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Quiche Lorraine

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Quiche Lorraine

Nessa ida a Brasília ganhei um presente maravilhoso da minha tia Paula: o livro do Gui Poulain, Cartas Amarelas! Além do autógrafo maravilhoso, o livro é lindo de tudo quanto é jeito. Claro que já estava agoniada querendo começar a fazer receitas dele – para começarmos as Tertúlias de Tortas, resolvi fazer a receita de Quiche Lorraine, porque é uma das minhas tortas favoritas!

Segui a receita quase à risca – mudei o jeito de abrir a massa, porque não queria sujar a bancada! Como esperado, ficou sensacional. O mais legal é que é uma delícia quente E em temperatura ambiente. Essa receita rendeu seis porções – almoço, jantar e almoço de novo! E ninguém reclamou de comer a mesma coisa três vezes seguidas… 😉

Para a massa

250 g de farinha de trigo
125 g de manteiga sem sal gelada, cortada em cubinhos
2 colheres (chá) de sal – da próxima vez, vou usar uma colher só, achei a massa um cadinho salgada
1 colher (chá) de açúcar
1 gema de ovo
50 mL de água

Para o recheio

300 g de bacon, cortado em cubinhos
1 cebola, cortada em cubinhos
3 ovos
250 g de creme de leite
sal, pimenta-do-reino e noz-moscada
150 g de queijo gruyère, ralado grosso – tenho certeza que dá pra usar a boa e velha muçarela aqui sem problemas

Quiche Lorraine

Comece fazendo a massa. Com um fuê, misture a farinha de trigo, sal e açúcar. Coloque a manteiga e, com a ponta dos dedos, amasse até formar uma farofinha úmida. Acrescente a gema e a água e amasse só até conseguir formar uma bola – não sove, para que a massa não fique dura! Envolva em um plástico-filme e leve para a geladeira por uns 20 minutos, para descansar.

Isso é o oposto do que você vai fazer, porque agora é hora de cortar o bacon em cubinhos! Frite em fogo baixo, com paciência, para que a gordura do bacon derreta bem. Quando o bacon tiver bem fritinho, retire um pouco da gordura que ficou na panela, acrescente a cebola picadinha e doure no restinho de gordura do bacon. Reserve o bacon e a cebola em um prato, tentando não beliscar muito até a hora de montar a torta.

Em uma tigelinha, bata os ovos com o creme de leite e tempere com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada.

Tire a massa da geladeira. O jeito normal de abrir é polvilhando a bancada com farinha e usando o rolo. Pra reduzir a bagunça, eu cortei duas folhas de papel manteiga em um tamanho maior do que a minha forma (que tinha 23 cm), coloquei a massa entre as duas folhas e usei um rolo para abrir. Daí tirei o papel de cima, coloquei a forma sobre a massa, girei todo mundo e a massa ficou certinha na forma! (E, lógico, tirei a segunda folha de papel manteiga).

Montar a torta é muito fácil: coloque o refogadinho de cebola e bacon, cobrindo bem o fundo, despeje a mistura de ovos e creme de leite e cubra tudo muito bem com o gruyère ralado!

Leve ao forno preaquecido por uns 40 minutos, mais ou menos, ou até que tudo fique douradinho e firme! Você pode atacar assim que sair do forno (foi o que fizemos aqui) ou esperar esfriar e comer em temperatura ambiente (o que também fizemos aqui :D)

Fish and Chips

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Fish and Chips

Lembro bem da primeira coisa que comi na Inglaterra: uma torta de carne de porco fria, com uma camada visível de gordura, com um café também frio e ruim. Além disso, foi tudo caro! O coitado do Sky, responsável por essa escolha, até hoje é zoado por isso! 😀

Mas lá também comi coisas maravilhosas, entre elas o famoso fish and chips. A primeira vez que comemos foi no único restaurante aberto que encontramos depois de um dia cansativo de bater perna. Quando pedimos uma cerveja, o dono ficou meio insultado: não sabíamos que era um restaurante halal (que segue as regras do Corão)! Para finalizarmos as Tertúlias de Mar, resolvi fazer fish and chips – dei uma boa risada quando vi que a receita do Jaime Oliver levava cerveja na massa! 😀

Você vai precisar de:

250 g de filés de peixe branco, sem espinhas – usamos corvina
½ colher (chá) de sal
pimenta-do-reino e páprica
225 g de farinha
250 ml de cerveja GELADA – veja que dificuldade…. 😀
3 colheres (chá) de fermento químico
Batatas para fritar – confesso que trapaceei e comprei as batatas pré-fritas. Eu sei, eu sei.
Mais ou menos 1 litro de óleo para fritar

Fish and Chips

Comece aquecendo o óleo. Coloque algumas cervejas pra gelar. Quando o óleo estiver quente, frite as batatas. Enquanto as batatas estão fritando….

Tempere os filés de peixe com sal, pimenta-do-reino e páprica. Como aqui íamos comer de petisco, cortei o peixe em pedaços médios, mas o mais tradicional é fritar o filé inteiro. Reserve.

Em uma tigela, misture a farinha e o fermento com um fuê – acrescente a cerveja, que deve estar BEM gelada, aos poucos. A massa deve ter uma textura mais grossinha, quase como um creme – se ela ficar muito líquida, vai fazer uma meleca no seu fogão!

Passe os pedaços de peixe na massa, cobrindo bem. Frite no óleo quente até dourar. Aqui eu servi com uma maionese de alho e ervas – e cerveja, claro!

Camarão Empanado com Coco

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Camarão Empanado Com Coco

Opa, pulamos uma semana! Mas na correria da festa de formatura da Gabi (que foi na quinta, mas nós festejamos na sexta e no sábado também! Hahahah!), não deu mesmo pra postar! Para compensar, hoje continuamos as Tertúlias do Mar com uma receita bem fácil e diferente, ótima para um happy hour!

A primeira vez que comi isso foi no único buffet de comida chinesa que conheço no Uruguai – e pensar que no Brasil tem um restaurante de comida chinesa em cada esquina, snif! A versão mais tradicional é a frita por imersão, mas resolvi fazer de uma forma menos chutação de balde e achei que ficou mais gostoso do que o original!

Você vai precisar de:

400 g de camarão limpo
1/3 de xícara de maisena
1 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de pimenta caiena – você pode trocar por páprica, se preferir menos picante
2 xícaras de coco ralado – aqui usei o coco ralado normal, porque é só o que tem. Se você encontrar coco ralado em flocos não adoçados, vai ficar mais bonito!
3 claras

Para o molhinho:
Geleia de laranja, daquelas sem açúcar

Camarão Empanado Com Coco

Eu já disse que essa receita é muito fácil?

Comece preparando uma assadeira: pegue a assadeira e unte com azeite. Fim da preparação! 😀

Tempere a maisena com sal e a pimenta caiena. Coloque em um prato e reserve. Bata as claras rapidamente com um garfo e coloque em outro prato. Reserve. Coloque todo o coco em um terceiro prato e, adivinhe? Reserve também. 😀

Agora é só montar a linha de produção: pegue um camarão, passe na maisena, depois nas claras e por fim no coco. Coloque-o na assadeira e repita o processo até acabar! Como 400 g é bastante camarão, recomendo empanar vendo uma série, sabe como é. 😀

Leve para assar em forno preaquecido por 7 minutos. Quando der o tempo, retire a assadeira do forno, vire os camarões para que eles dourem do outro lado e asse por mais 7 minutos.

Enquanto o camarão assa, faça o molhinho: em uma panelinha, dissolva a geleia com algumas colheres de de água, para que ela amoleça. Quando levantar fervura, desligue o fogo. Coloque em um potinho fofo e sirva!

Tacos de Peixe

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Tacos de Peixe

O Sky adora comida mexicana. Eu gosto, bastante até, mas ele adora. E ele sempre falava “temos que fazer tacos de peixe”. E eu sempre achava meio estranho – taco não é com carne moída?

Essa é uma receita muito fácil. Na verdade, é tão simples que eu quase pensei em desistir de postar – mas é uma combinação tão gostosa e uma solução tão bacana para um almoço/jantar de fim de semana, que achei que seria uma boa adição às Tertúlias de Mar!

Para duas pessoas comerem bem, você vai precisar de:

Para o peixe:

400 g de filés de peixe, sem espinhas – usamos corvina branca, mas você pode usar o peixe que preferir.

Sal, limão, pimenta-do-reino e páprica para temperar o peixe

Para montar:

Tortillas de trigo – compre na seção de comidas mexicanas uma tortilla mais gostosa. Mas, em um momento de desespero, pode ser a tal da Rap10 mesmo, não vou julgar (muito)

Sour cream*

Salsa mexicana – opcional, mas muito gostoso! Se não encontrar, pode substituir por tomate, cebola e pimentão cortados bem picadinhos – não é a mesma coisa, mas vai dar certo

Tomates cereja cortados ao meio

Cebolas em meia-lua

Rodelas de abacaxi, cortadas em pedaços pequenos

Coentro!

*No Uruguai eu encontro sour cream pronto, mas fazer o seu em casa é rápido e vale a pena: misture 1 xícara de creme de leite fresco com 3 colheres (chá) de suco de limão, mexa bem até engrossar. Cubra com filme plástico e deixe na bancada, em temperatura ambiente, por mais ou menos 1 hora. Depois disso, pode levar para a geladeira.
 
Tacos de Peixe

Como eu disse, a receita é muito fácil! O primeiro passo é preparar o sour cream. Quando ele estiver pronto, tempere os filés de peixe com sal, limão, pimenta-do-reino e páprica. Deixe pegar gosto por uns 15-20 minutos e então doure-os em uma frigideira bem quente com algumas colheres de óleo – não é para fritar por imersão, tá? Quando o peixe estiver frito, corte em pedaços médios e reserve.

Enquanto os peixes fritam, aqueça as tortillas em outra frigideira. Basta colocar em uma frigideira bem quente, sem óleo, e dar uma esquentadinha dos dois lados (o processo demora uns 40 segundos de cada lado).

Agora só falta montar os tacos. Pegue uma tortilla, coloque alguns pedaços de peixe, um pouco de sour cream, salsa mexicana, cebola, tomatinhos cereja, abacaxi e coentro. Dobre a tortilla recheada no meio e sirva! 🙂

 

Macarrão com Camarões e Espinafre

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Macarrão com Camarão e Espinafre

Atrasamos, mas não falhamos! A receita não entrou na sexta-feira por um excelente motivo: estava viajando para a formatura da minha irmã!

Para abrirmos as Tertúlias do Mar, resolvi finalmente fazer uma das inúmeras receitas em vídeo salvas no Facebook – vocês também salvam mil coisas lá e nunca lembram de olhar? Tem algum grupo de apoio, viciados em salvar links anônimos? Tou precisando! 😀

De qualquer maneira, foi bom ter finalmente dado uma olhada nos links salvos. Essa é uma daquelas receitas bem facinhas, que só suja uma panela, sem mistério, mas que impressiona!

Para 2 pessoas, usei:

½ pacote de macarrão – usei espaguete, mas acho que um mais grosso, como o linguine mesmo, ficaria melhor. Ou, se você quiser realmente impressionar, use massa fresca!
8 colheres (sopa) generosas de manteiga
250 g de camarão fresco, sem casca e sem aquela veia nojentinha!
200 g de espinafre, cortado grosseiramente
2 dentes de alho, amassados – não precisa nem dizer que usei mais, né?
¼ de xícara de parmesão ralado
2 colheres (sopa) de salsinha
1 colher (sopa) de orégano
azeite, sal, pimenta-do-reino e páprica

Macarrão com Camarão e Espinafre

Comece cozinhando o macarrão de acordo com o tempo da embalagem. Enquanto ele cozinha, separe os demais ingredientes, porque o processo é vapt-vupt mesmo. Quando estiver al dente, escorra a água e deixe o macarrão no escorredor mesmo.

Na panela que você cozinhou o macarrão, coloque 2 colheres de azeite e umas 2 colheres de manteiga. Deixe aquecer até que a manteiga derreta e coloque os camarões. Tempere com sal, pimenta-do-reino e páprica. Frite os camarões por uns cinco minutos, mexendo para cozinhar por igual. Coloque o alho e deixe fritar por um minutinho.

Macarrão com Camarão e Espinafre

Agora é hora de colocar o espinafre, mexendo sempre até que ele murche. Coloque o macarrão, o resto da manteiga, o orégano, a salsinha e o parmesão, misturando bem até toda a manteiga derreter.

Sirva imediatamente!

Rolinho Primavera Vietnamita

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Rolinhos Primavera Vietnamitas

Um amigo tem um restaurante “portas fechadas” aqui em Punta, de inspiração asiática. Quando fui pela primeira vez, vi no cardápio a opção de rolinhos primavera e já pensei no tradicional, chinês e frito. Em vez disso, recebi umas trouxinhas de vegetais frescos e crus. Provei suspeitando de tudo, mas amei! Bem leve e fresquinho!

Para finalizarmos as Tertúlias de Verão, resolvi fazer essa receita. Ela não é difícil, mas dá um pouco de trabalho fazer vários rolinhos. Mas o resultado compensa muito – e eles duram alguns dias na geladeira, servindo como um lanchinho saudável no verão. Além disso, eles são muito versáteis: você pode rechear como quiser. Eu fiz uma versão vegana, mas você pode colocar camarões cozidos, por exemplo.

O papel de arroz para fazer esses rolinhos pode ser encontrado em lojas de produtos naturais/orientais. Aqui, encontrei na seção gluten-free do supermercado (a população celíaca no Uruguai é aparentemente grande: a seção gluten-free existia mesmo antes da modinha e várias empresas nacionais fazem produtos sem glúten).

As quantidades listadas são só uma sugestão. Ajuste conforme o seu gosto!

1 pacote de discos de papel de arroz

1 pepino cortado em tirinhas – idealmente, cortado em julienne, mas eu ainda não dominei esse corte…

1 cenoura cortada em tirinhas

1/3 de pimentão verde em tirinhas

1/3 de pimentão vermelho em tirinhas

1/3 de pimentão amarelo em tirinhas

1/2 cebola roxa, cortada em fatias finas

1 pacote de broto de feijão – broto de alfafa seria ainda mais legal, mas não achei no mercado! 😀

Folhas de menta

Folhas de alface

Molho

4 colheres (sopa) de shoyo – tradicionalmente, usa-se molho de peixe tailandês (comprado em lojas de produtos asiáticos), mas aí a receita deixa de ser vegana. Eu testei das duas formas e as duas ficam boas.

1 colher (sopa) de açúcar

suco de meio limão

2 alhos picadinhos

1 xícara de água.

Rolinhos Primavera Vietnamitas

Comece cortando toooooodos os vegetais em tirinhas.

Quando você tiver cortado tudo, monte sua estação de trabalho: os vegetais, o broto de bambu, a menta, os discos de papel de arroz, um prato fundo cheio de água para hidratar os discos, um pano de prato limpo e um prato para colocar os rolinhos prontos.

Coloque um disco de papel de arroz no prato com água e deixe hidratar por um minuto. Você vai ver que ele amolece bastante! Com cuidado, retire do prato e coloque sobre o pano, tentando deixar esticado. Nas primeiras vezes, talvez seja um pouco trabalhoso, mas logo você pega o jeito!

Coloque os ingredientes do recheio no centro do disco, tentando não encher muito. Dobre a parte de baixo do disco para cobrir o recheio, dobre os lados para dentro, formando um envelope e dobre a parte de cima, fechando o rolinho. Repita esse processo até acabar o recheio ou os disquinhos 😀

Misture os ingredientes do molho e sirva!

Salmão Curado

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Salmão Chef John

Continuando as Tertúlias de Verão, finalmente fotografei uma das minhas receitas favoritas! Essa é uma ótima opção para se ter na geladeira e fazer um almoço rápido – uma saladinha ou um sanduíche com algumas fatias desse salmão resolvem. Além disso, para fazer essa receita você não precisa ligar o fogão, o que é ideal nesse calorão!

Essa deve ter sido a primeira receita do Chef John que assisti. Obviamente, depois que testei virei fã! No Natal, servi com torradinhas e cream cheese, que temperei com endro picadinho e pimenta-do-reino. Foi um sucesso!

1 peça de salmão – a minha tinha aproximadamente 1 kg, mas pode ser de qualquer tamanho, a salmoura é a mesma.

Para a salmoura:

2 1/2 xícaras de água fria

1/3 xícara de açúcar

1/2 xícara de sal

Salmão Chef John

Comece tirando a pele do salmão – ou comprando já sem pele, mais fácil. Com calma (e uma faca afiada) ela sai todinha.

Corte o salmão como se fosse fazer sashimi – ou seja, fatias de mais ou menos 0.5 cm. Se as suas fatias ficarem mais grossas, não tem problema – é só deixar um pouquinho mais na salmoura!

Para a salmoura, um pouco de muque e fé será necessário: misture todos os ingredientes em uma tigela média até que a água volte a ficar transparente. Nos primeiros dois, três minutos misturando, você vai pensar “essa água nunca mais ficará transparente”, mas aí é que entra a fé (e o muque): ela fica transparente sim, siga misturando!

Monte uma estação de trabalho na sua cozinha: o salmão cortado, a tigela, o prato para colocar o salmão pronto, a gradinha e o celular (ou timer de cozinha, se você for desses). Se você não tiver uma gradinha, coloque bastante papel-toalha sobre a bancada, para secar um pouquinho o salmão.

Coloque algumas peças de salmão na salmoura e marque três minutos. Não coloque muitos de uma vez só, só uma camada mesmo. Aos três minutos, transfira as peças de salmão para a gradinha (ou papel-toalha), para que elas escorram um pouco. Coloque outra leva de salmão na salmoura e repita o processo.

À medida em que o salmão vá escorrendo o excesso de líquido, acomode as peças em um prato, bem juntinhas, mas sem empilhar. Cubra o prato com plástico-filme e leve à geladeira por 12 horas.

Sirva com torradas e cream cheese temperado, ou só com shoyo mesmo!

Salada Grega

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Salada grega

Janeiro costuma ser sempre o mesmo esquema: calor infernal, “este ano eu vou comer menos tranqueira”, “pra que é mesmo que eu tenho um forno se basta abrir a janela?”, etc. Então, como aqui não é nada diferente e também está um calor infernal, nada melhor do que começarmos o ano com as Tertúlias de Verão! Uma série de receitas levinhas que combinam muito com esse calorão! 😀

A receita de hoje é uma salada SEM ALFACE (tenho birra) e muito muito gostosa. O legal é que você só suja a tábua e os pratos! A receita da Deb pedia queijo feta, que nunca encontrei aqui: fiz com ricota mesmo e ficou ótimo. Já testei também com queijo de cabra, fica excelente!

Para duas pessoas, você vai precisar de

1 pepino médio – usei esse da foto, qual é? Japonês? Normal? Não sei.

1/2 pimentão verde

1 xícara de tomates cereja

1/4 de xícara de azeitonas pretas – você pode omitir, se quiser. Não entendo, mas você pode fazer isso sim, a salada é sua.

1/2 cebola roxa pequena – a minha era grande, usei só 1/4

Fatias grossas de ricota, feta ou queijo de cabra – para uma versão vegana, use tofu grelhado

suco de 1 limão – me empolguei e usei dois, mas a receita falava em um só mesmo 😀

azeite, sal, pimenta-do-reino, orégano (fresco seria ideal, mas usei o seco mesmo)

Salada grega

A montagem da salada não tem mistério.

Se você acha cebola crua uma coisa muito forte, você pode fatiá-la bem fininha e deixar descansando no suco de limão enquanto prepara os demais ingredientes. Eu amo cebola crua (mamãe conta que eu roubava cebola crua da geladeira quando tinha 5 anos, daí vocês tirem), então só fiz cortar fininho mesmo! 😀

Corte também o pepino em pedaços médios, o pimentão em cubinhos pequenininhos e os tomates cereja ao meio. Eu cortei cada ingrediente e coloquei direto nos pratos, para economizar uma louça! #preguiça

Coloque as azeitonas e as fatias de ricota sobre a salada e tempere tudo com suco de limão (se você deixou as cebolas descansando nele, pode usar do mesmo jeito), azeite, sal, pimenta-do-reino e as folhinhas de orégano.

Coma e se sinta super bem por ainda não ter largado a promessa de ano novo! 😀

Salada de Cenoura, Grão-de-Bico e Tahine

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Salada de Cenoura, Grão-de-Bico e Tahine

Sabe como é mudança, né? Você tem que fazer umas “limpas”, para não levar tranqueira para casa nova. Quando chegou a vez da geladeira, encontrei meia latinha de tahine dando sopa – sobra de uma receita de hommus, com certeza. Tinha grão-de-bico congelado, então o óbvio seria fazer hommus de novo… mas também tinha bastante cenoura, então lembrei de uma receita linda que tinha visto no smittenkitchen.

Essa foi, sem dúvida, uma das melhores saladas da minha vida! E olha, é uma refeição completa (quem disse que comida vegana não sustenta?). Fiz a receita inteira para o almoço – nós dois morremos de tanto comer e ainda sobrou um pouco!

Eu poderia passar horas falando sobre como o molhinho de tahine combina com a cenoura, sobre como o grão-de-bico quentinho e bem temperado dá aquela sensação de comfort food… mas vou me conter!

Pra ficar embasbacado, você vai precisar dos seguintes ingredientes:

Para o grão-de-bico:

1 lata de grão-de-bico escorrida – eu usei duas xícaras de grão-de-bico cozido

1 colher (sopa) de azeite

½ colher (chá) de cominho

½ colher (chá) de páprica – nem tava na receita original, mas eu sempre ponho, me deixem

½ colher (chá) de sal

Para a salada em si:

400 g de cenoura, ralada grossa

¼ de xícara de salsinha picada grosseiramente – ou seja, “um tanto”

¼ de xícara de pistaches, picados grosseiramente – não sou muito fã deles, então não usei.

Para o molhinho sucesso absoluto:

1 dente de alho médio, picado – eu usei mais. Eu sempre uso mais.

¼ de xícara de suco de limão

3 colheres (sopa) generosas de tahini – misture bem antes de medir

2 colheres (sopa) de água

2 colheres (sopa) de azeite

Sal e pimenta do reino.

Salada de Cenoura, Grão-de-Bico e Tahine

Comece preparando o grão-de-bico: misture bem o grão-de-bico com o azeite e os temperos, para cobrir todos. Coloque em uma assadeira grande, sem empilhar, e leve ao forno preaquecido por uns 20-30 minutos, até ficarem dourados e crocantes. Dê umas sacudidas na assadeira de vez em quando, para garantir que o grão-de-bico asse por igual.

Com um batedor de arame, misture todos os ingredientes do molho em uma tigela. Misture com a cenoura e a salsinha. Reserve.

Na hora de servir, misture os pistaches (se estiver usando) e o grão-de-bico. Coma e fique pensando seriamente na possibilidade de comer isso todos os dias da sua vida 😀

Sopa de Cenouras Assadas

Sopa de Cenouras Assadas

Cenouras bonitas no mercado, com aquela cara de “me compre”. Era a hora de fazer uma receita que tinha pinado há séculos. Sabe aquelas receitas que você acha que vai dar super certo, mas rola uma certa preguicinha de fazer? Então.

Mas a preguiça era besteira minha, porque ela é bem fácil – e maravilhosa! Sem dúvida, essa é uma das sopas mais interessantes que já fiz, provando mais uma vez que Patricia Scarpin é uma gênia. ❤ Pra variar, dei uma leve modificada na receita, porque sou enxerida.

A receita é vegetariana, mas para veganizar basta trocar o creme de leite por um creme de soja/arroz/etc.

Você vai precisar de

1 kg de cenoura – descasque e corte em pedaços grandes

350 g de cebola – mesmo esquema

Mais ou menos umas 3 colheres (sopa) de azeite

sal e pimenta-do-reino (botei páprica também)

Uns 5 dentes de alho, com casca e tudo (da série: coisas que pensei em colocar enquanto preparava a foto dos ingredientes 😀 )

1 colher (chá) de cominho em pó

1,5 litros de caldo de legumes – usei o caseiro, concentrado, e completei com água

250 mL de creme de leite fresco (ou um substituto vegano, se for o caso)

 

Coloque as cenouras, as  cebolas e os alhos com casca e tudo em uma assadeira. Despeje o azeite, o sal, a pimenta-do-reino, a páprica e o cominho. Misture bem e leve ao forno pré-aquecido por mais ou menos 40 minutos, ou até que a cenoura esteja macia.

Sopa de Cenouras Assadas

Quando ela estiver macia, coloque os ingredientes da assadeira em um processador/liqui, acrescente o caldo e bata. Eu, a #semliqui, coloquei tudo na panela mesmo e usei o mixer (amor eterno).

Quando tudo estiver bem batido, acrescente o creme de leite e aqueça a sopa até levantar fervura. Sirva imediatamente.