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Borscht

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Borscht

Mês passado, minha tia me contou de uma sopa de beterraba que minha avó tinha feito uma vez, lá em 1900 e bolinha, mas tinha perdido a receita. Claro que fui conversar com a minha avó, mas ela só lembrava que a receita era russa, ou algo assim. Só podia ser borscht! Encontrei várias receitas, com várias formas de preparo distintas, e acabei decidindo juntar a receita da Ana com a do Chef John e fazer a minha! 🙂

Quem me conhece sabe que eu tenho opiniões fortíssimas sobre o vinagre (a saber: não é comida, é produto de limpeza!). Essa receita me fez mudar de opinião, ao menos temporariamente! Provei a sopa sem vinagre e provei com vinagre. Ficou muito melhor com! 😮

Falando em sopa, minha ex-professora Alessandra Siedschlag (sim, se você reconheceu o nome é ela mesma e agora eu sei que você assistia BBB) está fazendo um projeto super bacana: ela está fazendo e distribuindo sopa para os moradores de rua em São Paulo. E, claro, ela aceita ajuda! Seja em dinheiro, seja em doações de ingredientes/agasalhos/tempo para ajudar a descascar verduras… Se puderem, participem!

Voltando ao borscht, você vai precisar de:

3 xícaras de beterraba, cortadas em tirinhas/cubinhos
2 cenouras médias, cortada em cubinhos
1 cebola grande, cortada em cubinhos
2 talos de salsão/aipo, cortados em cubinhos
½ repolho branco, fatiado em tirinhas – usei ½ repolho porque o meu era um repolhão. Se o seu for do pequenininho, use todo!
2 litros de caldo de carne ou caldo de legumes, se preferir uma receita vegetariana
2 colheres (sopa) de vinagre
1 folha de louro
sal, pimenta e páprica

Borscht

Opcional, mas altamente recomendável:
Creme azedo (sour cream)*
Endro picadinho – no dia da foto, usei salsinha, mas depois provei com endro e fica maravilhoso

*Aqui é fácil de comprar, então usei o industrializado, mas você pode fazer o seu em casa: misture 240 mL de creme de leite fresco com 3 colheres (chá) de suco de limão. Mexa bem até engrossar e reserve por pelo menos 1 hora.

Essa receita é muito fácil: comece picando a beterraba, a cenoura, a cebola, o aipo e o repolho. Eu cortei a beterraba em tirinhas só porque achei que ia ficar bonito – não tem nenhuma explicação especial! 😀

Na panela que for fazer a sopa, coloque a cebola, o salsão/aipo e a cenoura com um pouco de manteiga (se for fazer para algum amigo vegano, use azeite!). Tempere com sal, pimenta e páprica e refogue por uns 5 minutinhos. Quando a cebola estiver transparente, acrescente o caldo, a beterraba e o repolho.

Tampe a panela. Cozinhe em fogo médio até levantar fervura. Abaixe o fogo e deixe cozinhar por uns 50 minutos, mais ou menos, até que a beterraba esteja macia. Prove o tempero, crie coragem e acrescente o vinagre. PRONTO, É ISSO.

Sirva com uma colherada generosa de creme azedo (menos para o seu amigo vegano) e um pouquinho de endro picado!

Torta de Cebolas Assadas

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Torta de Cebolas Assadas

OPS, pulamos uma semana! Fui a um congresso semana passada e acabei não tendo tempo de deixar a receita agendada… :S

Para fecharmos as Tertúlias de Torta, resolvi fazer uma receita que sempre namorei. Ela parecia ser bem fácil (e era mesmo), mas eu tinha um grande problema: nunca encontrei uma massa folhada decente aqui no Uruguai! As congeladas NUNCA folheavam, além de terem aquele gosto maravilhoso (sqn) de gordura vegetal hidrogenada! Resolvi o problema aloprando: fiz a minha própria massa folhada, seguindo a receita da La Cucinetta. Deu super certo e nem foi tão difícil! Não tirei fotos do processo, mas vou corrigir esse erro na próxima vez.

Essa é uma boa pedida para um jantarzinho em casa, um happy hour… ou um almoço de domingo mesmo!

Você vai precisar de:

¼ xícara de azeite de oliva
2 colheres (sopa) de vinagre – a receita original falava em vinagre de vinho tinto, mas eu usei vinagre de arroz porque era o que tinha em casa!
1 colher (sopa) de tomilho – usei o seco, mas se você tiver tomilho fresco é melhor!
raspas da casca de 1 limão siciliano – usem! Esqueci de colocar na foto dos ingredientes, então raspei direto sobre a assadeira 😀
sal e pimenta-do-reino
2 cebolas roxas
2 cebolas – como a minha cebola era muito grande, usei só uma
400 g de massa folhada – pode ser a congelada mesmo, eu é que não encontro ela aqui!
100 g de queijo de cabra cremoso – eu usei um queijo de cabra temperado com ervas finas, ficou bem legal! Você pode usar cream cheese, se não for chegado ao queijo de cabra
1 ovo batido, para pincelar

Torta de Cebolas Assadas

A torta chama “Torta de Cebolas ASSADAS”, né? Então começamos assando as cebolas! 😀 Corte as cebolas em rodelas finas. Se tiver uma mandolina (meu atual sonho de consumo), mande bala! Forre uma assadeira grande com papel manteiga e coloque as rodelas inteiras – não as separe em anéis e, se possível, não empilhe as rodelas.

Em uma tigela, misture o azeite, vinagre, o tomilho e as raspas de limão. Acrescente um pouco de sal e pimenta-do-reino. Despeje a mistura sobre as rodelas de cebola e leve para assar por uns 25 minutos, até que estejam macias. Deixe esfriar um pouco, mas não desligue o forno!

Abra a massa folhada em um retângulo de 20 x 25 cm, mais ou menos. Se estiver fazendo a massa caseira, forre uma forma com papel manteiga, para absorver um pouco da gordura extra e deixar mais crocante!
Com uma faca, risque uma bordinha de 1 cm em todos os lados do retângulo da massa, mas sem cortar totalmente. Isso vai criar uma bordinha mais folheada para a torta, fica bonito! Com o garfo, faça furinhos dentro de toda a margem. Espalhe o queijo dentro dessa margem e arrume as fatias de cebola – agora você pode empilhar um pouco! ☺

Pincele a bordinha com o ovo batido e asse por uns 20 minutos, ou até que a massa cresça e doure. Agora é só comer!

Quiche Lorraine

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Quiche Lorraine

Nessa ida a Brasília ganhei um presente maravilhoso da minha tia Paula: o livro do Gui Poulain, Cartas Amarelas! Além do autógrafo maravilhoso, o livro é lindo de tudo quanto é jeito. Claro que já estava agoniada querendo começar a fazer receitas dele – para começarmos as Tertúlias de Tortas, resolvi fazer a receita de Quiche Lorraine, porque é uma das minhas tortas favoritas!

Segui a receita quase à risca – mudei o jeito de abrir a massa, porque não queria sujar a bancada! Como esperado, ficou sensacional. O mais legal é que é uma delícia quente E em temperatura ambiente. Essa receita rendeu seis porções – almoço, jantar e almoço de novo! E ninguém reclamou de comer a mesma coisa três vezes seguidas… 😉

Para a massa

250 g de farinha de trigo
125 g de manteiga sem sal gelada, cortada em cubinhos
2 colheres (chá) de sal – da próxima vez, vou usar uma colher só, achei a massa um cadinho salgada
1 colher (chá) de açúcar
1 gema de ovo
50 mL de água

Para o recheio

300 g de bacon, cortado em cubinhos
1 cebola, cortada em cubinhos
3 ovos
250 g de creme de leite
sal, pimenta-do-reino e noz-moscada
150 g de queijo gruyère, ralado grosso – tenho certeza que dá pra usar a boa e velha muçarela aqui sem problemas

Quiche Lorraine

Comece fazendo a massa. Com um fuê, misture a farinha de trigo, sal e açúcar. Coloque a manteiga e, com a ponta dos dedos, amasse até formar uma farofinha úmida. Acrescente a gema e a água e amasse só até conseguir formar uma bola – não sove, para que a massa não fique dura! Envolva em um plástico-filme e leve para a geladeira por uns 20 minutos, para descansar.

Isso é o oposto do que você vai fazer, porque agora é hora de cortar o bacon em cubinhos! Frite em fogo baixo, com paciência, para que a gordura do bacon derreta bem. Quando o bacon tiver bem fritinho, retire um pouco da gordura que ficou na panela, acrescente a cebola picadinha e doure no restinho de gordura do bacon. Reserve o bacon e a cebola em um prato, tentando não beliscar muito até a hora de montar a torta.

Em uma tigelinha, bata os ovos com o creme de leite e tempere com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada.

Tire a massa da geladeira. O jeito normal de abrir é polvilhando a bancada com farinha e usando o rolo. Pra reduzir a bagunça, eu cortei duas folhas de papel manteiga em um tamanho maior do que a minha forma (que tinha 23 cm), coloquei a massa entre as duas folhas e usei um rolo para abrir. Daí tirei o papel de cima, coloquei a forma sobre a massa, girei todo mundo e a massa ficou certinha na forma! (E, lógico, tirei a segunda folha de papel manteiga).

Montar a torta é muito fácil: coloque o refogadinho de cebola e bacon, cobrindo bem o fundo, despeje a mistura de ovos e creme de leite e cubra tudo muito bem com o gruyère ralado!

Leve ao forno preaquecido por uns 40 minutos, mais ou menos, ou até que tudo fique douradinho e firme! Você pode atacar assim que sair do forno (foi o que fizemos aqui) ou esperar esfriar e comer em temperatura ambiente (o que também fizemos aqui :D)

Tacos de Peixe

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Tacos de Peixe

O Sky adora comida mexicana. Eu gosto, bastante até, mas ele adora. E ele sempre falava “temos que fazer tacos de peixe”. E eu sempre achava meio estranho – taco não é com carne moída?

Essa é uma receita muito fácil. Na verdade, é tão simples que eu quase pensei em desistir de postar – mas é uma combinação tão gostosa e uma solução tão bacana para um almoço/jantar de fim de semana, que achei que seria uma boa adição às Tertúlias de Mar!

Para duas pessoas comerem bem, você vai precisar de:

Para o peixe:

400 g de filés de peixe, sem espinhas – usamos corvina branca, mas você pode usar o peixe que preferir.

Sal, limão, pimenta-do-reino e páprica para temperar o peixe

Para montar:

Tortillas de trigo – compre na seção de comidas mexicanas uma tortilla mais gostosa. Mas, em um momento de desespero, pode ser a tal da Rap10 mesmo, não vou julgar (muito)

Sour cream*

Salsa mexicana – opcional, mas muito gostoso! Se não encontrar, pode substituir por tomate, cebola e pimentão cortados bem picadinhos – não é a mesma coisa, mas vai dar certo

Tomates cereja cortados ao meio

Cebolas em meia-lua

Rodelas de abacaxi, cortadas em pedaços pequenos

Coentro!

*No Uruguai eu encontro sour cream pronto, mas fazer o seu em casa é rápido e vale a pena: misture 1 xícara de creme de leite fresco com 3 colheres (chá) de suco de limão, mexa bem até engrossar. Cubra com filme plástico e deixe na bancada, em temperatura ambiente, por mais ou menos 1 hora. Depois disso, pode levar para a geladeira.
 
Tacos de Peixe

Como eu disse, a receita é muito fácil! O primeiro passo é preparar o sour cream. Quando ele estiver pronto, tempere os filés de peixe com sal, limão, pimenta-do-reino e páprica. Deixe pegar gosto por uns 15-20 minutos e então doure-os em uma frigideira bem quente com algumas colheres de óleo – não é para fritar por imersão, tá? Quando o peixe estiver frito, corte em pedaços médios e reserve.

Enquanto os peixes fritam, aqueça as tortillas em outra frigideira. Basta colocar em uma frigideira bem quente, sem óleo, e dar uma esquentadinha dos dois lados (o processo demora uns 40 segundos de cada lado).

Agora só falta montar os tacos. Pegue uma tortilla, coloque alguns pedaços de peixe, um pouco de sour cream, salsa mexicana, cebola, tomatinhos cereja, abacaxi e coentro. Dobre a tortilla recheada no meio e sirva! 🙂

 

Patê de Cebola Roxa

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No primeiro fim de semana de fevereiro, temos o Super Bowl. No último fim de semana de fevereiro, temos o carnaval – celebraremos na Unidos da Netflix. Todas essas coisas pedem um petisco, não pedem?

Para abrirmos as Tertúlias de Patê, adaptei levemente essa receita da Rita Lobo, porque não tinha cebola amarela em casa. 🙂 Já fiz com a cebola amarela também, mas pra falar a verdade com cebola roxa fica muuuuuuito mais gostoso! Agora só faço assim!

Você vai precisar de:

350 g de creme de ricota – eu usei sour cream, porque é o que tem aqui. Se não encontrar creme de ricota, pode bater a ricota normal com um pouco de creme de leite, vai dar certo.

2 cebolas roxas grandonas (ou 4 médias), fatiadas o mais fininho possível

4 colheres (sopa) de azeite

suco de 1 limão

sal, pimenta-do-reino e noz-moscada a gosto

Comece cortando as cebolas. Se tiver um mandolim, é hora de tirá-lo da gaveta! 😀 Eu (ainda) não tenho, então fui na faca bem afiada mesmo.

Em uma frigideira grande, esquente duas colheres de azeite em fogo baixo e coloque as cebolas. Agora é hora de caramelizar: mexa as cebolas de vez em quando, até elas mudarem bem de textura – elas ficarão bem macias e a parte branca ficará translúcida. Aqui, o processo levou uns 20 minutos. Como a Rita Lobo disse que “não adianta aumentar o fogo, a cebola vai queimar em vez de caramelizar”, eu obedeci!

Em uma tigela, misture o creme de ricota com as outras duas colheres de azeite, o suco de limão e os temperos. Reserve.

Quando a cebola estiver bem caramelizada, reserve um pouquinho para decorar e pique BEEEEM picadinho o resto. Adicione ao creme de ricota temperado, cubra e leve à geladeira até esfriar (eu acho mais gostoso frio). Sirva com torradinhas ou cenouras e pepinos cortados em rodelas.

É uma ótima opção para uma noite de jogos (aqui em casa, Cards Against Humanity), porque, além de ser uma delícia, você pode fazer no dia anterior!

Rolinho Primavera Vietnamita

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Rolinhos Primavera Vietnamitas

Um amigo tem um restaurante “portas fechadas” aqui em Punta, de inspiração asiática. Quando fui pela primeira vez, vi no cardápio a opção de rolinhos primavera e já pensei no tradicional, chinês e frito. Em vez disso, recebi umas trouxinhas de vegetais frescos e crus. Provei suspeitando de tudo, mas amei! Bem leve e fresquinho!

Para finalizarmos as Tertúlias de Verão, resolvi fazer essa receita. Ela não é difícil, mas dá um pouco de trabalho fazer vários rolinhos. Mas o resultado compensa muito – e eles duram alguns dias na geladeira, servindo como um lanchinho saudável no verão. Além disso, eles são muito versáteis: você pode rechear como quiser. Eu fiz uma versão vegana, mas você pode colocar camarões cozidos, por exemplo.

O papel de arroz para fazer esses rolinhos pode ser encontrado em lojas de produtos naturais/orientais. Aqui, encontrei na seção gluten-free do supermercado (a população celíaca no Uruguai é aparentemente grande: a seção gluten-free existia mesmo antes da modinha e várias empresas nacionais fazem produtos sem glúten).

As quantidades listadas são só uma sugestão. Ajuste conforme o seu gosto!

1 pacote de discos de papel de arroz

1 pepino cortado em tirinhas – idealmente, cortado em julienne, mas eu ainda não dominei esse corte…

1 cenoura cortada em tirinhas

1/3 de pimentão verde em tirinhas

1/3 de pimentão vermelho em tirinhas

1/3 de pimentão amarelo em tirinhas

1/2 cebola roxa, cortada em fatias finas

1 pacote de broto de feijão – broto de alfafa seria ainda mais legal, mas não achei no mercado! 😀

Folhas de menta

Folhas de alface

Molho

4 colheres (sopa) de shoyo – tradicionalmente, usa-se molho de peixe tailandês (comprado em lojas de produtos asiáticos), mas aí a receita deixa de ser vegana. Eu testei das duas formas e as duas ficam boas.

1 colher (sopa) de açúcar

suco de meio limão

2 alhos picadinhos

1 xícara de água.

Rolinhos Primavera Vietnamitas

Comece cortando toooooodos os vegetais em tirinhas.

Quando você tiver cortado tudo, monte sua estação de trabalho: os vegetais, o broto de bambu, a menta, os discos de papel de arroz, um prato fundo cheio de água para hidratar os discos, um pano de prato limpo e um prato para colocar os rolinhos prontos.

Coloque um disco de papel de arroz no prato com água e deixe hidratar por um minuto. Você vai ver que ele amolece bastante! Com cuidado, retire do prato e coloque sobre o pano, tentando deixar esticado. Nas primeiras vezes, talvez seja um pouco trabalhoso, mas logo você pega o jeito!

Coloque os ingredientes do recheio no centro do disco, tentando não encher muito. Dobre a parte de baixo do disco para cobrir o recheio, dobre os lados para dentro, formando um envelope e dobre a parte de cima, fechando o rolinho. Repita esse processo até acabar o recheio ou os disquinhos 😀

Misture os ingredientes do molho e sirva!

Salada Grega

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Salada grega

Janeiro costuma ser sempre o mesmo esquema: calor infernal, “este ano eu vou comer menos tranqueira”, “pra que é mesmo que eu tenho um forno se basta abrir a janela?”, etc. Então, como aqui não é nada diferente e também está um calor infernal, nada melhor do que começarmos o ano com as Tertúlias de Verão! Uma série de receitas levinhas que combinam muito com esse calorão! 😀

A receita de hoje é uma salada SEM ALFACE (tenho birra) e muito muito gostosa. O legal é que você só suja a tábua e os pratos! A receita da Deb pedia queijo feta, que nunca encontrei aqui: fiz com ricota mesmo e ficou ótimo. Já testei também com queijo de cabra, fica excelente!

Para duas pessoas, você vai precisar de

1 pepino médio – usei esse da foto, qual é? Japonês? Normal? Não sei.

1/2 pimentão verde

1 xícara de tomates cereja

1/4 de xícara de azeitonas pretas – você pode omitir, se quiser. Não entendo, mas você pode fazer isso sim, a salada é sua.

1/2 cebola roxa pequena – a minha era grande, usei só 1/4

Fatias grossas de ricota, feta ou queijo de cabra – para uma versão vegana, use tofu grelhado

suco de 1 limão – me empolguei e usei dois, mas a receita falava em um só mesmo 😀

azeite, sal, pimenta-do-reino, orégano (fresco seria ideal, mas usei o seco mesmo)

Salada grega

A montagem da salada não tem mistério.

Se você acha cebola crua uma coisa muito forte, você pode fatiá-la bem fininha e deixar descansando no suco de limão enquanto prepara os demais ingredientes. Eu amo cebola crua (mamãe conta que eu roubava cebola crua da geladeira quando tinha 5 anos, daí vocês tirem), então só fiz cortar fininho mesmo! 😀

Corte também o pepino em pedaços médios, o pimentão em cubinhos pequenininhos e os tomates cereja ao meio. Eu cortei cada ingrediente e coloquei direto nos pratos, para economizar uma louça! #preguiça

Coloque as azeitonas e as fatias de ricota sobre a salada e tempere tudo com suco de limão (se você deixou as cebolas descansando nele, pode usar do mesmo jeito), azeite, sal, pimenta-do-reino e as folhinhas de orégano.

Coma e se sinta super bem por ainda não ter largado a promessa de ano novo! 😀

Salada de Feijão Fradinho e Bacalhau

Salada de Bacalhau e Feijão Fradinho

O Tertúlias virou blog – agora dá pra pesquisar por ingrediente e nome da receita… e temos o tão solicitado (pela minha mãe e minha tia) índice! E você também pode pinar as receitas (né, Anna Raíssa?)! 🙂

Enfim, depois da chutada de balde monumental que foram as festas de fim de ano (e também para fingirmos que estamos firmes e fortes na resolução de ano novo), é hora das comidinhas mais leves…

Ganhei da Lê (a mesma tia do primeiro parágrafo) um presente sensacional: o livro da Rita Lobo, Cozinha Prática. Gente, que livro bacana! As técnicas são explicadas de forma bem detalhada, as fotos são lindas, e as receitas são ótimas. A de hoje, que também está no site do Panelinha, é bem simples, bem facinha, mas espetacular! Comemos como entrada, como prato principal, como lanchinho… 🙂

Você vai precisar de:

1 1/2 xícara (chá) de feijão-fradinho cozido (sem caldo)
250 g de bacalhau dessalgado e desfiado
1 cebola
1 xícara (chá) de tomates cereja, cortados ao meio
2 colheres (sopa) de azeite
suco de 1 limão
1/4 xícara (chá) de salsinha (acho que centro ficaria bom também!)
sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto

 

Esta saladinha é bem fácil – ela fez com bacalhau congelado, então o método foi diferente. O meu era só salgado mesmo, então deixei de molho por 12 horas, trocando a água umas duas ou três vezes.

Pique a cebola e refogue com uma colher de azeite. Quando a cebola estiver douradinha, junte o bacalhau desfiado e dê uma refogadinha – coisa rápida, só para aquecer mesmo.

Salada de Bacalhau e Feijão Fradinho

Em uma tigela, misture a cebola e o bacalhau com o feijão fradinho e os tomates. Despeje o azeite e o suco de limão. Tempere com sal e pimenta (da próxima vez vou colocar páprica também, mas é porque eu sou viciada em páprica) e a salsinha.

Agora é só misturar! Você pode servir morninha ou levar à geladeira para esfriar. Eu gostei dos dois jeitos! Coloque no pratinho/potinho, regue com um pouquinho mais de azeite e mande bala!

[Guest Post] Torta de Frango

[Guest Post] Torta de Frango

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Eduardo e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Calorias: vocês já viram o tamanho do peito do frango? Ele malha um monte inclusive por você, não se preocupe.

Ingredientes:

Massa
1 xícara de óleo
1 xícara de leite
2 xícara de farinha de trigo
3 ovos
1 colher de fermento
Queijo Parmesão ~agosto~
Sal

Recheio:
Frango (né!) desfiado
Limão
Mix de Pimenta, sal, alho e alecrim.
Pimentão
Cebola
Milho
Ervilha
Azeitona
Requeijão

Modo de fazer
Para o recheio, eu usei peito de frango, mas poderia ser qualquer pedaço do frango. Eu temperei com limão, mix de pimenta (pimenta do reino, branca, jamaicana e vermelha), alecrim, sal e alho. Refoguei com um quarto de pimentão e meia cebola picada. Após refogar, despejei água quente até cobrir. Quando a água secar, o filé de frango vai estar bem cozido. Tire da panela e desfie (eu usei com garfo mesmo). Com o frango desfiado, vamos, novamente, refogá-lo. Coloque azeite na panela, o frango desfiado e acrescente a azeitona, o milho e a ervilha.

A massa é bem simples e rápida. Misture todos os ingredientes no liquidificador até a massa ficar homogênea. Sugiro bater primeiro os líquidos e depois acrescentar os ingredientes secos. Essa ~metodologia~ otimiza o preparo da massa.

Eu juro procêis que dessa vez eu esqueci, mas, por favor, não se esqueçam de untar e polvilhar o pirex/forma. Então, depois de untar e polvilhar o pirex/forma, despeje metade da massa e, em seguida, espalhe o recheio. Cuidadosamente ponha o requeijão, tentando alcançar toda a superfície do recheio. Por fim, despeje o restante da massa. Eu espalhei um pouco de parmesão ralado por cima, para ajudar na cor bonita do final. A massa vai para o forno por uns 20 minutinhos, mais ou menos, quando ela estiver dourada, pode desligar e retirar do forno.

É ótimo para um almoço de domingo. Rápido e simples.

[Guest Post] Pirarucu Nortista

[Guest Post] Pirarucu Nortista [Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Eduardo e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Calorias: Filho, tenta tirar o couro de um pirarucu e depois vem me falar de calorias.

Trilha Sonora: Calypso (lógico!)

Essa receita é uma realização de Sâmela Ramos, paraense lá de Santarém. Os ingredientes principais, inclusive, vieram de lá.

Ingredientes:
10 kg de disposição.
500 g de filé de pirarucu.
3 bananas-da-terra maduras (banana-comprida).
4 batatas médias.
1 lata de creme de leite.
Azeitonas, pimentão, tomate e cebola.
Temperos: pimenta-do-reino, colorau, sal e pimenta calabresa e o que mais o aprouver.
Azeite
Queijo ralado (usamos muçarela, mas ficaria bom com qualquer queijo branco).

Modo de Fazer
Preliminares: cozinhe e amasse as batatas. Reserve.

O pirarucu. Queridos, ao sul das águas do Amazonas vocês até encontram pirarucu fresco no mercado. Se encontrarem, comprem, porque é um peixe muito delicioso, não importa o preparo. Se você, em um arroubo gastronômico, comprou o pirarucu fresco, possivelmente ele estará em uma bandejinha limpinho, pronto para você iniciar o preparo. Porém, se você tem uma amiga de Santarém que tem como opção comprar o peixe fresco, pescado no rio Tapajós, você terá o ~amável~ trabalho de retirar o couro do pirarucu e transformá-lo em lindos filés.

A receita começa com o preparo dos filés do pirarucu. Para temperá-los, nós usamos pimenta-do-reino, sal, colorau e pimenta calabresa. Não recomendamos o método de colocar em tapaué e sacudir, há o risco dos filés saírem da tapaué prontos para uma farofa de peixe. O passo seguinte é fritar esses filés. Na frigideira, coloque uma parte dos filés de pirarucu. Use azeite suficiente para untar o fundo da frigideira. Quando perceber que cozinhou de um lado, vire os filés. Dependendo do tamanho da sua frigideira, será um processo bem rápido. Depois de pronto, reserve.

As bananas devem ser fatiadas e depois fritas, também com pouco azeite. Precisa de um pouco de cuidado para não queimar, mas é bem tranquilo: fritou de um lado, vira; fritou do outro, tira da panela e coloca em um prato. Reserve

[Guest Post] Pirarucu Nortista

Naquela frigideira do pirarucu, refogue cebola, pimentão, azeitona e tomate. Tempere com pimenta-do-reino, sal e outros temperinhos bacanas. Depois de refogado, desligue o fogo e acrescente o creme de leite. Reserve.

Por fim, a montagem. Utilizando uma travessa de vidro (grande), faça camadas com os ingredientes na seguinte ordem: primeiro o molho, seguido do pirarucu, das bananas e, por último, a batata amassada. Cubra com queijo. Com o prato montado, coloque no forno pré-aquecido por uns 10 ou 15 minutinhos. É só o tempo de derreter o queijo e dar uma grelhada. Usamos arroz para acompanhamento, mas é opcional.

Lógico que um peixe com esse nome não deixaria de ter bons comentários no processo. Por exemplo, vocês sabiam que em Goiânia há criadouros de Pirarucu? Então, Sâmela, que já morou em Goiânia, nos presenteou com a seguinte pérola: “uma amiga em Goiânia fazia com um pirarucu de açude, mas eu nunca provei o pirarucu dela”.

Só uma coisa a dizer. Façam ou venham aqui provar. TUTO DE BOM!