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[Guest Post] Dip de Alcachofras com Espinafre

[Guest Post] Dip de Espinafre com Alcachofra

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Sabe aquele restaurante com temática americana, o Applebee’s? Pois então, fui visitá-lo quando meus pais estiveram por Campinas e ficamos fascinados numa espécie de gratinado de alcachofra e espinafre que eles serviram como “dip” para acompanhar as tortilhas.

Como o restaurante é meio caro e não existe em Passos, corremos pra internet para aprender a receita. Adaptamos daqui e ficou MARAVILHOSO. Vamos lá!

Tempo de preparo: 1 hora

Ingredientes:
200 g de creme de leite fresco
50 g de manteiga
1 xícara de chá de parmesão ralado
280 g de espinafre picadinho (essa medida é a que está na receita; nós não pesamos)
1 potinho de fundo (ou coração) de alcachofra em conserva escorridos e picados
1 xícara de chá de parmesão ralado (usamos mais, hihi)
1/2 xícara de chá de mussarela ralada (usamos mais =X)
3 dentes de alho amassado
115 g de cream cheese

Modo de Preparo:
Zero complicação. Enquanto seu forno aquece a 220 graus, pegue uma panela e aqueça a manteiga com o creme de leite, misturando bem. Ferveu? Desligue e adicione o parmesão, misturando. Misture esse molho e o restante dos ingredientes na própria panela mesmo e experimente o sal. Normalmente o sal dos queijos já dá conta do recado, mas fica a seu critério. Coloque tudo num refratário e leve ao fogo para gratinar. Sirva com aqueles Doritos sem sabor ou se arrisque a preparar suas próprias tortilhas! Isso fica pra uma próxima receita ;D
Bom apetite!

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[Guest Post] Risoto de Carne com Brócolis

[Guest Post] Risoto de Carne e Brócolis

[Nota: Esta receita foi feita pela Tia Dona Mãe do Rafa
e escrita pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Cansei! Minha mãe fez tanta receita aqui nessa página que agora ela tem as próprias tag: Tia Dona Mãe do Rafa!

Dessa vez a receita é de risoto. Surpreendentemente fácil de fazer e, ainda por cima, delicioso. Destruímos a panela numa tacada só.

Tempo de preparo: 40 min

Ingredientes:

2 copos de arroz tipo arbóreo (ou qualquer outro pra risoto)
4 a 5 copos de água
1 fio de azeite (ou 1 colher de manteiga)
1 cubo de caldo de carne [Nota: NÃO, usem o caldo de legumes caseiro!]
1 cebola pequena bem picada
3 dentes de alho amassados
400-500 g de alcatra cortada em cubinhos
1 copo de vinho tinto
1 copo de brócolis picado (opcional)
1/2 copo de cebolinha picada
sal e pimenta-do-reino a gosto
queijo parmesão ralado

Modo de Preparo:

A palavra chave pra essa receita ser fácil e dar certo é preparação. Apenas deixe a carne e o brócolis já picadinhos, bem como o restante dos ingredientes à disposição, como mostrado no nosso MISE EN PLACE (aprendi a expressão esse final de semana e vou usar sempre que puder, porque soa CHIQUE #mejulguem). Aqueça a água com o tablete de caldo de carne e mantenha-a sempre quente ao longo de todo preparo.

O resto é fácil. Refogue a carne picada com azeite (ou manteiga), cebola, alho, sal e pimenta até dourar. Acrescente o arroz arbóreo ou qualquer outro tipo que seja próprio para risoto (sim, tem de ser esses. Não, não faça substituições.) e mexa por 3 minutos. Adicione o vinho e mexa até que ele seja absorvido/evapore. Acrescente o brócolis e uma concha daquela água quente com caldo. Vá mexendo SEMPRE até que o líquido quase seque. Mexer é importante para que o grão solte bastante amilose e o risoto fique cremoso. Repita o processo de adicionar concha de água e mexer até que o arroz esteja ‘al dente’ (ir provando é importante, leva cerca de 18 minutos). Desligue o fogo e acrescente o queijo e a cebolinha, sempre mexendo. Sirva e seja feliz.

Para aprender um pouco mais sobre os tipos de arroz para risoto, acessem esse link aqui.

[Guest Post] Costela com Mandioca

[Guest Post] Costela com Mandioca

[Nota: Esta receita foi feita pela Tia Dona Mãe do Rafa
e escrita pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Aproveitando essa chuva aqui no sudeste, vamos para uma receita de se comer SUANDO. Minhas férias foram recheadas de delícias da culinária mineira e, dessa vez, vou compartilhar com vocês a costela com mandioca que minha mãe fez! Parece difícil, mas não é!

Tempo de preparo: 1h30min

Ingredientes:
• 1 kg de costela de vaca MAGRA (a costela, não a vaca)
• 500 grs de mandioca descascada
• 1 lata de tomates pelados
• Azeite
• Temperos: cebola, alho, pimenta do reino e pimenta biquinho

Modo de Preparo:
Numa panela de pressão, doure a cebola e o alho no azeite, acrescentando em seguida a costela picada (peça pro açougueiro picar, pelamor de deus, que dá menos trabalho), juntamente com sal e pimenta do reino a gosto. Eu frisei o uso de uma costela magra, pois essa carne já vem naturalmente com muita gordura. Então mesmo que você escolha a costela mais magra do açougue, ainda vai ter aquela gordurinha pra dar sabor.

Enfim, frite a carne até estar bem douradinha. Acrescente a lata de tomates pelados e água suficiente para cobrir os pedaços de carne. Cozinhe por 40 minutos na pressão. Retire a pressão, acrescente os pedaços de mandioca e mais água quente, se necessário. Cozinhe por mais 15-20 minutos. Finalize com cheiro verde e pimenta biquinho pra dar aquele visual e um sabor a mais. Pra acompanhar, apenas arroz branco já está ótimo!

[Guest Post] Escondidinho de Mandioca com Carne Seca

[Guest Post] Escondidinho de Mandioca

[Nota: Esta receita foi feita pela Tia Dona Mãe do Rafa
e escrita pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Aproveitando as férias na casa da minha mãe, aqui vai outra receita dela de babar. Comemos MUITO, mesmo nesse calorão. Então é porque vale a pena!

Aviso obrigatório: pela lei, preciso informar que foi minha mãe que fez a receita e detém o copyright.

Tempo de preparo: 1h30min

Ingredientes:
• Carne seca (500 g)
• Mandioca (1kg)
• 1 tomate picadinho
• Cebola, alho, cheiro verde, pimenta do reino e azeite a gosto.
• Queijo ralado (muito, de preferência)

Modo de Preparo:
Lembra aquela carne seca que ensinei a preparar aqui?

Pois é, depois de dessalgada, cozida e desfiada, refogue-a com tomate picadinho, pimenta do reino, cheiro verde, cebola, alho e azeite. Não acrescente sal. Reserve.
Cozinhe mandiocas DECENTES* (se quiser usar pressão, fique a vontade). Depois de cozidas, utilize a técnica de sua preferência para processá-las com um pouco de água, até obter um purê bem grosso. Aqui em casa acabou que botamos muita água e ficou mais na consistência de caldo. No entanto, devo dizer que não prejudicou em nada a receita e quase morremos de comer mesmo assim. Então vá lá, use mixer, processador, liquidificador ou o muque mesmo. Precisa de sal? Sim, um pouco, mas cuidado pra não exagerar porque a carne seca já é bem salgada. Reserve.

Pegue potinhos OU uma forma grande e faça a primeira camada de mandioca. Coloque a carne seca por cima e junte uma bolota de requeijão se quiser. Cubra com mais uma camada de mandioca. Despeje toneladas do queijo de sua preferência por cima.

Por favor, não use muçarela, pois fica muito rançoso. Recomendo o bom e velho parmesão SEM SER DAQUELE DE SAQUINHO, porfa, que isso é indigno.

Gratine. Sirva. Aqui decoramos com salsinha e pimenta biquinho que não arde e dá um mega sabor *-*

*nota: mandioca decente só aqui na feirinha de Passos-MG mesmo. Venham.

[Guest Post] Tertúlia de Pernil

[Guest Post] Pernil

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook. Eu comi quando estive em Brasília, recheando o Pão de Queijo e, gente…. sensacional!!!]

Uma receita FÁCIL e GOSTOSA para o seu Natal ou para qualquer ocasião. Sério, se você não quer ter trabalho na ceia, dê uma chance para esse pernil. Obrigado dona Ana Lucia pelos ensinamentos.

Tempo de preparo: 1h30min

Ingredientes:
• Pernil sem osso (tamanho variado)
• Bacon (o suficiente)
• 1 cebola em quatro partes.
• Óleo de soja ou azeite
• Temperos variados: shoyu, noz moscada, pimenta do reino, pimenta calabresa, pimenta cumari.

Modo de Preparo:
Essa talvez seja a menor e melhor receita que postarei aqui. Simplesmente fure a peça de pernil em alguns pontos, PREENCHA os furos com PARALELEPÍDOS de bacon e/ou tirinhas de cebola e deposite o pernil em uma panela com o fundo levemente recoberto de óleo de soja ou azeite.

Adicione a cebola (que vai sumir) e os temperos a gosto. NÃO USE SAL: o bacon e o shoyu dão conta. Cubra a peça com água e ligue o fogo alto. Espere e espere e espere até que toda água se evapore e o pernil frite no óleo restante. Demora um pouco? Sim, mas fica mega macio e mega saboroso sem nem sequer precisar de panela de pressão.

[Guest Post] Pernil

Quer fazer MAIS sucesso? Faça a tradicionalíssima combinação mineira de pernil, pão de queijo (PDQ) e maionese de legumes. Sim, senhoras e senhores, fica muito bom! E peço a gentileza de que, quem provou minha receita, se manifeste nos comentários. O PDQ já está postado na página e maionese é fácil de fazer. GARANTO que vai ser sucesso na ceia

[Guest Post] Amor aos Pedaços da Tia Isa

[Guest Post] Amor aos Pedaços

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Essa receita é um dos meus doces favoritos e, frequentemente, nas minhas visitas a Passos, eu sou brindado com um belo pedaço dessa maravilha feita pela minha Tia Eloisa. Essa receita vem de um livro mega antigo (confiram nas fotos) que pede para passar o abacaxi na ~máquina~ e manda adicionar leite na massa até que ela fique na consistência de massa de bolo, só que mais mole. É livro de profissional minha gente! Vamos lá!

Tempo de preparo: 1h30min

Trilha sonora: Amado Batista – Meu ex amor

Ingredientes:

Recheio:
1 abacaxi passado ligeiramente no processador/liquidificador
1 pacotinho de coco ralado
2 xícaras de açúcar (a receita pedia 4, faça por sua conta e risco! Hahaha)
3 ovos

Bolo:
3 xícaras de farinha de trigo
1 colher (sopa) de manteiga
3 ovos
1 colher (sopa) de fermento químico
1 xícara de açúcar refinado
2 xícaras de leite

Modo de Preparo:
Como diz o livrinho, faça primeiramente o recheio. É só levar todos os ingredientes ao fogo até obter um doce de consistência mole, como na foto! Demora uns bons 20 minutos, mas fica delícia e dá vontade de já parar por aqui e comer tudo! Não faça isso. Ele escurece mesmo, mas é porque o açúcar vai cristalizando. Aqui cabe uma ressalva: a receita pede pra usar 4 xícaras de açúcar, mas eu, sinceramente, acho um exagero. Com duas já ficou bem doce. De todo modo, se você preferir seguir tudo à risca, tá aí a quantidade original.

[Guest Post] Amor aos Pedaços

A parte do bolo é simples também. Não passa de uma receita normal de bolo com um pouco mais de leite. É só misturar todos os ingredientes e, no final, adicionar o leite, sempre batendo. Eu obtive a consistência pedida utilizando 2 xícaras, mas vá adicionando com calma quando for fazer, caso o ponto seja diferente para você.
Tudo misturado, pegue uma forma untada e enfarinhada (decentemente, pfv) e despeje metade da massa. Acrescente o doce (já frio!) espalhando bem e jogue o restante da massa por cima, alisando com a faca, como a receita pede. Mande tudo pra dentro do forno pré-aquecido e deixe até a parte de cima dourar. Na dúvida, faça o teste do palito! Quando esfriar, desenforme e decore com açúcar de confeiteiro! Não do jeito que eu fiz, pelamor de deus…caiu demais no pratinho, mas fotografei assim mesmo. #preguiça #fome

[Guest Post] Pão de Queijo Mineiro – O Legítimo

[Guest Post] Pão de Queijo

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook. Eu comi quando fui a Brasília – digo, sem exagero, que este é o melhor pão de queijo DA VIDA! Bate até o do Mercado Central de BH!]

Como mineiro radicado em São Paulo, é minha obrigação dizer que o pão de queijo daqui dá nos nervos. Poderia muito bem ser chamado de “pão de quê”, porque de queijo não tem nada! São brancos demais, murchos demais e tem aquele leve gosto de decepção. E o pior: vai queijo parmesão na receita… c’mon! #desabafo

Pois bem, na tentativa de SANAR esse problema crônico do estado de SP, eu trouxe esta tradicional receita mineira de pão de queijo (doravante denominado PDQ). As medidas são esquisitinhas: “1 copo de requeijão menos dois dedos”, mas a receita me foi passada assim e eu prefiro não desrespeitar a memória dos antepassados com modificações. Seria praticamente uma heresia. Mas tá, eu converti para mililitros para facilitar a vida de vocês.

Tempo de preparo: meia volta do cometa Halley. Ok, 40 min para a massa (sendo otimista) e 30 min para o forno.

Ingredientes:
• 1 kg de polvilho AZEDO (não pode ser o doce)
• 1 copo (requeijão), menos dois dedos, de óleo (175 mL)
• 1 copo (requeijão), menos dois dedos, de água (175 mL)
• 2 copos (requeijão), menos dois dedos, de leite (350 mL)
• 1 colher (sopa) de margarina ou manteiga
• 3-4 ovos (se tiver ovos caipiras, use metade normal e metade caipira. Explicarei.)
• 1 colher (chá) de sal
• 500 g de queijo CANASTRA (de preferência), mas funciona muito bem com o queijo minas meia cura. Falaremos sobre isso no preparo.

Modo de Preparo:
Primeiramente eu devo dizer que essa receita é preparada mil vezes mais tranquilamente com a ajuda de um amiguinho. Quem já me ajudou sabe a dor e a delícia de preparar PDQ!

A primeira etapa consiste em preparar os ingredientes:

i) O polvilho precisa ser batido no liquidificador/processador para quebrar as bolinhas mais duras que existem naturalmente no produto. Adicione o sal nessa etapa. É necessário bater até que o polvilho adquira a textura da maisena. Não se preocupe, é realmente rápido, o único problema é que não cabe 1 kg no liquidificador então você vai ter de fazer por partes.

ii) O queijo precisa ser ralado. E digo mais, nem bem começamos e já chegamos ao cerne dessa receita: o tipo do queijo. Como minha cidade natal está localizada próxima à Serra da Canastra, é muito comum encontrarmos queijos do tipo CANASTRA no supermercado. Aqui em São Paulo, no entanto, não é tão fácil assim. Caso você encontre em feiras e afins, go for it, caso contrário, compre o queijo Minas meia cura que também dá certo e o gosto é BEM PARECIDO.

iii) O óleo, o leite, a água e a margarina precisam ser misturados e aquecidos até ferverem (cuidado, pois a fervura é rápida e, se você não prestar atenção, essa etapa é uma potencial causadora de sujeira no seu fogão).

[Guest Post] Pão de Queijo

Com os ingredientes prontos, espalhe o polvilho numa bacia grande e, quando eu digo grande, é realmente grande: estilo aquelas que você tomava banho de PERMANGANATO quando criança. Quanto maior, mais liberdade para sovar a massa. Pois bem, feito isso, despeje o óleo/leite/margarina ainda fervendo por cima do polvilho, de modo a escaldá-lo. Vá mexendo com uma colher e, quando estiver frio o suficiente para você conseguir colocar a mão, comece o processo de sovar. E sove, sove, sove, sove, sove…sove, sove, sove até obter uma massa mais ou menos homogênea. Caso a massa não dê liga, adicione um pouco mais de leite quente. Nessa hora você vai estar enamorado da sua criação, de tão lisinha e perfeita, mas não se apegue demais, pois a etapa seguinte vai desfigurar sua obra.

Adicione os ovos um a um e vá misturando-os na massa com as mãos (ou peça pra alguém fazer isso para você enquanto você sova. Acredite, é melhor). Três ovos é o mínimo para essa receita, mas caso você perceba que a massa ainda está longe do ponto (muito dura), adicione mais um ovo. Se você tiver ovos caipiras, eu vou dizer que a receita fica muito mais saborosa e principalmente mais bonita (PDQ fica amarelinho!). Mas cuidado, procure não usar mais do que 2 ovos caipiras, pois eles são muito fortes. Complemente o que faltar com ovos normais. O ponto ideal é quando a massa está bem grudenta e não sai nem ferrando da sua mão (veja nas fotos).

A penúltima etapa é adicionar o queijo e misturar tudinho. Eu coloquei ali 500 g, mas a real é que quanto mais, melhor! Sinceramente, eu já cheguei a usar quase 1 kg. E aqui vai uma dica: deixe uns pedacinhos maiores sem ralar. Assim você pode enfiá-los na massa na hora de enrolar o PDQ e eles derretem lá dentro quando assam e puta merda fica bom!

Ufa! Agora é só enrolar. Chame seu amiguinho, unte suas mãos com óleo e mãos à obra! Enrolem do tamanho que lhes aprouver. Eu prefiro fazê-los menores, mas não do tamanho coquetel que aquilo é muito sem graça plmdds. Enrolou? Pode por para assar direto ou congelar. Se for assar, cerca de 30 min, ou até que fiquem dourados, como na foto. Se for congelar, congele-os na própria forma para que não grudem. Depois que estiverem durinhos pode juntar tudo num saco ou tapaué e deixar lá no congelador. Para fazer o PDQ já congelado é só leva-los ao forno pré-aquecido normalmente, sem descongelar.

Experimente esta receita e depois venha passar raiva junto comigo ao comer os PDQs de São Paulo! =D

[Guest Post] Costelinha c’Arroz

[Guest Post] Costelinha C'Arroz

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook]

Tempo de preparo: 1 hora

Ingredientes:
• Costelinha de porco (o quanto você KIZÉ)
• Arroz (o quanto você guentá cumê)
• Temperos: limão capeta (pode ser outro, se não tiver), pimenta do reino, alho, cebola e sal (ou shoyu).

Já fizeram costelinha de porco? É fácil, ó só. Compre a costelinha, de preferência já cortada, ou arranje uma faca decente para fazer o serviço. Tempere a costelinha em uma “tapaué” COM tampa. Para 1 kg use: suco de 2 limões pequenos (foto), alho, cebola em cubos e sal (ou shoyu) a gosto. Cuidado com o molho shoyu! É preferível colocar só um pouco e depois ir ajustando conforme cozinha. A tampa da tapaué é pra você fechá-la e sacudir a carne lá dentro junto com os temperos. Feito isso, frite a costelinha no óleo e, quando ela já estiver bem douradinha, acrescente água (de preferência quente) até cobri-la por completo. Deixe fervendo e espere secar, dando mais uma fritadinha no final. Por que fritar antes e depois? Perguntei para minha mãe e ela explicou que o processo é feito assim desde tempo imemoriais. Quem somos nós para questionarmos as tradições, não é?

[Guest Post] Costelinha C'Arroz

Bem, a costelinha está pronta e delícia, mas sobrou aquela CRACA na panela que você sabe que vai ter de deixar uns 3 dias de molho em soda pra sair. OOOOU você pode usar essa delícia calórica disfarçada de craca de panela para turbinar (detesto essa palavra) o seu arroz. Isso mesmo, remova as costelinhas e jogue o arroz lá dentro da panela, dê uma fritadinha nele, cubra com água e cozinhe-o normalmente. Ele vai ficar marronzinho e mil vezes mais saboroso. Arremate o prato com um vinagrete e uma cerveja, se possível.

 

[Guest Post] Nhoque de Mandioca

[Guest Post] Nhoque

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook]

Já vou logo dizendo que esse prato foi baseado numa receita do site da Ana Maria Braga. Me julguem! Lá está escrito “gnocchi”, mas me recuso.

Tempo de preparo: chame algum amigo (né, Sabrina?) e bote uma música, pq demora um pouco.

Ingredientes:
• 1 kg de mandioca cozida (com sal)
• 1 ovo
• 1 colher (café) de canela
• ½ colher (café) de noz moscada
• 1 colher (chá) açúcar
• 1 colher (sopa) de sal
• 100 grs de queijo parmesão ralado
• 100 grs de manteiga
• 1 xícara de farinha de trigo (125 grs)
• Queijo parmesão para polvilhar (a gosto)

A parte enjoada dessa receita é amassar a mandioca cozida. Você pode usar aqueles espremedores de batata aliados a uma força sobre-humana. Como eu não tenho nenhum dos dois, joguei as mandiocas no processador e boa. A mandioca processada vai formar uma bolota super grudenta e vai dar vontade de comer um pedacinho com sal, mas se segure (ou não). Reserve.

Numa tijela separada, bata bem o ovo e, em seguida, misture a noz moscada, a canela (sim, use!!!), o açúcar, o sal, a manteiga e os 100 grs de parmesão. Vai ficar mega esquisito. Você joga essa mistura por cima da mandioca e vai sovando. Quando estiver homogêneo, adicione a farinha de trigo e continue sovando até que a massa fique lisa. Se estiver muito grudento, jogue um pouco mais de farinha, mas cuidado, pois se jogar demais vai dar aquele gostão. Pronto, sua mão está amanteigada e a cozinha já está começando a se sujar, mas garanto que não haverá arrependimentos.

Sabe o(a) amigo(a) que você tinha chamado pra te ajudar? Agora é a hora. Jogue um pouco de farinha numa superfície lisa (de preferência de pedra, mas aqui foi na mesa de madeira mesmo). Pegue pedaços da massa e vá fazendo rolinhos do tamanho que você quiser que o nhoque fique. Recapitule como sua vó fazia. Reconheça o esforço dela em te agradar. Prossiga com o rolinho. Corte o rolinho no tamanho padrão de nhoque da ABNT. Vá jogando-os num pote qualquer e não se preocupe, eles desgrudam na hora de cozinhar. Acabou tudo? Agora pegue um panelão de água fervendo e comece a jogar os nhoques lá dentro. Aqui é bem rápido: logo eles sobem, o que significa que está na hora de retirá-los. Jogue os nhoques cozidos IMEDIATAMENTE em água fria, para parar o cozimento e evitar que eles fiquem moles. Acabando esse processo, finalmente a recompensa. Sabe aquele molho que ensinei no domingo e que você já fez e já congelou? Pois então, aqueça esse molho e jogue por cima do nhoque. Polvilhe com queijo. Devore. Repita. Culpe-se. Repita. Cochile. Culpe-se novamente. Ah! Já disse que é pra, realmente, usar canela? Fica super diferente e muito gostoso!

[Guest Post] Manjar de Coco

[Guest Post] Manjar de Coco

[Nota: Esta receita foi feita pela Tia Dona Mãe do Rafa
e escrita pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Esse doce é para surpreender você e as visitas. Você ficará surpreso de como é fácil fazê-lo e as visitas ficarão surpresas com o sabor incrivelmente suave. Pontos negativos: todo mundo vai ficar pedindo e você terá de fazer esse bendito manjar direto. Como sempre, mais uma receita patrocinada pela senhora minha mãe Ana Lucia (a mão nas fotos~) ;D

Tempo de preparo: 30 min

Ingredientes:
• 1 litro de leite
• 4 colheres de sopa de maisena
• 1 lata de leite condensado
• 1 vidro pequeno de leite de coco
• 2 xíc. de açúcar
• 2 xíc. de água
• 300 grs de ameixas sem caroço

Não vou enrolar no passo a passo porque o negócio é simples mesmo. Misture o leite, o leite condensado e o leite de coco numa panela (pode ser leiteira). Adicione a maisena aos poucos, dissolvendo ela num copo separado com um pouco do leite (isso evita que ela empelote). Leve ao fogo até engrossar. Ficou muito fino? Taca mais maisena. Jogue tudo dentro da forma de pudim e reserve.
Para a calda, basta caramelizar o açúcar e jogar a água com as ameixas em seguida. Deixe engrossar e jogue por cima do manjar na forma. Pode jogar antes também, para dar aquela distribuída. Daí é só geladeira até endurecer um pouco. Sirva para as pessoas e conquiste corações. Boa noite.