Autor Arquivo: Ana Olson

Torta de Cebolas Assadas

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Torta de Cebolas Assadas

OPS, pulamos uma semana! Fui a um congresso semana passada e acabei não tendo tempo de deixar a receita agendada… :S

Para fecharmos as Tertúlias de Torta, resolvi fazer uma receita que sempre namorei. Ela parecia ser bem fácil (e era mesmo), mas eu tinha um grande problema: nunca encontrei uma massa folhada decente aqui no Uruguai! As congeladas NUNCA folheavam, além de terem aquele gosto maravilhoso (sqn) de gordura vegetal hidrogenada! Resolvi o problema aloprando: fiz a minha própria massa folhada, seguindo a receita da La Cucinetta. Deu super certo e nem foi tão difícil! Não tirei fotos do processo, mas vou corrigir esse erro na próxima vez.

Essa é uma boa pedida para um jantarzinho em casa, um happy hour… ou um almoço de domingo mesmo!

Você vai precisar de:

¼ xícara de azeite de oliva
2 colheres (sopa) de vinagre – a receita original falava em vinagre de vinho tinto, mas eu usei vinagre de arroz porque era o que tinha em casa!
1 colher (sopa) de tomilho – usei o seco, mas se você tiver tomilho fresco é melhor!
raspas da casca de 1 limão siciliano – usem! Esqueci de colocar na foto dos ingredientes, então raspei direto sobre a assadeira 😀
sal e pimenta-do-reino
2 cebolas roxas
2 cebolas – como a minha cebola era muito grande, usei só uma
400 g de massa folhada – pode ser a congelada mesmo, eu é que não encontro ela aqui!
100 g de queijo de cabra cremoso – eu usei um queijo de cabra temperado com ervas finas, ficou bem legal! Você pode usar cream cheese, se não for chegado ao queijo de cabra
1 ovo batido, para pincelar

Torta de Cebolas Assadas

A torta chama “Torta de Cebolas ASSADAS”, né? Então começamos assando as cebolas! 😀 Corte as cebolas em rodelas finas. Se tiver uma mandolina (meu atual sonho de consumo), mande bala! Forre uma assadeira grande com papel manteiga e coloque as rodelas inteiras – não as separe em anéis e, se possível, não empilhe as rodelas.

Em uma tigela, misture o azeite, vinagre, o tomilho e as raspas de limão. Acrescente um pouco de sal e pimenta-do-reino. Despeje a mistura sobre as rodelas de cebola e leve para assar por uns 25 minutos, até que estejam macias. Deixe esfriar um pouco, mas não desligue o forno!

Abra a massa folhada em um retângulo de 20 x 25 cm, mais ou menos. Se estiver fazendo a massa caseira, forre uma forma com papel manteiga, para absorver um pouco da gordura extra e deixar mais crocante!
Com uma faca, risque uma bordinha de 1 cm em todos os lados do retângulo da massa, mas sem cortar totalmente. Isso vai criar uma bordinha mais folheada para a torta, fica bonito! Com o garfo, faça furinhos dentro de toda a margem. Espalhe o queijo dentro dessa margem e arrume as fatias de cebola – agora você pode empilhar um pouco! ☺

Pincele a bordinha com o ovo batido e asse por uns 20 minutos, ou até que a massa cresça e doure. Agora é só comer!

Cheesecake de Ferrero Rocher

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Cheesecake de Ferrero Rocher

Antes de ir a Brasília, fiz uma lista das receitas que queria fazer lá para postar aqui – coisas com couve, mandioquinha e outros ingredientes que não encontro no Uruguai. Com a correria, não fiz nenhuma! 😮 Aí inventamos de fazer uma série “Receitas do Jota”, que seria só com receitas testadas pelo meu irmão. Separamos algumas receitas para fazer e… só fizemos uma! 😦

MAS QUE RECEITA! Sempre fiz a mesma cheesecake de sempre, que leva ricota, mas essa é bem diferente e gostosa – além disso, ao contrário do que imaginei, essa não é uma receita muito doce! E dá tempo de fazer para o almoço de Páscoa! 😉

Para a base:
240 g de flocos de milho – corn flakes mesmo 😀
70 g de manteiga sem sal, derretida
4 colheres de sopa de cacau em pó

Para o recheio:
200 g de avelãs
500 g de cream cheese
1 caixinha de creme de leite
85 g de açúcar
1 colher de chá de essência de baunilha

Para a cobertura:
170 g de chocolate meio amargo
1 caixinha de creme de leite
Bombons Ferrero Rocher, para decorar

Cheesecake de Ferrero Rocher

Comece fazendo a base: no processador/liquidificador, triture bem os flocos de milho. Acrescente a manteiga derretida e o cacau em pó e misture bem. Cubra o fundo de uma forma de fundo removível (a nossa tinha 25 cm de diâmetro) com essa massinha, apertando bem, e leve para a geladeira, para firmar. Como a massa já tem manteiga, não precisa untar.

Enquanto a massa está na geladeira, coloque as avelãs em uma assadeira e leve ao forno para tostar. O processo leva uns 15 minutos, mais ou menos. De vez em quando, sacuda a assadeira para que as avelãs não queimem. Você vai saber que está pronto quando a cozinha ficar com um cheiro maravilhoso de avelãs 😀

Coloque as avelãs quentes no liquidificador e bata BEM, para que forme uma pasta. Esse processo demora bastante: eu e o Jota estávamos com pressa e só trituramos mesmo, ficou bom #realidades

Em uma tigela, coloque as avelãs, o cream cheese, uma caixa de creme de leite, a baunilha e o açúcar. Bata bem – eu bati o cream cheese com o creme de leite com uma espátula, para depois acrescentar os demais ingredientes, mas era só porque não queria sujar uma batedeira também! 😀 Despeje esse creme sobre a massa já fria, cubra com plástico-filme e leve para a geladeira para firmar.

Enquanto firma, coloque o creme de leite e o chocolate em uma panelinha em fogo bem baixo (ou em banho-maria, se você for mais cauteloso do que eu), mexendo bem até derreter todo o chocolate. Deixe esfriar um pouquinho e cubra a cheesecake com essa ganache.

Decore com os bombons – gente, parece tão receita de pavê isso, né, “decore com bombons”, hahahahah! – volte à geladeira por pelo menos 30 minutos e sirva!

Quiche Lorraine

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Quiche Lorraine

Nessa ida a Brasília ganhei um presente maravilhoso da minha tia Paula: o livro do Gui Poulain, Cartas Amarelas! Além do autógrafo maravilhoso, o livro é lindo de tudo quanto é jeito. Claro que já estava agoniada querendo começar a fazer receitas dele – para começarmos as Tertúlias de Tortas, resolvi fazer a receita de Quiche Lorraine, porque é uma das minhas tortas favoritas!

Segui a receita quase à risca – mudei o jeito de abrir a massa, porque não queria sujar a bancada! Como esperado, ficou sensacional. O mais legal é que é uma delícia quente E em temperatura ambiente. Essa receita rendeu seis porções – almoço, jantar e almoço de novo! E ninguém reclamou de comer a mesma coisa três vezes seguidas… 😉

Para a massa

250 g de farinha de trigo
125 g de manteiga sem sal gelada, cortada em cubinhos
2 colheres (chá) de sal – da próxima vez, vou usar uma colher só, achei a massa um cadinho salgada
1 colher (chá) de açúcar
1 gema de ovo
50 mL de água

Para o recheio

300 g de bacon, cortado em cubinhos
1 cebola, cortada em cubinhos
3 ovos
250 g de creme de leite
sal, pimenta-do-reino e noz-moscada
150 g de queijo gruyère, ralado grosso – tenho certeza que dá pra usar a boa e velha muçarela aqui sem problemas

Quiche Lorraine

Comece fazendo a massa. Com um fuê, misture a farinha de trigo, sal e açúcar. Coloque a manteiga e, com a ponta dos dedos, amasse até formar uma farofinha úmida. Acrescente a gema e a água e amasse só até conseguir formar uma bola – não sove, para que a massa não fique dura! Envolva em um plástico-filme e leve para a geladeira por uns 20 minutos, para descansar.

Isso é o oposto do que você vai fazer, porque agora é hora de cortar o bacon em cubinhos! Frite em fogo baixo, com paciência, para que a gordura do bacon derreta bem. Quando o bacon tiver bem fritinho, retire um pouco da gordura que ficou na panela, acrescente a cebola picadinha e doure no restinho de gordura do bacon. Reserve o bacon e a cebola em um prato, tentando não beliscar muito até a hora de montar a torta.

Em uma tigelinha, bata os ovos com o creme de leite e tempere com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada.

Tire a massa da geladeira. O jeito normal de abrir é polvilhando a bancada com farinha e usando o rolo. Pra reduzir a bagunça, eu cortei duas folhas de papel manteiga em um tamanho maior do que a minha forma (que tinha 23 cm), coloquei a massa entre as duas folhas e usei um rolo para abrir. Daí tirei o papel de cima, coloquei a forma sobre a massa, girei todo mundo e a massa ficou certinha na forma! (E, lógico, tirei a segunda folha de papel manteiga).

Montar a torta é muito fácil: coloque o refogadinho de cebola e bacon, cobrindo bem o fundo, despeje a mistura de ovos e creme de leite e cubra tudo muito bem com o gruyère ralado!

Leve ao forno preaquecido por uns 40 minutos, mais ou menos, ou até que tudo fique douradinho e firme! Você pode atacar assim que sair do forno (foi o que fizemos aqui) ou esperar esfriar e comer em temperatura ambiente (o que também fizemos aqui :D)

Fish and Chips

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Fish and Chips

Lembro bem da primeira coisa que comi na Inglaterra: uma torta de carne de porco fria, com uma camada visível de gordura, com um café também frio e ruim. Além disso, foi tudo caro! O coitado do Sky, responsável por essa escolha, até hoje é zoado por isso! 😀

Mas lá também comi coisas maravilhosas, entre elas o famoso fish and chips. A primeira vez que comemos foi no único restaurante aberto que encontramos depois de um dia cansativo de bater perna. Quando pedimos uma cerveja, o dono ficou meio insultado: não sabíamos que era um restaurante halal (que segue as regras do Corão)! Para finalizarmos as Tertúlias de Mar, resolvi fazer fish and chips – dei uma boa risada quando vi que a receita do Jaime Oliver levava cerveja na massa! 😀

Você vai precisar de:

250 g de filés de peixe branco, sem espinhas – usamos corvina
½ colher (chá) de sal
pimenta-do-reino e páprica
225 g de farinha
250 ml de cerveja GELADA – veja que dificuldade…. 😀
3 colheres (chá) de fermento químico
Batatas para fritar – confesso que trapaceei e comprei as batatas pré-fritas. Eu sei, eu sei.
Mais ou menos 1 litro de óleo para fritar

Fish and Chips

Comece aquecendo o óleo. Coloque algumas cervejas pra gelar. Quando o óleo estiver quente, frite as batatas. Enquanto as batatas estão fritando….

Tempere os filés de peixe com sal, pimenta-do-reino e páprica. Como aqui íamos comer de petisco, cortei o peixe em pedaços médios, mas o mais tradicional é fritar o filé inteiro. Reserve.

Em uma tigela, misture a farinha e o fermento com um fuê – acrescente a cerveja, que deve estar BEM gelada, aos poucos. A massa deve ter uma textura mais grossinha, quase como um creme – se ela ficar muito líquida, vai fazer uma meleca no seu fogão!

Passe os pedaços de peixe na massa, cobrindo bem. Frite no óleo quente até dourar. Aqui eu servi com uma maionese de alho e ervas – e cerveja, claro!

Camarão Empanado com Coco

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Camarão Empanado Com Coco

Opa, pulamos uma semana! Mas na correria da festa de formatura da Gabi (que foi na quinta, mas nós festejamos na sexta e no sábado também! Hahahah!), não deu mesmo pra postar! Para compensar, hoje continuamos as Tertúlias do Mar com uma receita bem fácil e diferente, ótima para um happy hour!

A primeira vez que comi isso foi no único buffet de comida chinesa que conheço no Uruguai – e pensar que no Brasil tem um restaurante de comida chinesa em cada esquina, snif! A versão mais tradicional é a frita por imersão, mas resolvi fazer de uma forma menos chutação de balde e achei que ficou mais gostoso do que o original!

Você vai precisar de:

400 g de camarão limpo
1/3 de xícara de maisena
1 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de pimenta caiena – você pode trocar por páprica, se preferir menos picante
2 xícaras de coco ralado – aqui usei o coco ralado normal, porque é só o que tem. Se você encontrar coco ralado em flocos não adoçados, vai ficar mais bonito!
3 claras

Para o molhinho:
Geleia de laranja, daquelas sem açúcar

Camarão Empanado Com Coco

Eu já disse que essa receita é muito fácil?

Comece preparando uma assadeira: pegue a assadeira e unte com azeite. Fim da preparação! 😀

Tempere a maisena com sal e a pimenta caiena. Coloque em um prato e reserve. Bata as claras rapidamente com um garfo e coloque em outro prato. Reserve. Coloque todo o coco em um terceiro prato e, adivinhe? Reserve também. 😀

Agora é só montar a linha de produção: pegue um camarão, passe na maisena, depois nas claras e por fim no coco. Coloque-o na assadeira e repita o processo até acabar! Como 400 g é bastante camarão, recomendo empanar vendo uma série, sabe como é. 😀

Leve para assar em forno preaquecido por 7 minutos. Quando der o tempo, retire a assadeira do forno, vire os camarões para que eles dourem do outro lado e asse por mais 7 minutos.

Enquanto o camarão assa, faça o molhinho: em uma panelinha, dissolva a geleia com algumas colheres de de água, para que ela amoleça. Quando levantar fervura, desligue o fogo. Coloque em um potinho fofo e sirva!

Tacos de Peixe

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Tacos de Peixe

O Sky adora comida mexicana. Eu gosto, bastante até, mas ele adora. E ele sempre falava “temos que fazer tacos de peixe”. E eu sempre achava meio estranho – taco não é com carne moída?

Essa é uma receita muito fácil. Na verdade, é tão simples que eu quase pensei em desistir de postar – mas é uma combinação tão gostosa e uma solução tão bacana para um almoço/jantar de fim de semana, que achei que seria uma boa adição às Tertúlias de Mar!

Para duas pessoas comerem bem, você vai precisar de:

Para o peixe:

400 g de filés de peixe, sem espinhas – usamos corvina branca, mas você pode usar o peixe que preferir.

Sal, limão, pimenta-do-reino e páprica para temperar o peixe

Para montar:

Tortillas de trigo – compre na seção de comidas mexicanas uma tortilla mais gostosa. Mas, em um momento de desespero, pode ser a tal da Rap10 mesmo, não vou julgar (muito)

Sour cream*

Salsa mexicana – opcional, mas muito gostoso! Se não encontrar, pode substituir por tomate, cebola e pimentão cortados bem picadinhos – não é a mesma coisa, mas vai dar certo

Tomates cereja cortados ao meio

Cebolas em meia-lua

Rodelas de abacaxi, cortadas em pedaços pequenos

Coentro!

*No Uruguai eu encontro sour cream pronto, mas fazer o seu em casa é rápido e vale a pena: misture 1 xícara de creme de leite fresco com 3 colheres (chá) de suco de limão, mexa bem até engrossar. Cubra com filme plástico e deixe na bancada, em temperatura ambiente, por mais ou menos 1 hora. Depois disso, pode levar para a geladeira.
 
Tacos de Peixe

Como eu disse, a receita é muito fácil! O primeiro passo é preparar o sour cream. Quando ele estiver pronto, tempere os filés de peixe com sal, limão, pimenta-do-reino e páprica. Deixe pegar gosto por uns 15-20 minutos e então doure-os em uma frigideira bem quente com algumas colheres de óleo – não é para fritar por imersão, tá? Quando o peixe estiver frito, corte em pedaços médios e reserve.

Enquanto os peixes fritam, aqueça as tortillas em outra frigideira. Basta colocar em uma frigideira bem quente, sem óleo, e dar uma esquentadinha dos dois lados (o processo demora uns 40 segundos de cada lado).

Agora só falta montar os tacos. Pegue uma tortilla, coloque alguns pedaços de peixe, um pouco de sour cream, salsa mexicana, cebola, tomatinhos cereja, abacaxi e coentro. Dobre a tortilla recheada no meio e sirva! 🙂

 

Macarrão com Camarões e Espinafre

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Macarrão com Camarão e Espinafre

Atrasamos, mas não falhamos! A receita não entrou na sexta-feira por um excelente motivo: estava viajando para a formatura da minha irmã!

Para abrirmos as Tertúlias do Mar, resolvi finalmente fazer uma das inúmeras receitas em vídeo salvas no Facebook – vocês também salvam mil coisas lá e nunca lembram de olhar? Tem algum grupo de apoio, viciados em salvar links anônimos? Tou precisando! 😀

De qualquer maneira, foi bom ter finalmente dado uma olhada nos links salvos. Essa é uma daquelas receitas bem facinhas, que só suja uma panela, sem mistério, mas que impressiona!

Para 2 pessoas, usei:

½ pacote de macarrão – usei espaguete, mas acho que um mais grosso, como o linguine mesmo, ficaria melhor. Ou, se você quiser realmente impressionar, use massa fresca!
8 colheres (sopa) generosas de manteiga
250 g de camarão fresco, sem casca e sem aquela veia nojentinha!
200 g de espinafre, cortado grosseiramente
2 dentes de alho, amassados – não precisa nem dizer que usei mais, né?
¼ de xícara de parmesão ralado
2 colheres (sopa) de salsinha
1 colher (sopa) de orégano
azeite, sal, pimenta-do-reino e páprica

Macarrão com Camarão e Espinafre

Comece cozinhando o macarrão de acordo com o tempo da embalagem. Enquanto ele cozinha, separe os demais ingredientes, porque o processo é vapt-vupt mesmo. Quando estiver al dente, escorra a água e deixe o macarrão no escorredor mesmo.

Na panela que você cozinhou o macarrão, coloque 2 colheres de azeite e umas 2 colheres de manteiga. Deixe aquecer até que a manteiga derreta e coloque os camarões. Tempere com sal, pimenta-do-reino e páprica. Frite os camarões por uns cinco minutos, mexendo para cozinhar por igual. Coloque o alho e deixe fritar por um minutinho.

Macarrão com Camarão e Espinafre

Agora é hora de colocar o espinafre, mexendo sempre até que ele murche. Coloque o macarrão, o resto da manteiga, o orégano, a salsinha e o parmesão, misturando bem até toda a manteiga derreter.

Sirva imediatamente!

Patê de Queijo de Cabra

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Patê de Queijo de Cabra

No carnaval, você vai desfilar na Unidos da Netflix ou na Acadêmicos da Leitura Atrasada? 😀

Para finalizarmos as Tertúlias de Patê, nada melhor que uma receita diferente (adaptada do Chef John) e que parece que leva horas para fazer − todo mundo vai achar que você é super cozinheiro, mas na verdade você só vai ter misturado um monte de coisas em uma tigela! É a receita mais fácil da série!

Como você já ia mesmo passar no mercado depois do trabalho pra comprar cerveja pro feriadão, aproveite para comprar o queijo de cabra e tirar onda no carnaval! 😀

Você vai precisar de:

200 g de cream cheese
200 g de queijo de cabra suave* – aqui usei o cremoso, mas já fiz com o duro. Nesse caso, é só ralar o queijo de cabra grosseiramente.
1 dente de alho amassado – usei alho em flocos porque estava com preguiça! #verdades
¼ de xícara de ervas de sua preferência, picadas – usei só salsinha e cebolinha mesmo, mas já fiz com manjericão, com endro…. vai muito do seu gosto!
Sal, pimenta-do-reino e páprica picante a gosto

*Se o seu queijo de cabra for daqueles com sabor mais forte, comece colocando só metade! Adicione o restante aos poucos, provando sempre para não ficar muito forte.

 Patê de Queijo de Cabra

O modo de preparo é extremamente adequado para o carnaval. Coloque todos os ingredientes em uma tigela. Com a espátula de silicone, amasse e misture tudo muito bem. Prove para ver se está bom de sal e temperos e pronto. É isso!

Mas, né, claro que dá para fazer uma firulinha! Coloque um pedaço grande de plástico-filme sobre a bancada. Despeje o patê sobre o plástico e molde em forma de cilindro. Leve à geladeira por duas horas, mais ou menos, para firmar bem. Na hora de servir, tire o plástico (lógico, né?) e fatie o patê! 🙂

Tapenade

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Tapenade

Quando me mudei para o Uruguai, uma das coisas que tive que aprender foi cozinhar – ninguém sobrevive de macarrão, bolo, ovo mexido e patê de atum, né? (Sério, era mais ou menos esse meu repertório). Fui tentando fazer coisas simples, mas que fossem diferentes. Uma delas foi justamente a tal da tapenade, esse patê francês de azeitonas pretas.

A receita que eu fazia (não lembro onde encontrei!) levava quantidades iguais de azeitonas pretas e verdes, alho, sal, pimenta e manjericão. Simplesmente jogava tudo no processador, pulsava e pronto: patêzinho diferente e gostoso. Quando decidi que em fevereiro teríamos as Tertúlias de Patê, não tive dúvidas em incluir a tapenade. Então, fui buscar a “receita original, autêntica, bla bla bla”. Claro que não encontrei!

Encontrei várias receitas diferentes, cada uma acrescentando/omitindo alguma coisa. Confusa, tive que apelar para a Wikipedia, que disse que era uma receita com azeitonas, alcaparras, anchovas e alho! Então encontrei essa receita no The Guardian e resolvi fazer – acabei adaptando, sabe como é. Achei muito melhor do que a que fazia antes!

Ela não rende muito, o que é ótimo: é um patê de sabor bem forte, não precisa muito!

Você vai precisar de:

½ xícara de azeitonas pretas sem caroço

2 colheres (sopa) de alcaparras

2 filés de anchovas, escorridos – sempre tenho anchovas em casa, para fazer o molho da Salada Caesar … ou pra botar na pizza mesmo! Se você preferir uma receita vegana, basta omitir.

3 dentes de alho

1 colher (sopa) de orégano e/ou tomilho – usei ½ de cada

1 colher (sopa) de mostarda Dijon

Azeite, sal e pimenta a gosto – eu não usei sal, porque achei que as alcaparras e anchovas já tinham dado conta do recado.

Tapenade

Além de testar a receita “mais autêntica”, resolvi testar também o método mais tradicional: o pilão!

Pique grosseiramente as azeitonas, as alcaparras, as anchovas e o alho. Coloque tudo no pilão, acrescente as ervas e SOQUE (vocês conseguem falar isso sem rir? Eu não #quintasérie).

Soque bem até que fique uma pasta não muito grossa. Misture a mostarda e soque. Acrescente mais ou menos 2 colheres (sopa) de azeite e soque um pouquinho mais com o pilão. Tempere com sal e pimenta.

Ou…. jogue todos os ingredientes no processador, pulsando até que fique uma pasta pedaçuda! 😀

Patê de Beterraba e Feijão Branco

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Patê de Beterraba e Feijão Branco

Procurando receitas de “coisas de passar no pão” que fossem diferentes do tradicional (e, se possível, veganas), acabei encontrando essa receita. Como já tinha feito um patê de feijão branco e outro de beterraba, não tive dúvidas: juntar os dois ia ser sucesso! 🙂

Além do visual bonitão, o que realmente me motivou a testar essa receita foi ver que ela pedia para assar as beterrabas – que, convenhamos, é a forma mais gostosa de comê-las! Depois que descobri isso, nunca mais tive coragem de só cozinhar em água e sal! Como achei a receita original um pouco suave, dei uma incrementadinha nos temperos.

Patê de Beterraba e Feijão Branco

Você vai precisar de:

1 lata de feijão branco – como eu não compro feijão enlatado, usei 1 ½ xícara de feijão branco cozido
2 beterrabas grandes
1 dente de alho – claro que eu usei mais do que isso: aqui foram 6 😀
2 colheres (sopa) de azeite
sal, pimenta-do-reino e páprica a gosto – usei páprica doce e páprica defumada

Corte as beterrabas em cubinhos – como a minha assadeira era razoavelmente grande, cortei mais algumas, para aproveitar o forno 😀

Tempere GENEROSAMENTE as beterrabas com azeite, sal, pimenta-do-reino e páprica, misturando bem para que todos os pedacinhos fiquem bem temperados. Coloque alguns dentes de alho sobre as beterrabas e leve para assar em forno preaquecido por uns 40 minutos, até que elas fiquem macias.

Quando elas saírem do forno, coloque no liquidificador as beterrabas, o feijão branco e uma ou duas colheres de água, só para ajudar a bater. Como o meu liquidificador faleceu #RIP e eu ainda não comprei outro, fui no mixer. Demorou, mas deu certo!

Aí é só levar para a geladeira e servir com torradinhas, batatinhas, etc 😀