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Gazpacho Blanco

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Gazpacho Blanco

Sopa fria. Tem muita gente que protesta, mas eu acho que é porque nunca provaram: sopa fria é o que há no verão! Essa é minha sopa fria favorita. Embora eu ache esquisitíssimo chamar de gazpacho algo que não leva tomate, se o Chef John diz que esse é o nome, eu não vou contestar. 😀

É a receita mais fácil do mundo? Não, nem de perto. Mas vale a pena. Sabe, há sete anos eu não sabia nem fazer arroz. Hoje eu sei fazer uma sopa fria com um sabor sofisticado, daquelas receitas bacanas para impressionar. Não tem como não dar um sorrisinho de satisfação… 🙂

Para 4 porções, você vai precisar de:

2 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 xícara de alho-poró lavado e picado – pique, depois meça. Use só a parte branca, senão sua sopa vai ficar verde! Guarde a parte verde para fazer caldo de legumes.
2 pepinos grandes, descascados
10 uvas verdes sem sementes – tirei as sementes da uva verde normal, nunca vi uva sem semente aqui no Uruguai!
¼ xícaras de amêndoas picadas – você pode comprar as amêndoas já fatiadas, mas eu usei a amêndoa inteira porque era o que tinha em casa
1/3 xícara de sour cream* (creme azedo) ou de iogurte natural sem açúcar
1 xícara bem cheia de miolo de pão
2 colheres (sopa) de suco de limão
Sal, pimenta-do-reino e pimenta-caiena a gosto
1 ½ xícaras de água gelada – talvez você precise de mais
Endro (opcional) – só umas folhinhas!

*Aqui é fácil de comprar, mas eu tenho preferido fazer em casa, acho mais gostoso: para essa receita, misture 80 mL de creme de leite fresco com 1 colher (chá) de suco de limão. Mexa bem até engrossar e reserve por pelo menos 1 hora.

Gazpacho Blanco

Comece descascando as amêndoas: deixe de molho em água fervente por 1 minuto. Escorra e deixe de molho em água fria por 1 minuto. Escorra novamente e espalhe sobre um pano de prato limpo e seco. Usando o pano, esfregue as amêndoas: a pelinha sai rapidinho! Pique, meça e reserve.

Em uma frigideira, aqueça 1 colher de azeite e cozinhe o alho-poró em fogo médio por uns 10-15 minutos, até que ele amoleça. Deixe esfriar completamente. Descasque os pepinos e corte em pedaços médios. Reserve.

Quando o alho-poró estiver frio, é hora de bater. No liquidificador, coloque o pepino, o alho-poró, as uvas, as amêndoas, o iogurte/sour cream, o pão, o suco de limão, mais ou menos uma colher (chá) de sal, a água e o endro. Bata bem e, se tiver dificuldade, acrescente mais água. Não coloque MUITA água, a gente quer que a sopa fique mais grossinha.

Quando estiver bem homogênea, é hora da parte mais chatinha: peneirar! A ideia é tirar qualquer casquinha/sementinha, então força!

Como o segredo é servir essa sopa BEEEEM gelada, encha uma forma de gelo com a sopa peneirada e leve ao freezer. Cubra o resto da sopa e leve à geladeira por umas três horas.

Quando a sopa estiver bem fria, prove o tempero: eu coloquei mais pimenta-do-reino e pimenta-caiena. Para servir, coloque uns dois cubinhos de sopa congelada na tigela, complete com a sopa. Pingue umas gotinhas de azeite, coloque algumas uvas cortadas ao meio, algumas amêndoas e sirva!

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Gelatina de Mimosa

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Gelatina de Mimosa

Tinha MUITO tempo que eu não comia gelatina, muito tempo mesmo! Afinal, era uma sobremesa industrializada muito doce, com aquele sabor artificial bizarro, um treco que não me atrai mais. Mas quando comecei a pensar nas Tertúlias de Verão, lembrei da gelatina e fui atrás de uma receita caseira.

Encontrei várias, entre elas a de tangerina e prosecco da Patrícia. Fiquei curiosa e resolvi testar, trocando o suco de tangerina por laranja, para fazer uma versão sólida de um dos meus drinks preferidos 😀

Na primeira vez, não deu certo. A gelatina não firmava de jeito nenhum, então levei pro freezer e comi frozen mimosa (não reclamei! Hahah!). Teimosa, resolvi fazer de novo, aumentando a quantidade de gelatina e alterando a forma de acrescentá-la na receita. Deu SUPER certo! Servi com uma colherada de creme de leite e foi sucesso!

Para quatro porções, você vai precisar de:

200 ml de suco de laranja
1 colher (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de gelatina em pó incolor e sem sabor
3 colheres (sopa) de água
100 ml de espumante – usei rosé porque era o que tinha
opcional: creme de leite batido, para servir (não precisa adoçar o creme de leite, a receita já é doce!)

 

Gelatina de Mimosa

Fazer gelatina é muito fácil. Claro que não é tão fácil quanto a gelatina do pacotinho, mas o sabor nem se compara! 😀

Em uma panelinha, coloque o suco de laranja e o açúcar. Misture bem e aqueça em fogo médio até começar a ferver. Retire do fogo e tampe. Reserve por uns 15 minutinhos.

Em um potinho, misture a gelatina com a água e deixe hidratar por uns 10 minutos. Passado esse período, a mistura estará bem sólida. Coloque a tigela menor dentro de uma outra tigela com água quente – como em um banho-maria, mas fora do fogo! Misture a gelatina até que ela vire um líquido.

Quando a gelatina estiver bem líquida e sem gruminhos, despeje-a na panelinha do suco de laranja. Acrescente o espumante, misture bem com um fuê e peneire a mistura para retirar todos os gruminhos e pelotinhas.

Despeje em quatro potinhos com capacidade para ½ xícara, cubra com filme plástico e leve para gelar por umas 3 horas, ou até firmar. Sirva com uma colherada de creme de leite batido!

Crudo Siciliano

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Crudo Siciliano

Um dos melhores restaurantes aqui do Uruguai é o La Huella, em José Ignacio. Não vamos muito, mas sempre que vamos é uma maravilha. Ano passado, no meu aniversário, comemos vários pratinhos, mas um era realmente especial: era como um ceviche, mas com alguns sabores bem diferentes.

Fiquei super curiosa, claro. Quando pedimos a conta, o garçom falou que eles tinham lançado um livro de receitas do restaurante. Fiz a pergunta óbvia: “tem essa receita lá?”. Minutos depois ele voltou, dizendo que não tinha, mas que a chef poderia me explicar como fazer. CLARO que corri para conversar com ela! Como era de se esperar, ela não me passou quantidades, mas me deu uma boa ideia da proporção dos ingredientes. Anotei tudo.

Achei que ia preparar a receita na semana seguinte, mas acabei não fazendo. Na verdade, enrolei tanto que só fui fazer agora, para abrir as Tertúlias de Verão!

Para um almoço leve para quatro pessoas, você vai precisar de:

Aproximadamente 800 g de peixe branco desossado – ela usou corvina, eu usei brótola, você use o peixe bacana (e firme) que preferir. Reduza a quantidade para menos pessoas, esse é um prato que fica melhor servido na hora.
Sal
Pimenta-caiena
Pimenta-do-reino
½ cebola roxa, picada beeeeem miudinha – não rale!
1 maço de cebolinha, picada beeeeem miudinha – você pode usar hortelã também, ficaria bem gostoso
1 colher (sopa) generosa de mostarda Dijon – da próxima vez, vou colocar mais um pouquinho.
2 colheres (sopa) de alcaparras
Raspas de 1 limão siciliano
Suco de 1 limão siciliano
Azeite – use mais ou menos a mesma quantidade do suco de limão

Crudo Siciliano

Comece cortando o peixe em cubinhos pequenos – o meu acabou ficando um pouco grande! 😦 Não é como o cubo do ceviche, não, é cubo pequeno mesmo. Tempere o peixe com sal, pimenta-caiena e pimenta-do-reino e leve de volta à geladeira, para que ele não perca a consistência.

Corte a cebola roxa beeem miudinha, o menor que você conseguir! Não amasse nem rale: o objetivo realmente é ter mini pedacinhos de cebola. Pique a cebolinha e as alcaparras bem miudinhas também – a alcaparra vai quase formar uma pasta, é isso mesmo. Em uma tigela, misture a cebola, a cebolinha, a alcaparra, as raspas de limão e a mostarda Dijon. Reserve.

Em outra tigela, misture bem o suco de limão e o azeite, até emulsionar. Eu fiz assim: coloquei o suco de limão e fui despejando o azeite em um fio, devagarzinho, batendo bem com o fuê. Deu trabalho, claro. Fui olhar agora e parece que dá pra fazer com o mixer/liquidificador, bem mais fácil! Vou tentar da próxima vez! Reserve essa emulsão também.

Na hora de servir, é só misturar o peixe, a mistura de cebola e a emulsão em uma tigela grande. Confira o tempero e sirva com uma salada de folhas!

Rolinho Primavera Vietnamita

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Rolinhos Primavera Vietnamitas

Um amigo tem um restaurante “portas fechadas” aqui em Punta, de inspiração asiática. Quando fui pela primeira vez, vi no cardápio a opção de rolinhos primavera e já pensei no tradicional, chinês e frito. Em vez disso, recebi umas trouxinhas de vegetais frescos e crus. Provei suspeitando de tudo, mas amei! Bem leve e fresquinho!

Para finalizarmos as Tertúlias de Verão, resolvi fazer essa receita. Ela não é difícil, mas dá um pouco de trabalho fazer vários rolinhos. Mas o resultado compensa muito – e eles duram alguns dias na geladeira, servindo como um lanchinho saudável no verão. Além disso, eles são muito versáteis: você pode rechear como quiser. Eu fiz uma versão vegana, mas você pode colocar camarões cozidos, por exemplo.

O papel de arroz para fazer esses rolinhos pode ser encontrado em lojas de produtos naturais/orientais. Aqui, encontrei na seção gluten-free do supermercado (a população celíaca no Uruguai é aparentemente grande: a seção gluten-free existia mesmo antes da modinha e várias empresas nacionais fazem produtos sem glúten).

As quantidades listadas são só uma sugestão. Ajuste conforme o seu gosto!

1 pacote de discos de papel de arroz

1 pepino cortado em tirinhas – idealmente, cortado em julienne, mas eu ainda não dominei esse corte…

1 cenoura cortada em tirinhas

1/3 de pimentão verde em tirinhas

1/3 de pimentão vermelho em tirinhas

1/3 de pimentão amarelo em tirinhas

1/2 cebola roxa, cortada em fatias finas

1 pacote de broto de feijão – broto de alfafa seria ainda mais legal, mas não achei no mercado! 😀

Folhas de menta

Folhas de alface

Molho

4 colheres (sopa) de shoyo – tradicionalmente, usa-se molho de peixe tailandês (comprado em lojas de produtos asiáticos), mas aí a receita deixa de ser vegana. Eu testei das duas formas e as duas ficam boas.

1 colher (sopa) de açúcar

suco de meio limão

2 alhos picadinhos

1 xícara de água.

Rolinhos Primavera Vietnamitas

Comece cortando toooooodos os vegetais em tirinhas.

Quando você tiver cortado tudo, monte sua estação de trabalho: os vegetais, o broto de bambu, a menta, os discos de papel de arroz, um prato fundo cheio de água para hidratar os discos, um pano de prato limpo e um prato para colocar os rolinhos prontos.

Coloque um disco de papel de arroz no prato com água e deixe hidratar por um minuto. Você vai ver que ele amolece bastante! Com cuidado, retire do prato e coloque sobre o pano, tentando deixar esticado. Nas primeiras vezes, talvez seja um pouco trabalhoso, mas logo você pega o jeito!

Coloque os ingredientes do recheio no centro do disco, tentando não encher muito. Dobre a parte de baixo do disco para cobrir o recheio, dobre os lados para dentro, formando um envelope e dobre a parte de cima, fechando o rolinho. Repita esse processo até acabar o recheio ou os disquinhos 😀

Misture os ingredientes do molho e sirva!

Agua Fresca de Melancia e Menta

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Agua Fresca

Para a terceira receita das Tertúlias de Verão, resolvi fazer a primeira bebida do blog! 🙂 Enquanto pesquisava “receitas de verão” no Pinterest, descobri a tal da “agua fresca”, uma bebida mexicana bem refrescante. Ela é um ponto intermediário entre o suco e a água saborizada… ou simplesmente “refresco”, como diria sua avó! 🙂

Dentre as várias opções de agua fresca, resolvi fazer esta do Epicurious, que tem um detalhe diferente: ela leva xarope de menta caseiro. Nunca tinha feito xarope em casa e fiquei surpresa com o quanto é fácil! E o mais legal: você pode usar o xarope para fazer  agua fresca de abacaxi, combina muito bem!

Para uma jarra grande de agua fresca, você vai precisar de:

5 xícaras de melancia sem semente – eu usei meia melancia média e julguei que seria mais ou menos cinco xícaras 😀  Para a versão de abacaxi, usei 2 xícaras de abacaxi picado.

1/4 de xícara de suco de limão

MUITO gelo (eu usei duas formas!)

Para o xarope de menta:

1/4 de xícara de folhinhas de menta fresca

1/4 de xícara de açúcar

1/4 de xícara de água

Agua Fresca

Em uma panelinha, coloque todos os ingredientes do xarope e leve ao fogo médio até ferver. Misture bem para dissolver o açúcar. Retire do fogo e deixe esfriar completamente.

Enquanto o xarope esfria, retire as sementes da melancia e corte em cubinhos. Quando terminei de cortar, vi um abacaxi dando sopa na bancada. Como eu tinha dobrado a receita do xarope, resolvi fazer “agua fresca de abacaxi”: o método foi exatamente o mesmo, só que usei mais ou menos duas xícaras de abacaxi picado.

Coloque no liquidificador a melancia, o suco de limão e o xarope de menta e bata bem.

Coe diretamente na jarra que for servir. Adicione duas xícaras de água, misture bem e complete com bastante gelo. Sirva bem gelada!

Freezer: Coloque a agua fresca em forminhas de picolé e deixe congelar – vai ser sucesso absoluto!

Salmão Curado

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Salmão Chef John

Continuando as Tertúlias de Verão, finalmente fotografei uma das minhas receitas favoritas! Essa é uma ótima opção para se ter na geladeira e fazer um almoço rápido – uma saladinha ou um sanduíche com algumas fatias desse salmão resolvem. Além disso, para fazer essa receita você não precisa ligar o fogão, o que é ideal nesse calorão!

Essa deve ter sido a primeira receita do Chef John que assisti. Obviamente, depois que testei virei fã! No Natal, servi com torradinhas e cream cheese, que temperei com endro picadinho e pimenta-do-reino. Foi um sucesso!

1 peça de salmão – a minha tinha aproximadamente 1 kg, mas pode ser de qualquer tamanho, a salmoura é a mesma.

Para a salmoura:

2 1/2 xícaras de água fria

1/3 xícara de açúcar

1/2 xícara de sal

Salmão Chef John

Comece tirando a pele do salmão – ou comprando já sem pele, mais fácil. Com calma (e uma faca afiada) ela sai todinha.

Corte o salmão como se fosse fazer sashimi – ou seja, fatias de mais ou menos 0.5 cm. Se as suas fatias ficarem mais grossas, não tem problema – é só deixar um pouquinho mais na salmoura!

Para a salmoura, um pouco de muque e fé será necessário: misture todos os ingredientes em uma tigela média até que a água volte a ficar transparente. Nos primeiros dois, três minutos misturando, você vai pensar “essa água nunca mais ficará transparente”, mas aí é que entra a fé (e o muque): ela fica transparente sim, siga misturando!

Monte uma estação de trabalho na sua cozinha: o salmão cortado, a tigela, o prato para colocar o salmão pronto, a gradinha e o celular (ou timer de cozinha, se você for desses). Se você não tiver uma gradinha, coloque bastante papel-toalha sobre a bancada, para secar um pouquinho o salmão.

Coloque algumas peças de salmão na salmoura e marque três minutos. Não coloque muitos de uma vez só, só uma camada mesmo. Aos três minutos, transfira as peças de salmão para a gradinha (ou papel-toalha), para que elas escorram um pouco. Coloque outra leva de salmão na salmoura e repita o processo.

À medida em que o salmão vá escorrendo o excesso de líquido, acomode as peças em um prato, bem juntinhas, mas sem empilhar. Cubra o prato com plástico-filme e leve à geladeira por 12 horas.

Sirva com torradas e cream cheese temperado, ou só com shoyo mesmo!

Salada Grega

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Salada grega

Janeiro costuma ser sempre o mesmo esquema: calor infernal, “este ano eu vou comer menos tranqueira”, “pra que é mesmo que eu tenho um forno se basta abrir a janela?”, etc. Então, como aqui não é nada diferente e também está um calor infernal, nada melhor do que começarmos o ano com as Tertúlias de Verão! Uma série de receitas levinhas que combinam muito com esse calorão! 😀

A receita de hoje é uma salada SEM ALFACE (tenho birra) e muito muito gostosa. O legal é que você só suja a tábua e os pratos! A receita da Deb pedia queijo feta, que nunca encontrei aqui: fiz com ricota mesmo e ficou ótimo. Já testei também com queijo de cabra, fica excelente!

Para duas pessoas, você vai precisar de

1 pepino médio – usei esse da foto, qual é? Japonês? Normal? Não sei.

1/2 pimentão verde

1 xícara de tomates cereja

1/4 de xícara de azeitonas pretas – você pode omitir, se quiser. Não entendo, mas você pode fazer isso sim, a salada é sua.

1/2 cebola roxa pequena – a minha era grande, usei só 1/4

Fatias grossas de ricota, feta ou queijo de cabra – para uma versão vegana, use tofu grelhado

suco de 1 limão – me empolguei e usei dois, mas a receita falava em um só mesmo 😀

azeite, sal, pimenta-do-reino, orégano (fresco seria ideal, mas usei o seco mesmo)

Salada grega

A montagem da salada não tem mistério.

Se você acha cebola crua uma coisa muito forte, você pode fatiá-la bem fininha e deixar descansando no suco de limão enquanto prepara os demais ingredientes. Eu amo cebola crua (mamãe conta que eu roubava cebola crua da geladeira quando tinha 5 anos, daí vocês tirem), então só fiz cortar fininho mesmo! 😀

Corte também o pepino em pedaços médios, o pimentão em cubinhos pequenininhos e os tomates cereja ao meio. Eu cortei cada ingrediente e coloquei direto nos pratos, para economizar uma louça! #preguiça

Coloque as azeitonas e as fatias de ricota sobre a salada e tempere tudo com suco de limão (se você deixou as cebolas descansando nele, pode usar do mesmo jeito), azeite, sal, pimenta-do-reino e as folhinhas de orégano.

Coma e se sinta super bem por ainda não ter largado a promessa de ano novo! 😀

Deviled Eggs – ou Ovos Endiabrados

Deviled Eggs

Você também fez maratona na Netflix neste carnaval? 🙂 Quer comer algo diferente, mas não tem ânimo pra preparar nada muito complexo? A receita de hoje resolve seus problemas – e combina bem com o calorão!

Este prato tradicional da culinária americana, tradicionalmente servido em piqueniques ou como entrada em churrascos, também resolve o problema quando você quer um almocinho rápido. Basta cozinhar os ovos, retirar a gema, misturar com maionese e temperos, botar o recheio de volta e pronto!

A “receita” não tem quantidades, porque tudo depende de quantos ovos você quiser cozinhar:

Ovos, de preferência caipiras

Maionese

Mostarda

Sal e pimenta-do-reino

Temperos diversos: você pode usar páprica, pimenta-caiena, mostarda em pó, ervas frescas… vai do gosto!

[Opcional mas altamente recomendável] Água do picles – sabe aquele caldinho que vem no pote de picles? Pois é. Ele mesmo. Dá um toque super especial!

Para decorar: na foto acima, usei pimenta-biquinho, mas já usei azeitonas e alcaparras, fica ótimo também. De novo, vai do gosto.

Deviled Eggs

Como já adiantei, esta receita é muito simples: cozinhe os ovos com a gema dura. Já li vários métodos, mas o que eu costumo fazer é colocar os ovos em uma panela com água fria, tampar e, quando a água começar a ferver, marcar 12 minutos. Então despejo a água fervente e coloco água fria, para interromper o cozimento.

Com os ovos já frios, é hora de fazer o recheio. Com cuidado para não quebrar a clara em mil pedacinhos, corte os ovos ao meio e retire as gemas, colocando-as em uma tigela. Reserve as claras.

Na tigela, amasse as gemas e misture com a mostarda, uma colher (sopa) da água do picles, e os temperos. Acrescente maionese até obter um patê. O ponto do patê depende de como você vai rechear as claras.

Deviled Eggs

Se quiser uma refeição rápida, use uma colherinha para colocar o patê dentro da clara, onde antes estava a gema – como na foto acima. Neste caso, o melhor é um patê mais grossinho.

Se quiser servir de entrada, coloque o recheio em um saco de confeiteiro com bico pitanga grande, como fiz na primeira foto. Neste caso, coloque um pouco mais de maionese ou de água de picles no patê, para facilitar.

Decore com azeitonas/pimenta-biquinho/alcaparras. Sirva em temperatura ambiente ou frio!

Patê de Beterraba com Sardinha

Patê de Beterraba e Sardinha

De vez em quando eu pino uma receita que parece maravilhosa, penso “amanhã eu faço” e… esqueço completamente da coitada. Procurando uma novidade pra continuar essa série troncha de “receitas de verão” que ando fazendo aqui, reencontrei esta receita do blog da Rita Lobo.

Como tinha (quase) todos os ingredientes à mão, corri pra testar. Fui logo dobrando a receita, porque ele ia ser o almoço – sim, a preguiça é uma constante na minha vida. Ele é mais gostoso que bonito, e olha que achei ele lindão 😀 E o melhor de tudo: é muito fácil!

Você vai precisar de:

1 beterraba média, cozida

1 lata de sardinha

1 colher (sopa) de maionese – devo ter usado mais, porque fui no olho – estava com preguiça de sujar a colher de medida #sinceridades

1 colher (sopa) de azeite – esse eu até acho que botei certinho 😀

suco de meio limão

1 ramo de endro – não tinha (eu disse que tinha “quase” todos os ingredientes), não usei

sal e pimenta-do-reino a gosto – usei só pimenta, achei que o sal da sardinha/maionese já era suficiente.

Patê de Beterraba e Sardinha

O modo de preparo é novamente muito complexo. Pegue seu processador. Coloque as beterrabas COZIDAS e todos os demais ingredientes. Ligue. Processe por dois minutos, mais ou menos.

Sirva com torradinhas!

Salada de Pepino, Castanha de Caju e Gengibre

Salada de Pepino, Castanha de Caju e Gengibre

Tá, eu sei. Pepino é uma coisa muito sem graça. Ninguém AMA pepino, ninguém pensa “ai que vontade de comer um pepino agora”. Mas toda vez que eu vou ao sacolão e vejo pepinos, compro, quase no automático. Antes era para comer com hommus, mas agora acho que a culpa é dessa salada. Não consigo me lembrar COMO cheguei no blog da Manjula, uma senhorinha indiana que faz pratos bacaníssimos.

A primeira receita que fiz de lá foi justamente essa, que virou sucesso absoluto aqui em casa!

Como boa parte das saladas, esta receita é muito simples! Você vai precisar de:

2 pepinos cortados em meias-luas finas. Eu costumo descascar um pouco, porque acho a casca meio amarga, mas não tiro toda a casca.
Mais ou menos 50 g de castanha de caju – ela usa castanha em pó, mas eu prefiro a textura da castanha cortada em pedaços pequenos.
Algumas folhinhas de menta – eu não tinha, então não usei. Mas já fiz com menta e com hortelã, fica ótimo!

Para o molho:
1 colher (sopa) de azeite
suco de 1/2 limão
um pedaço de mais ou menos 0,5 cm de gengibre, ralado (não esqueça do gengibre, ele dá toda a graça da salada)
sal e pimenta do reino a gosto.
algumas folhinhas de erva-doce – eu não costumo usar, porque o Sky odeia, mas fica bem gostoso!

Salada de Pepino, Castanha de Caju e Gengibre

O preparo é veloz: misture os ingredientes do molho em uma tigelinha e bata bem com o garfo até incorporar. Reserve. Não misture o molho com os pepinos até a hora de servir, para evitar que o coitado do pepino murche e fique sem graça.

Na hora de servir, despeje o molho sobre o pepino e a menta e só então acrescente as castanhas de caju. PRONTO. Acabou.

Coma e fique pensando “nossa, mas não é que isso é gostoso mesmo?”.