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Rolinho Primavera Vietnamita

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Rolinhos Primavera Vietnamitas

Um amigo tem um restaurante “portas fechadas” aqui em Punta, de inspiração asiática. Quando fui pela primeira vez, vi no cardápio a opção de rolinhos primavera e já pensei no tradicional, chinês e frito. Em vez disso, recebi umas trouxinhas de vegetais frescos e crus. Provei suspeitando de tudo, mas amei! Bem leve e fresquinho!

Para finalizarmos as Tertúlias de Verão, resolvi fazer essa receita. Ela não é difícil, mas dá um pouco de trabalho fazer vários rolinhos. Mas o resultado compensa muito – e eles duram alguns dias na geladeira, servindo como um lanchinho saudável no verão. Além disso, eles são muito versáteis: você pode rechear como quiser. Eu fiz uma versão vegana, mas você pode colocar camarões cozidos, por exemplo.

O papel de arroz para fazer esses rolinhos pode ser encontrado em lojas de produtos naturais/orientais. Aqui, encontrei na seção gluten-free do supermercado (a população celíaca no Uruguai é aparentemente grande: a seção gluten-free existia mesmo antes da modinha e várias empresas nacionais fazem produtos sem glúten).

As quantidades listadas são só uma sugestão. Ajuste conforme o seu gosto!

1 pacote de discos de papel de arroz

1 pepino cortado em tirinhas – idealmente, cortado em julienne, mas eu ainda não dominei esse corte…

1 cenoura cortada em tirinhas

1/3 de pimentão verde em tirinhas

1/3 de pimentão vermelho em tirinhas

1/3 de pimentão amarelo em tirinhas

1/2 cebola roxa, cortada em fatias finas

1 pacote de broto de feijão – broto de alfafa seria ainda mais legal, mas não achei no mercado! 😀

Folhas de menta

Folhas de alface

Molho

4 colheres (sopa) de shoyo – tradicionalmente, usa-se molho de peixe tailandês (comprado em lojas de produtos asiáticos), mas aí a receita deixa de ser vegana. Eu testei das duas formas e as duas ficam boas.

1 colher (sopa) de açúcar

suco de meio limão

2 alhos picadinhos

1 xícara de água.

Rolinhos Primavera Vietnamitas

Comece cortando toooooodos os vegetais em tirinhas.

Quando você tiver cortado tudo, monte sua estação de trabalho: os vegetais, o broto de bambu, a menta, os discos de papel de arroz, um prato fundo cheio de água para hidratar os discos, um pano de prato limpo e um prato para colocar os rolinhos prontos.

Coloque um disco de papel de arroz no prato com água e deixe hidratar por um minuto. Você vai ver que ele amolece bastante! Com cuidado, retire do prato e coloque sobre o pano, tentando deixar esticado. Nas primeiras vezes, talvez seja um pouco trabalhoso, mas logo você pega o jeito!

Coloque os ingredientes do recheio no centro do disco, tentando não encher muito. Dobre a parte de baixo do disco para cobrir o recheio, dobre os lados para dentro, formando um envelope e dobre a parte de cima, fechando o rolinho. Repita esse processo até acabar o recheio ou os disquinhos 😀

Misture os ingredientes do molho e sirva!

Salada de Cenoura, Grão-de-Bico e Tahine

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Salada de Cenoura, Grão-de-Bico e Tahine

Sabe como é mudança, né? Você tem que fazer umas “limpas”, para não levar tranqueira para casa nova. Quando chegou a vez da geladeira, encontrei meia latinha de tahine dando sopa – sobra de uma receita de hommus, com certeza. Tinha grão-de-bico congelado, então o óbvio seria fazer hommus de novo… mas também tinha bastante cenoura, então lembrei de uma receita linda que tinha visto no smittenkitchen.

Essa foi, sem dúvida, uma das melhores saladas da minha vida! E olha, é uma refeição completa (quem disse que comida vegana não sustenta?). Fiz a receita inteira para o almoço – nós dois morremos de tanto comer e ainda sobrou um pouco!

Eu poderia passar horas falando sobre como o molhinho de tahine combina com a cenoura, sobre como o grão-de-bico quentinho e bem temperado dá aquela sensação de comfort food… mas vou me conter!

Pra ficar embasbacado, você vai precisar dos seguintes ingredientes:

Para o grão-de-bico:

1 lata de grão-de-bico escorrida – eu usei duas xícaras de grão-de-bico cozido

1 colher (sopa) de azeite

½ colher (chá) de cominho

½ colher (chá) de páprica – nem tava na receita original, mas eu sempre ponho, me deixem

½ colher (chá) de sal

Para a salada em si:

400 g de cenoura, ralada grossa

¼ de xícara de salsinha picada grosseiramente – ou seja, “um tanto”

¼ de xícara de pistaches, picados grosseiramente – não sou muito fã deles, então não usei.

Para o molhinho sucesso absoluto:

1 dente de alho médio, picado – eu usei mais. Eu sempre uso mais.

¼ de xícara de suco de limão

3 colheres (sopa) generosas de tahini – misture bem antes de medir

2 colheres (sopa) de água

2 colheres (sopa) de azeite

Sal e pimenta do reino.

Salada de Cenoura, Grão-de-Bico e Tahine

Comece preparando o grão-de-bico: misture bem o grão-de-bico com o azeite e os temperos, para cobrir todos. Coloque em uma assadeira grande, sem empilhar, e leve ao forno preaquecido por uns 20-30 minutos, até ficarem dourados e crocantes. Dê umas sacudidas na assadeira de vez em quando, para garantir que o grão-de-bico asse por igual.

Com um batedor de arame, misture todos os ingredientes do molho em uma tigela. Misture com a cenoura e a salsinha. Reserve.

Na hora de servir, misture os pistaches (se estiver usando) e o grão-de-bico. Coma e fique pensando seriamente na possibilidade de comer isso todos os dias da sua vida 😀

Sopa de Cenouras Assadas

Sopa de Cenouras Assadas

Cenouras bonitas no mercado, com aquela cara de “me compre”. Era a hora de fazer uma receita que tinha pinado há séculos. Sabe aquelas receitas que você acha que vai dar super certo, mas rola uma certa preguicinha de fazer? Então.

Mas a preguiça era besteira minha, porque ela é bem fácil – e maravilhosa! Sem dúvida, essa é uma das sopas mais interessantes que já fiz, provando mais uma vez que Patricia Scarpin é uma gênia. ❤ Pra variar, dei uma leve modificada na receita, porque sou enxerida.

A receita é vegetariana, mas para veganizar basta trocar o creme de leite por um creme de soja/arroz/etc.

Você vai precisar de

1 kg de cenoura – descasque e corte em pedaços grandes

350 g de cebola – mesmo esquema

Mais ou menos umas 3 colheres (sopa) de azeite

sal e pimenta-do-reino (botei páprica também)

Uns 5 dentes de alho, com casca e tudo (da série: coisas que pensei em colocar enquanto preparava a foto dos ingredientes 😀 )

1 colher (chá) de cominho em pó

1,5 litros de caldo de legumes – usei o caseiro, concentrado, e completei com água

250 mL de creme de leite fresco (ou um substituto vegano, se for o caso)

 

Coloque as cenouras, as  cebolas e os alhos com casca e tudo em uma assadeira. Despeje o azeite, o sal, a pimenta-do-reino, a páprica e o cominho. Misture bem e leve ao forno pré-aquecido por mais ou menos 40 minutos, ou até que a cenoura esteja macia.

Sopa de Cenouras Assadas

Quando ela estiver macia, coloque os ingredientes da assadeira em um processador/liqui, acrescente o caldo e bata. Eu, a #semliqui, coloquei tudo na panela mesmo e usei o mixer (amor eterno).

Quando tudo estiver bem batido, acrescente o creme de leite e aqueça a sopa até levantar fervura. Sirva imediatamente.

Pão Integral de Cenoura

Pão de Cenoura

Entre política estressante, trabalho ainda mais estressante e vida aprontando das suas palhaçadas, o Tertúlias ficou meio paradinho, mas a cozinha não! Estou me esforçando para não comprar pão industrializado – o caseiro é mais gostoso (e eu curto o processo). Outra meta é a de limpar o Pinterest, finalmente fazendo as mil receitas que pinei. Claro, esta última é impossível. Todo dia tem uma receita nova… 😀

Combinando estes dois objetivos, resolvi finalmente fazer este pão da Cozinha da Ceci, que tinha pinado lá em mil novecentos e bolinha! Fiz dois pães (um para comer, outro para congelar), aumentei também a quantidade de cenoura que a receita pedia e não me arrependi. Minto. Me arrependi de não ter feito mais!

Para uma forma de 30 x 12, você vai precisar de:

2 colheres (chá) de fermento biológico seco
1 colher (sopa) de açúcar
1 xícara de água morna
2 ovos
2 cenouras médias, descascadas e em pedaços – a receita original pedia 1 pequena, nãããão, manda bala na cenoura! 😀
½ xícara de óleo
2 xícaras de farinha de trigo branca
½ xícara de farinha de trigo integral
½ xícara de aveia em flocos finos – você pode trocar por mais farinha integral
1 colher (chá) de sal

Pão de Cenoura

Em uma tigelona (que dê para misturar bem todos os ingredientes), misture o fermento com açúcar. Acrescente a água morna – lembra da regra dos 10 segundos? – e reserve até que o fermento comece a borbulhar. DIZ A LENDA que este passo é opcional quando a gente usa o fermento biológico seco, mas eu nunca arrisquei.

Bata no liquidificador os ovos, a cenoura e o óleo. Despeje esta mistura sobre o fermento. Acrescente as farinhas e o sal e misture com uma espátula de silicone até que você não consiga ver pedacinhos de farinha.

Despeje o pão na forma (untada se for o caso). Cubra com um pano de prato bem vó e deixe crescer em um lugar quentinho até dobrar de volume.

Asse em forno preaquecido por mais ou menos 40 minutos, ou até dourar dos lados – se você bater na parte superior, ele vai estar firme e você vai ouvir um leeeeeve som de oco.

Espere uns cinco minutinhos, retire da forma e deixe esfriar em uma grade. Resista à tentação de cortar o pão ainda quente, para que ele não esfarele!

Para congelar, basta enrolar bem o pão (frio, lógico) em plástico-filme. Eu costumo cortar em blocos, para só descongelar o que vou comer no dia.

[Guest Post] Bife a Rolêzinho no Shopping

[Guest Post] Bife a rolê

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook]

Tempo de preparo: 40 minutos

Trilha sonora: roncos de fome da minha barriga

Ingredientes:
4 bifes de coxão duro [no mercado que fui, já estavam cortados especialmente para rolê];
1 cenoura pequena cortada no sentido do comprimento em quatro partes;
4 vagens pequenas;
4 tiras de bacon;
4 tiras de queijo provolone;
1 cebola média picada em cubos;
1 tomate picado em cubos;
1 ½ xícara de água [na real, cobri os bifes pela metade];
Molho inglês [4-5 esguichadas. Sim, eu não meço nada];
Temperos: sal, alho, pimenta do reino.

Modo de Preparo:
Liberei minha #vó interior e decidi fazer essa receita super caseira de bife a rolê que vi numa revistinha comprada no Walmart por R$2,50. A revista tinha tantos pratos típicos de vó que mais parecia um tutorial para nutrição de netos.

Bem, a primeira coisa a ser feita é temperar os bifes com sal, alho, pimenta do reino e outros temperos que você desejar. Depois disso, deixe a carne em stand by e vá tirar as pontinhas das vagens, cortar a cenoura, o bacon e o provolone. Feito isso, coloque o bife numa superfície lisa, ajeite os recheios e enrole. Prenda tudo com dois ou três palitinhos de dente.

O próximo passo é dourar os bifes numa panela de pressão com um pouco de óleo. Procure virá-los para que fritem por igual. No meio do processo, jogue as cebolas picadas e, quando tudo estiver douradinho, jogue o tomate picado e o molho inglês.

Assim que tudo ficar bem refogado, jogue a água e tampe a panela de pressão. Cozinhe por 10 minutos após a panela começar a chiar. Menos que isso o bife vai ficar muito duro e você vai se sentir o Rei Arthur tentando tirar aqueles palitinhos da carne.

[Guest Post] Bife a rolê

Tudo pronto, basta retirar os bifes e servi-los em alguma tigela, pois fica muita água na panela. Não desperdice os tomates e a cebola: recolha-os e jogue por cima do bife. Para acompanhar, fiz arroz branco, mas confesso que, para ser uma receita completa de #vó, seria preciso um tutu de feijão. Prometo essa receita pro futuro! ;D

Salada de Macarrão

Salada de Macarrão

OK. Eu sei. É um absurdo chamar isso de “salada”. Mas foi assim que eu aprendi. E gente, é fácil, é uma delícia, serve de acompanhamento, serve de prato principal, serve de lanche da madrugada…. Ou seja, é perfeito.

Essa é uma receita que PEDE pra ser feita em maior quantidade, porque ela fica mais gostosa ainda no dia seguinte, depois que ficou lá na geladeira um tempinho…. Vamos à receita.

Calorias: cada vez que você chama isso de “salada”, mais 400 calorias.

Ingredientes:
1 pacote de macarrão parafuso, ou fusilli se você quiser ser metido a italiano
3 latas de atum – ao óleo, tá no inferno, abrace o capeta de vez e largue daquela sem-gracice que é o atum em água
1 cebola grande, picadinha
1 lata de ervilha
1 pimentão da sua cor favorita – dessa vez não tinha, não usei, mas fica bom
2 tomates
1 cenoura grande, ralada – dessa vez não tinha, não usei, mas fica bom
2 beterrabas cozidas e cortadas em cubinhos – nunca tinha testado, resolvi inovar, ficou ótimo
Maionese (comece com meia xícara, talvez precise mais)
Shoyo
Temperos diversos (usei páprica, pimenta do reino e mostarda em pó)

Modo de preparo:

Essa é outra receita fácil, fácil. Comece cortando a beterraba em cubinhos. Cozinhe-a, escorra e deixe esfriar.

Coloque a água do macarrão para ferver.

Enquanto a água está fervendo, corte a cebola, o pimentão e o tomate. Rale a cenoura e escorra o atum e a ervilha. Procure uma tigela que caiba tudo. Misture os vegetais (eu preferi deixar a beterraba por cima, pra não ficar tudo cor de rosa, mas faça como achar melhor), o atum e os temperos. Coloque um pouco de shoyo – uma borrifada generosa, mais ou menos – e vá colocando maionese, misturando até dar um ponto de patê grosso. Reserve.

Quando o macarrão estiver cozido, escorra-o e misture a pasta de atum. Sirva morno ou frio. É um almoço perfeito para esses dias de calor!

Muffin Salgado de Cenoura

Bolinho Salgado de Cenoura

Essa receita facílima foi levemente adaptada do Receitas de Minuto.

Calorias: e criança lá sabe o que é isso?

200 g de cenoura – tenho AGONIA/ÓDIO de receita que fala “uma cenoura”, como se cenouras não fossem ridiculamente diferentes
3 ovos
1 ½ xícara (chá) de água
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
4 colheres (sopa) de óleo
1 colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de fermento
Pimenta do reino
Cúrcuma (açafrão-da-terra, o amarelinho)
Páprica defumada

Recheio:

Use o que quiser. Eu fiz assim:

2 colheres (sopa) generosas de requeijão
200 g de presunto picado
10 azeitonas picadas

Modo de preparo:

O certo seria começar misturando o recheio, pra facilitar. Lógico que eu não fiz isso e tive que colocar coisas por cima do fogão na minha micro cozinha.

No liquidificador, bata a cenoura, a água, o óleo e os ovos. Em uma tigela decente, coloque os ingredientes secos, acrescente o “suco” do liquidificador e misture até incorporar.

Não cometa o meu erro. Mesmo que a sua forma seja antiaderente, que ela funcione lindamente para todas as receitas que você faz, etc…. unte. Por favor, unte suas forminhas – eu pelejei pra achar um bolinho bonito pra tirar foto! #truestory

Pré-aqueça o forno enquanto enche as forminhas. Se não tiver forma de cupcake, vai na de empadinha, dá na mesma. Coloque umas duas colheradas de massa, uma colherada de recheio e cubra com mais duas colheradas de massa. Repita o processo até acabar. Aqui consegui 19 muffins.

Asse por cerca de 20 minutos – faça o teste do palito/garfo/ponta da faca.

Desenforme, coloque na merendeira, lembre-se que você tem 30 anos na cara, retire da merendeira, coloque em uma marmita/tupperware (merendeira de adultos) e coma no trabalho para inveja geral.

Yakisoba Turbinado e Descarado

Yakisoba

Explico o descaramento: não tem quantidade exata, é tudo aproximado. Eu sei, eu odeio isso, mas fiz de olho – e na sua casa, você faz do jeito que achar melhor. Explico o turbinado: pus bacon! Não tem nada de tradicional, mas ficou espetacular, recomendo fortemente!!!!!

Ingredientes
– 500 g de carne (usei porco, mas você pode usar carne de vaca ou frango, ou uma mistura…. Ou pode fazer a versão #vegana, pulando a carne e o bacon!)
– 150 g de bacon
– 2 cenouras grandes, cortadas em palito
– 1 cebola grande, cortada em cubinhos
– ½ pimentão vermelho, cortado em palitinhos ou cubinhos
– 1 xícara de repolho roxo picadinho
– 1 xícara de brócolis – só as flores, guarde os talos pro caldo!
– 1 maço de acelga, cortado do jeito que a sua vó cortava couve – se a sua avó for mineira, claro
– 500 g de espaguete – se você quiser fazer com macarrão para yakisoba, melhor. Até parece que eu ia achar isso aqui no Uruguai!
– ½ xícara de molho de soja
– 1 xícara de água
– 3 colheres (sopa) generosas de maisena
– 1 colher (sopa) de açúcar – é, é isso mesmo, e não esqueça dele
– Mais ou menos 1 colher de sopa de gengibre ralado fininho (opcional porém essencial na minha opinião)

Modo de preparo:

Corte a carne em cubinhos ou em tirinhas e tempere com alguma pimentinha esperta. Corte o bacon em cubinhos (ou compre o que já vem em cubinhos). Refogue e avalie se precisa de sal. Eu não coloquei, porque achei que o sal do bacon deu conta do recado. Reserve.

Corte todas as verduras. Enquanto está cortando tudo, coloque a água do macarrão para ferver, porque sempre demora mais do que a gente imagina que vai demorar, é incrível.

Em uma panela grande, refogue a cebola com um pouquinho de azeite e acrescente a cenoura, porque ela precisa de mais tempo. Acrescente a carne e dê uma boa mexida.

Faça o molho, misturando em uma cumbuca/tigela/bowl/whatever o molho de soja, a água, o açúcar, a maisena e o gengibre. Misture bem até dissolver a maisena e despeje sobre as verduras.

Quando a cenoura já tiver amaciado um pouquinho (coisa de 5/10 minutos), coloque o brócolis, o pimentão e o repolho roxo e deixe cozinhar por mais uns outros 5 minutinhos. Agora é hora de acrescentar a acelga, mexendo sempre. Não se assuste com o volume. A acelga vai murchar MUITO, mas a ideia é essa mesmo. Quando a acelga murchar e o seu molho estiver meio grossinho no fundo, desligue o fogo.

Com sorte, a água do macarrão já vai ter fervido. Coloque o macarrão na panela, salgue a água e cozinhe conforme as instruções do pacote. Escorra o macarrão, acrescente o molho quente e se empanturre!!!

Sopa de Tomates e Cenoura com Panquequinhas de Espinafre

Sopa de Tomate e Cenoura com Panqueca de Espinafre

O que dez entre dez #vós fazem quando está frio? Se você não respondeu “sopa”, caçaremos sua carteirinha do clube da 3a idade.

E o que você faz quando tem em casa cenoura, tomate e espinafre? A resposta mais que óbvia é sopa de tomate com cenoura e panquecas de espinafre. Claro, como não?

Para tanto, eu e a Anna tiramos a ideia de juntar as duas coisas (panqueca e sopa) do link do ótimo La Cucinetta (www.lacucinetta.com.br/2013/06/sopa-de-cenoura-e-tomate-na-canequinha.html), mas devemos advertir: foi só a ideia.

Para a sopa, que serviu bem a três pessoas, você vai precisar de (segurem a emoção): tomate (1 quilo) e cenoura (1/2 quilo). No mais,

– 1 cebola, refogada com azeite suficiente
– 1 talo de alho-poró (que tava fazendo aniversário na geladeira)
– 1 tapaué de caldo de legumes anarcocapitalista (https://www.facebook.com/media/set/?set=a.1443465049268562.1073741844.1435982313350169&type=1)
– temperos a gosto (usamos sal, páprica e todas as pimentas da casa).

Refogue bem (bem mesmo, sem murrinhagem) a cebola e vá acrescentando a cenoura aos poucos. Corte a cenoura em pedaços finos pra cozinhar mais rápido #dica. Vá acrescentando o tomate. Depois de tudo bem unido e refogado, junte o caldo, abaixe o fogo e deixe cozinhar por mais ou menos meia hora (lembre-se de começar a fazer a sopa antes da fome apertar).

Não cometa nosso erro. Enquanto a sopa cozinha, vá fazendo as panquecas. Você vai precisar de:
– 1 receita básica de panquecas (1 ovo, 1 xícara de farinha, 1 xícara de leite ou água)
– 2 xícaras de espinafre cortado fininho (do jeito que sua avó corta couve pra refogar)
– novamente, temperos (sal, cominho, pimentas várias, basicamente tudo que você achar necessário)

Misture todos os ingredientes e acerte o sal. Em uma frigideira com um pouco de azeite, despeje uma concha de feijão da massa. Deixe fritar sem mexer até que você comece a ver bolhinhas na parte superior. Veja vários vídeos no YouTube sobre como virar panquecas, ou use uma espátula para virar e deixar fritar mais um pouquinho. Repita o processo até acabar a massa.

Quando a sopa estiver cozida, bata no liquidificador (nós preferimos deixá-la grossinha, mas é ao gosto do freguês). Volte ao fogo, acerte o que precisar de sal e temperos. Seja feliz e volte para dar seu #testemunho.

“Bolodim” de cenoura e chocolate

Bolodim de Cenoura e Chocolate

Adaptado do Panela Minha

Esta receita foi feita quando a Anna veio me visitar. Ainda não acredito que já tem mais de um ano! Vimos essa receita na internet e ficamos obcecadas desde aquele dia. Obviamente, pinamos para fazer quando a Anna estivesse aqui.

Você vai precisar de:
Fé na humanidade
Paciência para fazer caramelo duas ou três vezes

Para o pudim
1 lata de leite condensado (se você estiver no Uruguai, peça para alguém trazer mocozado na mala)
A mesma medida de leite (usamos leite em pó. Não em pó, você vai ter que prepará-lo com água)
3 ovos
5* colheres (sopa) de cacau em pó (não pode ser achocolatado nem cacau adoçado. Just no)

Para o bolo
2 ovos
1* cenoura de bom tamanho
½ xícara de óleo vegetal (infelizmente não dá pra substituir pela boa e velha manteiga)
1 xícara de açúcar
1 xícara de farinha de trigo
1 ½ colheres (chá) de fermento em pó

*usamos essas quantidades como estava na receita original, mas sugiro fortemente que sejam aumentadas – mais cenoura no bolo, ao menos.

Manos en la masa:

Faça o caramelo tantas vezes quantas forem necessárias numa forma (usamos o bom e velho pirex, sem buraco no meio porque, né, não temos) e esqueça de tirar foto pra postar. A receita original diz uma forma média de 22cm de diâmetro e 8cm de altura, mas nós usamos a clássica “vai a que tem em casa”.

No liquidificador, bata os ingredientes do pudim (seja bem vó e meça o leite na própria lata do leite condensado) e despeje na forma caramelizada.

A essa altura, já pode colocar o forno pra pré-aquecer. Numa cumbuca (conhecida em português por ‘bowl’), coloque o açúcar, o fermento e a farinha. Bata os demais ingredientes no liquidificador, jogue a mistura na tigela e misture bem.

Coloque a mistura sobre (isso mesmo) o pudim. É nessa hora que você vai precisar de fé na humanidade, porque vai realmente parecer que você estragou tudo. Pense “Dels do céu, isso nunca vai dar certo”. Observe a forma por breves segundos sem acreditar que isso pode não ser um grande desperdício de tempo e gás de cozinha e leve para assar em banho-maria no forno já pré-aquecido.

#protoscotip: deixe para colocar a água (fria) na assadeira do banho-maria quando já tiver dentro do forno, para diminuir a chance de fazer meleca.

Depois de uma hora de forno, é tempo de começar os testes do palito. O nosso levou 1h50 pra sair seco, então é bom realmente ficar de olho.

Tire do forno, espere esfriar e desenforme. É necessário deixar esfriar naturalmente, e não socar na geladeira, para que o bolo não sole.

Fique algum tempo maravilhada com a mágica, dando pulos de alegria e repetindo frases mal acabadas com seus amigos, como “cara… uau!”. Leve à geladeira (aqui estou sendo educada, pois não conseguimos mais esperar essa etapa) e repita o processo de ficar embasbacada com a fatia na sua frente. Fique dois dias se perguntando que mágica é essa que faz o bolo e o pudim se separarem no forno.