “caminha” forma um fundinho crocante MARAVILHOSO!

Aqui em casa, esses pãezinhos serviram de acompanhamento para uma sopa, mas já estou imaginando com chili, pra servir junto com macarrão (e limpar o molho que sobrou no prato, sabe como?), etc, etc…

Você vai precisar de:

Para o pão:

800 g de farinha de trigo para pães – usei uma mistura de farinha de trigo normal e de pães
7 g de fermento biológico seco
1 colher (chá) de sal
500 mL de água morna
farinha de rosca, para polvilhar a assadeira

Para a manteiga:

Se você for uma pessoa normal, 5 dentes de alho bem picadinhos – eu usei quase 1 cabeça inteira
125 g de manteiga em temperatura ambiente
raspas de 1 limão
1 ramo de salsinha, picadinho
1 colher (chá) de pimenta caiena
Se a sua manteiga for sem sal, 1 colher (chá) de sal

 
Pãezinhos de Alho

Comece preparando a massa dos pãezinhos: em uma tigelona, misture a farinha de trigo, o sal e o fermento biológico. Acrescente a água aos poucos e sove (na mão ou na batedeira com o batedor em formato de gancho) por uns dez minutos, até que a massa fique macia e elástica. Forme uma bola, coloque na tigelona e cubra com um pano de prato. Deixe crescer por mais ou menos uma hora, ou até dobrar de tamanho.

Enquanto isso, prepare a manteiga de alho, que nada mais é do que todos os ingredientes da manteiga, bem misturadinhos! Reserve em temperatura ambiente, para que ela não endureça.

Unte uma assadeira de 25 x 35 cm com 1/3 da manteiga de alho. Polvilhe bastante farinha de rosca, cobrindo bem toda a superfície da assadeira. Reserve.

Quando a massa do pão dobrar de volume, divida-a em 35 partes iguais e faça bolinhas. Sim, essa é a hora de ser multitarefa, fazendo bolinhas e vendo aquele episódio novo… 😀 Lembre-se que massa de pão não é brigadeiro – se você tentar enrolar como se fosse um brigadeiro, não vai ficar tão bonitinho. Esse vídeo (em inglês, mas não faz diferença) mostra a técnica que eu uso – parece demorado, mas com o tempo você pega a manha e faz rapidinho!

Arrume os pãezinhos na assadeira, cubra com o pano de prato e deixe crescer novamente, por mais uma hora e meia, ou até que dobrem de volume.

Passado este tempo, preaqueça o forno e pincele o topo e as laterais de todos os pãezinhos com 1/3 da manteiga de alho. Como aqui estava frio, dei uma leve esquentadinha na manteiga, só para amolecer um pouco.

Asse por 25-30 minutos, ou até que eles estejam douradinhos. Assim que eles saírem do forno, pincele o resto da manteiga sobre os pãezinhos e, teoricamente, deixe esfriar um pouco antes de servir!

FREEZER: como a maioria dos pães, estes pãezinhos congelam bem – coloque-os já frios em um saquinho Ziploc e pronto

Pãezinhos de parmesão

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Pãozinho de Parmesão

Tá frio!!! (Pausa pros amiguinhos de Curitiba falarem que lá está mais frio) Com esse tempo, qualquer desculpa pra ligar o forno é válida. E tem coisa mais gostosa do que um pãozinho quentinho recém saído forno?

Para começarmos as Tertúlias de Pãezinhos, que aliás vão combinar super bem com qualquer sopa, resolvi finalmente fotografar um dos primeiros pães que testei!

É importante escolher um parmesão BOM – nada de parmesão de saquinho! O ideal é usar um ralador Microplane (um ótimo investimento pra quem gosta de cozinhar, especialmente pra quem gosta de raspinhas de cítricos nas coisas! #bemqueeuqueriaquefossejabá), mas se você não tiver pode usar o ralo mais fino daquele ralador quadrado que todo mundo tem em algum lugar da cozinha… 😀

Desta vez, modelei em 12 unidades, mas da próxima vou fazer em 24, para pãezinhos ainda mais delicadinhos. Ou talvez modele em 6 e faça de pão de hambúrguer…. #grandesdilemasdacozinhamoderna

Você vai precisar de:

2 colheres (chá) de fermento biológico seco
1 colher (chá) de mel ou açúcar – eu usei mel
160 mL (2/3 xícara) de leite integral morno
350 g (2 ½ xícaras) de farinha de trigo + 2 colheres (sopa) para polvilhar sobre a massa
50 g (1 ½ xícaras) de queijo parmesão ralado bem fininho + um tanto extra, para decorar – a receita original falava em 37 g, eu apelei e usei 50 mesmo. 😀
1 colher (chá) de sal
2 ovos grandes
70g (5 colheres [sopa]) de manteiga sem sal em temperatura ambiente
1 gema, para pincelar os pães

Pãozinho de Parmesão

Em uma tigela grande (eu usei a tigela da batedeira mesmo), misture o fermento, o mel, e 1/3 de xícara do leite morno. Reserve até formar uma espuma – se não espumar em uns 10 minutos, é sinal que seu fermento não está bom (ou que o leite estava muito quente). Jogue fora e comece de novo! :S

Quando espumar, acrescente a farinha, o queijo, o sal e o resto do leite. Bata com o batedor em formato de gancho (ou com o batedor de massas pesadas da batedeira manual ou, óbvio, na mão mesmo). Junte os ovos, um a um, batendo bem. Se estiver usando a batedeira, raspe as laterais da tigela de vez em quanto. Continue batendo bem até que você tenha uma massa macia – isso vai levar uns 3 minutos na batedeira. Não se assuste, porque a massa é grudenta mesmo. Resista bravamente à tentação de colocar mais farinha, vai por mim. Junte a manteiga, uma colherada por vez, batendo bem, e bata/sove até que a massa fique elástica – isso vai levar mais uns 3 minutos. De novo: não se desespere, é grudenta mesmo, mas vai dar certo!

Você não vai conseguir fazer uma bola, mas dá pra raspar as laterais da tigela pra deixar a massa bem no centro. Polvilhe com as 2 colheres (sopa) de farinha, cubra com filme plástico e deixe crescer por uma hora e meia, ou até dobrar de volume.

Quando a massa dobrar de volume, unte uma forma retangular de 20x30cm, se ela não for antiaderente. Dê um leve soquinho na massa, pra desinflar, e transfira para uma bancada levemente enfarinhada. Divida a massa em 12 partes (ou em 24, ou em 6, você que sabe!) e forme bolinhas. Massa de pão não é brigadeiro – se você tentar enrolar como se fosse um brigadeiro, não vai ficar tão bonitinho. Este vídeo (em inglês, mas não faz diferença) mostra a técnica que eu uso – parece demorado, mas com o tempo você pega a manha e faz rapidinho!

Pãozinho de Parmesão

Coloque as bolinhas na assadeira, deixando um espaço entre elas. Cubra com um pano de prato – não aqueles felpudos, tá? Deixe crescer novamente até dobrar de volume. (Aqui levou uma hora e meia, mas é porque está frio!)

Pincele os pãezinhos com a gema e polvilhe com mais parmesão. Asse por uns 20-25 minutos – como o meu forno não doura por cima 😦 eu costumo olhar a parte de baixo: se elas estiverem douradinhas, está pronto.

Deixe esfriar na forma por uns 5 minutinhos. Solte os pãezinhos das laterais com uma espátula e retire da forma. O certo seria deixar esfriar sobre uma gradinha por uns 20 minutos, mas que tipo de gente faz isso? 😀

FREEZER: Se você conseguir essa proeza, coloque os pãezinhos frios em um saquinho ziploc e congele por até 3 meses.

Bolo Mágico de Chocolate

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Bolo Mágico de Chocolate

Antes tarde do que nunca! Maio já até acabou, mas essa receita é tão diferente que não dava pra deixar pra depois! (A culpa do atraso foi do Congresso da Abrates, não tenho nada a ver com isso, hahahah!)

Para encerrar as Tertúlias de Chocolate (e comemorar meu aniversário, que foi dia 19), resolvi fazer um bolo que vi n’A Cozinha Coletiva, um blog que sigo há tempos, mas nunca tinha feito nenhuma receita de lá.

Confesso que, no meio da receita, pensei: “putz, isso não vai dar certo”. Mas persisti e o resultado valeu a pena! A textura é bem diferente: parece um bolo, mas também parece um pudinzinho, sei lá… só sei que é gostoso!

Para um bolinho de 20 x 20 cm, você vai precisar de:

110 g (1 xícara) de manteiga sem sal
600 ml (2 e 1/2 xícaras) de leite integral, morno
115 g (1 xícara) de farinha de trigo
45 g (1/2 xícara) de cacau em pó – o que não é adoçado!
4 claras
4 gotinhas de vinagre branco
4 gemas
210 g (1 e 3/4 xícaras) de açúcar de confeiteiro
30 ml (2 colheres [sopa]) de café bem forte e sem açúcar
1 colher (chá) de extrato de baunilha

Para decorar (opcional, mas altamente recomendável)

Açúcar de confeiteiro
Frutas vermelhas – rodei a cidade inteira atrás de framboesas, porque era meu aniversário!

Bolo Mágico de Chocolate

Atenção: Preaqueça o forno a 160 graus – sim, a temperatura mais baixa dele!

Comece derretendo a manteiga e amornando o leite. Reserve.

Em uma tigelinha, misture com um fuê a farinha de trigo e o cacau. Eu consegui a proeza de QUEBRAR meu fuê nesse momento. Estou até agora tentando entender como fiz isso, mas você (provavelmente) é normal e não vai fazer isso… 😀

Na batedeira, bata a clara em neve com as gotinhas de vinagre, que estão lá pra ajudar a formar os tais picos firmes – já viu aquele truque de virar a tigela com a clara em neve e ela NÃO cair? Pois é. É isso. Quando ela não cair, tá pronta.

Na terceira tigela, que deve ser grande o suficiente para caber todos os ingredientes, bata as gemas com o açúcar até ficar um creme leve e claro – eu bati com um GARFO, porque já tinha quebrado o fuê, vejam o drama. Nessa tigela, junte a manteiga derretida (e já fria), o café e a baunilha. Bata por uns dois minutos, até ficar bem homogêneo. Junte a farinha e o cacau e bata até incorporar.

Junte o leite e misture bem. Esse é o momento em que parece que a massa desandou de vez, porque ficou muito líquida. Não se estresse, é líquida mesmo.

Adicione as claras em neve, um terço de cada vez, fazendo movimentos muito delicados de baixo para cima.

De novo: não se desespere, a massa é líquida mesmo, vai dar certo. Despeje sobre uma assadeira de 20 x 20, BEM UNTADA, e asse por 50 ou 60 minutos.

Para saber se está pronto, a descrição do Ritchie foi perfeita: “até que balançando levemente a forma você perceba que o bolo também balança, mas mais como gelatina do que como líquido. Enfim, parece uma descrição estranha mas você vai entender”. E entende mesmo! 😀

Deixe esfriar completamente. Quando ele já estiver frio, corte em quadradinhos, peneire um pouco de açúcar de confeiteiro, decore com frutas vermelhas para fazer aquela firula e sirva!

Pão de Chocolate

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Pão de Chocolate

Quando a minha mãe comprou a máquina de fazer pão, lá em 2000 e bolinhas, uma das receitas da máquina era justamente pão de chocolate. Ficamos super curiosas e fizemos, mas o pão ficou só ok e nunca mais repetimos. Mês passado, quando encontrei essa receita do David Lebovitz, resolvi que era hora de dar uma segunda chance à ideia de um pão de chocolate.

Não se iluda: isso não é um bolo. Também não é um pão fofinho com um leve aroma de chocolate. Esse pão denso tem um sabor forte de chocolate e fica maravilhoso tostado com manteiga!! Perfeito para um café da manhã especial, digamos… um café da manhã de aniversário! 😀

Você vai precisar de:

55 g (4 colheres [sopa]) de manteiga
85 g de chocolate amargo – usei 71%
¾ xícara de leite integral, morno
2 ¼ colheres (chá) de fermento de pão, seco
75 g (6 colheres [sopa]) açúcar
1 ½ colher (chá) de café solúvel – opcional, mas recomendável!
1 ovo
½ colher (chá) de baunilha
½ colher (chá) de sal
280 g (2 xícaras) de farinha
¼ xícara de cacau em pó
90 g (3/4 de xícara) de gotas de chocolate, ou chocolate picado – usei gotas, 50%
70 g (½ xícara) de nozes, amêndoas ou avelãs picadas – também opcional, também altamente recomendável! Usei nozes.

Pão de Chocolate

Comece derretendo o chocolate amargo e a manteiga em fogo bem baixinho. Quando derreter, retire do fogo e deixe esfriar.

Em uma tigela grande, coloque o leite morno, o fermento e uma colher do açúcar. Misture e reserve por 10/15 minutos. Quando a mistura estiver com uma camada que parece espuma de cerveja, é hora de acrescentar o resto do açúcar, o café solúvel (se estiver usando), o ovo, a baunilha e o sal.

Como o cacau em pó tende a formar bolinhas, peneire metade dele com metade da farinha diretamente sobre a tigelona. Misture com uma espátula de silicone. Acrescente o chocolate derretido, misture um pouco mais e peneire o resto do cacau e o resto da farinha. Misture bem com a espátula.

Se você tiver uma batedeira planetária, use o batedor em formato de gancho e bata por cinco minutos – a massa vai descolar do fundo rapidinho, mas continue sovando. Você também pode sovar no muque (a receita original dizia para misturar vigorosamente com a espátula por cinco minutos), mas resista à tentação de adicionar mais farinha. A massa é mais úmida do que uma massa de pão comum mesmo!

Cubra a tigela e deixe crescer por duas horas em um lugar quentinho. Passado esse tempo, misture as gotas de chocolate e as nozes. Coloque a massa em uma forma de bolo inglês de 23 cm, untada.

Cubra a forma e deixe crescer por uma hora. Asse em forno pré-aquecido por mais ou menos 40 minutos. O pão está pronto quando a casa estiver cheirando a chocolate e, quando você der batidinhas nele, ouvir um som oco.

Agora vem a parte difícil: espere esfriar completamente antes de cortar!

Biscoitos Brownie

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Biscoitos Brownie

Sabe quando você lê uma receita, acha fácil, sabe que vai ser boa, pina e nunca mais na vida lembra dela? Normal, né? 😀 Continuando as Tertúlias de Chocolate, resolvi criar vergonha na cara e finalmente fazer esses biscoitos que são praticamente brownies redondinhos!

Além de deliciosos, esses biscoitos são muito fáceis de fazer: não precisa nem amolecer a manteiga e só suja uma panela! Eu não tinha chocolate não adoçado em casa, então usei um chocolate 70%. Ficou muito bom, mas da próxima vez usarei um chocolate 80% cacau ou mais forte. Mesmo que você não seja muito chegado em chocolate amargo, não acho que essa receita funcionaria com chocolate ao leite – ficaria doce demais!

Você vai precisar de:

115 g (½ xícara) de manteiga
115 g de chocolate não adoçado – eu usei 70%
190 g (1 xícara, bem apertada) de açúcar mascavo
25 g (2 colheres [sopa]) de açúcar branco
2 ovos
1 colher (chá) de extrato de baunilha
½ colher (chá) de bicarbonato de sódio
½ colher (chá) de sal
45 g (½ xícara) de cacau em pó – o que não tem açúcar!
130 g (1 xícara) de farinha de trigo
115 g (2/3 xícara) de gotas de chocolate amargo – você pode usar chocolate picado

Biscoitos Brownie

Em uma panela que caiba todos os ingredientes, derreta a manteiga e o chocolate. Você pode usar banho-maria ou o fogo mais baixo, na menor boca do fogão, mexendo sempre e tomando muito cuidado para não queimar.

Com uma espátula de silicone, misture os açúcares no chocolate derretido. Acrescente os ovos, um a um. Misture a baunilha, o sal e o bicarbonato de sódio. Peneire – é, até eu peneirei, não tenha preguiça! − o cacau em pó sobre a massa e misture. Peneire a farinha de trigo e misture só até não ver mais pontinhos brancos. Agora é só misturar as gotas de chocolate!

Cubra a panela com plástico-filme e leve à geladeira por mais ou menos meia hora. Faça bolinhas (usei mais ou menos 1 colher [sopa] por bolinha), coloque-as em uma assadeira forrada com papel manteiga ou silpat, deixando um bom espaço entre cada bolinha, e leve para assar em forno pré-aquecido. A receita original pedia para assar por 11 a 12 minutos, avisando que eles estariam moles. Eu fiz a primeira fornada assim, deixando na assadeira por alguns minutos antes de mover para a gradinha e deixar esfriar completamente. Desse jeito, os biscoitos realmente ficam quase como um brownie. Na segunda fornada, assei por 15 minutos e achei a textura mais parecida com biscoito normal – e gostei mais assim!

Freezer: Como a maioria dos biscoitos, você pode congelar as bolinhas de massa em uma assadeira coberta com plástico-filme. Quando elas estiverem bem firmes, transfira-as para um saquinho tipo Ziploc. Para assar, basta levar as bolinhas diretamente do freezer para o forno, assando por alguns minutos a mais.

Bolo de Chocolate – Devil’s Food Loaf

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Devil's Food Loaf

Pensei muito antes de decidir o tema do mês de maio: “poxa, queria fazer receitas com chocolate, mas né, logo depois da Páscoa, será que vale a pena, etc…” até que me dei conta que hey, quem é que enjoa de chocolate? 😀

Para abrirmos as Tertúlias de Chocolate, resolvi finalmente fotografar meu segundo bolo de chocolate favorito! O favorito, favorito mesmo é o que minha mãe faz, mas esse fica pra uma série específica no futuro…. 😛 O Devil’s food loaf é parecido, mas a cobertura é bem diferente – e a melhor parte!!!

Você vai precisar de:
45 g de cacau em pó – veja bem, não é chocolate em pó nem achocolatado!
¾ colher (chá) de bicarbonato de sódio
100 mL de água fervente
140 g de farinha de trigo
1 colher (chá) de fermento em pó
1 pitada de sal

3 ovos
223 g de açúcar mascavo
½ xícara de óleo
1 colher (chá) de extrato de baunilha

Para a cobertura:
60g de chocolate meio-amargo ou amargo –
14g de manteiga sem sal
2 colheres (sopa) de cacau em pó
2 colheres (sopa) de leite integral
½ colher (sopa) de mel

Devil's Food Loaf

Comece preparando a forma de bolo inglês (a minha media 11 x 21 cm): unte, forre com papel manteiga, deixando um excesso pra facilitar na hora de desenformar, e unte o papel manteiga. Isso vai ajudar a desenformar sem drama!

Em uma tigela pequena, misture o cacau e a água fervente com um fuê. Misture o bicarbonato e deixe esfriar por uns 20 minutos.

Em uma tigela, misture a farinha, fermento e sal com um fuê e reserve. Na batedeira, bata os ovos, açúcar e óleo até que vire um creme homogêneo. Misture a baunilha. Acrescente a mistura de farinha – nesta fase, eu costumo trocar e usar uma espátula de silicone. Junte a mistura de cacau e água, misturando bem.

Despeje a massa na forma. Agora é a parte diferente: bata a forma na bancada algumas vezes, para retirar bolhas de ar da massa! Não sei que coisa horrível acontece se você pular essa etapa, eu sempre bati 😀

Leve ao forno pré-aquecido e asse até que o bolo passe no teste do palito – aqui em casa, isso levou uns 50 minutos. Deixe esfriar na assadeira por uns 10 minutos antes de desenformar – você vai ver como o papel manteiga facilita o processo! Deixe esfriar completamente.

Quando o bolo estiver completamente frio, é hora de fazer a cobertura. Derreta o chocolate e a manteiga em uma panelinha em banho-maria. Enquanto o chocolate derrete, misture o cacau, leite e mel em outra panelinha e mexa bem, em fogo alto, até que comece a ferver. Peneire o conteúdo da segunda panelinha sobre a mistura de chocolate com manteiga, misturando bem (confesso que nem sempre peneiro, às vezes eu só misturo mesmo). Espalhe imediatamente sobre o bolo, porque a cobertura seca rapidinho.

Teste a sua força de vontade, deixando a cobertura secar por algumas horas antes de servir. 😀