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Fudge de Chocolate e Nozes

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Para abrirmos a série de receitas de Natal, também conhecida como presentes de comer, resolvi fazer uma receita que sempre morri de curiosidade. Quando era criança, alguns livros que lia falavam que não sei quem tinha feito fudge para o Natal e, claro, Honeydukes vendia Fudge Flies! (fim do momento #Potterhead)

Li inúmeras receitas de fudge: umas mais complicadas, que exigiam termômetro e muita paciência, e umas mais simples. Lógico que escolhi a mais simples, a da Patricia Scarpin! Escrevendo este post, descobri que adaptei involuntariamente a receita – li errado na hora de fazer e coloquei só meia xícara de leite condensado em vez de meia lata! 😀

Essa receita é ÓTIMA para dar de presente, porque é diferente, aguenta bem fora da geladeira, é uma delícia e…. é muito fácil de fazer! Bem menos estressante do que tentar entrar em um shopping a essa altura do campeonato!

Para fazer a receita que eu fiz, você vai precisar de:

1/2 xícara de leite condensado

330 g de chocolate meio amargo, picado – como a receita é praticamente só chocolate, escolha um chocolate bom! Aqui encontrei um chocolate belga maravilhoso, 64% cacau, que já vem nessas pastilhas – e sai mais barato do que comprar em barra!

1 colher (sopa) de água

1 colher (chá) de extrato de baunilha – usei mais porque meu extrato caseiro ainda está novo, não está muito forte.

Nozes picadas a gosto – totalmente opcional. Você pode substituir por avelãs, amêndoas, confeitos… ou não usar.

Fudge de Chocolate

Comece forrando uma assadeira de 20 x 20 cm com papel alumínio/papel manteiga, só para facilitar na hora de tirar. Eu costumo deixar umas “alças”, fica ainda mais fácil!

Pique o chocolate em pedaços pequenos – se estiver usando chocolate em pastilhas, nem precisa picar. Em uma panela de fundo grosso, coloque o chocolate, o leite condensado e a água. Cozinhe em fogo baixo, misturando sem parar, até que o chocolate derreta completamente.

Quando o chocolate estiver derretido, você vai notar que o fudge está em uma consistência diferente, mais durinha do que um brigadeiro. É isso mesmo. Misture a baunilha, transfira para a forma e alise a massa.

Despeje as nozes sobre o fudge, pressionando levemente para que “grude” – fiz uma vez sem pressionar e as nozes caíram quando o fudge esfriou #fail. Cubra com plástico-filme e leve à geladeira por umas duas horas, até firmar bem.

Retire da forma com o auxílio das alças e corte em quadradinhos pequenos! Ele dura até uma semana na geladeira, em tese. Aqui, durou mais ou menos umas três horas… 😀

Cheesecake Romeu e Julieta

Cheesecake Romeu e Julieta

Antes de chegar para me visitar, a Lê (também conhecida como a irmã do Laudinho, que por sua vez é conhecido como meu pai) me mandou um whatsapp assim: “quero te explorar, pode?”. Eu imediatamente pensei o óbvio: “lá vem”. E vinha mesmo: “faz cheesecake? 😀 ”.

Acho que a penúltima vez que fiz essa receita foi antes de mudar pra cá! Tinha me esquecido do quanto ela era fácil! Quem nos ensinou a fazer foi a Simone, uma amiga da mamãe.

Para completar, encontrei um restinho de goiabada cascão no freezer – derreti para fazer a cobertura (daí o nome da receita) e ficou FABULOSO! Se você não tiver goiabada, não se desespere: use sua geleia favorita.

Para a massa, você vai precisar de:

200 g de biscoito maisena
100 g de manteiga derretida

Para o recheio:

1 pacote de gelatina em pó incolor e sem sabor (12 g)
½ xícara de água para hidratar a gelatina
Mais ou menos 400 g de ricota
1 caixinha de creme de leite
1 lata de leite condensado
Raspas de 1 limão
Suco de 1 limão

Para a cobertura, basta um vidro de geleia da sua preferência (as vermelhas ficam mais bonitas). Ou você pode usar pedaços de goiabada cascão (eu fui no olho, mas era um pedaço de mais ou menos 10 x 10 cm)

A massa é aquela coisa básica de sempre: bata o biscoito no liquidificador até formar um pó. Quebrar bem o biscoito antes ajuda muito na tarefa, mas eu sempre esqueço disso e sofro. Coloque numa vasilha junto com a manteiga derretida e misture com o garfo, formando uma farofa.

Se você tiver uma assadeira de fundo removível, melhor. Eu não tenho, então fui no pirex mesmo! Espalhe a farofinha apenas sobre o fundo da assadeira/pirex/etc, alisando bem. Leve ao forno por uns 10 minutos e reserve.

Enquanto a base esfria, prepare o recheio. A receita original diz para hidratar a gelatina com água e dissolver em banho-maria. Isso é o certo. Eu fui tosquinha e derramei água fervente sobre a gelatina, mexendo bem. Não deu lá muito certo não… 😀

Quando a gelatina estiver dissolvida, bata todos os ingredientes do liquidificador até obter um creme liso e com algumas bolhinhas. Despeje este creme sobre a base já fria. Leve à geladeira até endurecer, o que deve levar umas duas ou três horas.

Enquanto o creme gela, se você estiver usando goiabada cascão, é hora de cortá-la em cubinhos e levar a uma panela com um pouquinho de água em fogo baixo. A ideia é derreter a goiabada até que ela chegue em uma consistência de… geleia, óbvio! 😀 Deixe a goiabada esfriar bem antes de colocar sobre o creme.

Se for usar geleia, acrescente umas duas colheres de água ao pote, só para amolecer um pouquinho, e espalhe sobre o creme.

Coloque o cheesecake na geladeira para endurecer a cobertura (mais ou menos uma hora) e sirva!

Bolo Beto

Bolo Beto

Sabe aqueles bolos que são a cara da sua infância? Tenho dois. O bolo peteleco da mamãe (que nem adianta dar receita, nunca fica igual ao dela) e o Bolo Beto. Não sei de onde surgiu esse nome, aliás! Um dia desses me bateu uma lombriga saudosista e resolvi fazer. Como não tinha nem ideia, liguei pra mamãe.

Ela: “Sabe bolo bolo?” (Bolo de baunilha, simples)

Eu: “Sei. Tipo aquele do bolo de abacaxi?” (Aquele clássico dos anos 80!)

Ela: “Isso! Sai do forno, taca leite condensado e coco, pronto”.

Eu: “Ok, tenho que desligar, vou fazer isso AGORA!”

Achei que este fosse o tal bolo “Toalha Felpuda”, que o pessoal comia em aniversários, gelado, enrolado no papel alumínio, mas não é. O Bolo Beto é a versão simplificada, já que não vai leite de coco na massa e a cobertura consiste em TACAR uma lata de leite condensado por cima e fim de papo! 😀

5 colheres (sopa) de manteiga
1 1/2 xícaras (chá) de açúcar
3 ovos
1 xícara de leite
2 1/2 xícara de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento químico
1 pitada de sal
1 tampinha de baunilha (unidade de vó, pobre sistema métrico)

Para a cobertura:
1 lata de leite condensado
Coco ralado

Como todo bolo de mãe dos anos 80/90, esta receita é bem prática e objetiva!

Bata o açúcar com a manteiga na batedeira até obter um creme. Aquele processo de sempre. Adicione os ovos, um a um, batendo bem a cada adição. Acrescente o leite, o sal, o fermento e a baunilha, batendo beeeeem.

Daí é só acrescentar a farinha, bater até formar bolinhas e despejar em uma forma untada – usei duas formas redondas de 20 cm, mas o tradicional mesmo é fazer em um tabuleiro retangular. Asse em forno pré-aquecido por uns 30 minutos, ou até que o palito saia limpo.

Neste momento, organização e capacidade de antecipar problemas serão cruciais. Dá até pra botar no currículo. ANTES DE TIRAR O BOLO DO FORNO, você vai:

– abrir a lata de leite condensado

– abrir o pacote de coco ralado

– achar um garfo limpo

– arrumar um espaço pra colocar a assadeira.

Retire o bolo do forno e imediatamente fure toda a superfície com o garfo, como se não houvesse amanhã. Despeje toda a lata de leite condensado sobre o bolo, espere alguns segundos para que o bolo comece a absorver a cobertura e despeje o coco ralado.

Sirva imediatamente, porque bolo bom é bolo morninho.

Cajuzinhos em Duas Versões

Cajuzinho Tradicional

Quando fizemos a #sextabrega lá no Facebook, a ideia me veio na hora: quer algo mais brega que CAJUZINHO, gente? Eu nunca tinha feito, adorava, e ainda tinha uma caixinha de leite condensado trazida do Brasil…. Era óbvio. Peguei a receita rapidamente no site da Nestlé (fonte confiável, né?) e fui fazer, felizona, tirando foto, etc.
Cozinhei o cajuzinho, vendo que ele NÃO estava daquela cor tradicional, sabe? Ok, fiquei me sentindo meio idiota, era claro que estava faltando alguma coisa naquela receita! Enquanto esperava a massa esfriar, pesquisei e descobri que a receita tradicional leva chocolate em pó!

Como ainda tinha metade da caixinha, não me contive e fiz a versão tradicional. Sky, que não conhecia nenhum dos dois, achou o original melhor! 😀

Para o cajuzinho pálido, você vai precisar de:
1 lata de leite condensado
200 g de amendoim torrado sem pele
1 colher de sopa de manteiga

Para a versão tradicional, acrescente 4 colheres (sopa) de chocolate em pó

Amendoins (versão tradicional)/castanhas de caju (versão hipster) para decorar
Açúcar cristal para enrolar

Cajuzinho Pálido

Comece moendo o amendoim no liquidificador, batendo em pulsos. Você pode comprar amendoim já moído, mas prove antes de adicionar: ele pode estar rançoso! (Já aconteceu comigo, é uó)

Coloque o leite condensado, o amendoim moído, a manteiga e o chocolate em uma panelinha. Cozinhe em fogo baixo, misturando sempre até descolar da panela – sim, é como fazer brigadeiro. 😀

Transfira a massa para um prato untado com bastante manteiga e deixe esfriar bem. Se você for apressadinho como eu, vale colocar no freezer. Forme os cajuzinhos da melhor maneira possível, passe no açúcar cristal e decore com um amendoim (ou castanha de caju)!

[Guest Post] Pudim

[Guest Post] Pudim [Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Eduardo e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Receita (musa) inspiradora

Calorias: olha para essa calda e me responde, olhando nos olhos: você pensa nisso quando vê um pudim?

Ingredientes:
1 lata de leite condensado
1 lata de leite comum
3 ovos (inteiros)
1 xícara de açúcar
½ xícara de água
“não leva amido de nada!” (Tia Eunice)

Bem, se você já tem uma casa estruturada, possivelmente você tem um liquidificador. Então, eu não tenho uma casa estruturada. O que você vai fazer usando um liquidificador, eu usei o braço mesmo.

Informação importante: a quantidade de ingredientes depende do tamanho do pudim, seguindo a proporção 1 por 1, com atenção à quantidade de ovos, assim, para uma receita com duas latas de leite condensado, você usaria 4 ovos.

Despeje o leite condensado no liquidificador, uma mesma quantidade de leite e três ovos (clara e gema). Misture bem todos os ingredientes. Eu usei um pouco de noz-moscada e o resultado foi excelente, pois a noz-moscada deu quebrada no doce, sofisticando o já charmoso pudim.

 

[Guest Post] Pudim

Depois da mistura pronta, vem o preparo da calda. IMPORTANTÍSSIMO: não faça a calda na forma do pudim. Faça em uma panela e depois unte a forma. Por quê? Principalmente para que você possa untar toda a forma com a calda, facilitando desenformar o pudim.

Para fazer a calda, coloque uma xícara de açúcar na panela, espere derreter todo o açúcar. Quando o açúcar estiver derretido, jogue a meia xícara de água. (Desespere-se). Mexa a calda até desfazer todos os torrões.

Unte a forma com a calda. Caso você esteja usando a forma com furo no meio, derrame o pudim pelo topo do furo, devagar para não espalhar a calda. É recomendável cobrir a forma com papel alumínio. Leve o pudim ao forno em banho-maria por uma hora e meia. É muito importante o banho-maria. Use o forno pré-aquecido.

Depois de 1h 30min, retire o pudim do forno. Não faça nada, só espere esfriar até a temperatura ambiente. Depois mais uma hora na geladeira (quanto mais gelado melhor). Antes de desenformar (aos crentes solicita-se uma prece), dê uma balançadinha na forma. O pudim deve soltar fácil. Ajuda a utilização de uma forma própria para pudim, um pouco mais baixa. Em uma forma alta a lei da gravidade pode ser cruel.

Aproveite!

[Guest Post] Manjar de Coco

[Guest Post] Manjar de Coco

[Nota: Esta receita foi feita pela Tia Dona Mãe do Rafa
e escrita pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Esse doce é para surpreender você e as visitas. Você ficará surpreso de como é fácil fazê-lo e as visitas ficarão surpresas com o sabor incrivelmente suave. Pontos negativos: todo mundo vai ficar pedindo e você terá de fazer esse bendito manjar direto. Como sempre, mais uma receita patrocinada pela senhora minha mãe Ana Lucia (a mão nas fotos~) ;D

Tempo de preparo: 30 min

Ingredientes:
• 1 litro de leite
• 4 colheres de sopa de maisena
• 1 lata de leite condensado
• 1 vidro pequeno de leite de coco
• 2 xíc. de açúcar
• 2 xíc. de água
• 300 grs de ameixas sem caroço

Não vou enrolar no passo a passo porque o negócio é simples mesmo. Misture o leite, o leite condensado e o leite de coco numa panela (pode ser leiteira). Adicione a maisena aos poucos, dissolvendo ela num copo separado com um pouco do leite (isso evita que ela empelote). Leve ao fogo até engrossar. Ficou muito fino? Taca mais maisena. Jogue tudo dentro da forma de pudim e reserve.
Para a calda, basta caramelizar o açúcar e jogar a água com as ameixas em seguida. Deixe engrossar e jogue por cima do manjar na forma. Pode jogar antes também, para dar aquela distribuída. Daí é só geladeira até endurecer um pouco. Sirva para as pessoas e conquiste corações. Boa noite.

Salame de Chocolate

Salame de chocolate

Quando perguntamos “qual o sabor da sua infância?”, minha irmã respondeu um clássico: salame de chocolate da Magali!

Para quem não sabe, lá pelo começo dos anos 2000 surgiu uma coleção sensacional de livros da Turma da Mônica: os manuais. Tinha “Manual de Esportes do Cascão”, “Manual de Mascotes do Bidu”, etc., e tinha o melhor de todos: o “Manual de Receitas da Magali”, com receitinhas simples para crianças.

Uma das primeiras receitas que fizemos daquele livro foi justamente o salame de chocolate. Quando estive em Brasília em setembro, resolvemos fazer e, para nossa felicidade, o gosto era bem como lembrávamos! 🙂

Calorias: Não, né, gente? Pelamor, se é da Turma da Mônica não tem caloria, por definição.

Você vai precisar de:
1 lata de leite condensado
1 colher generosa de manteiga ou margarina
3 colheres generosíssimas de Nescau (você pode fazer com cacau amargo, mas daí perde a característica de infância, gerando calorias)
1 pacote de 200 g de biscoito maisena (biscoito é doce, bolacha é salgada, the end).
1 pedaço gigante de papel alumínio, untado.

Peça pra sua irmã, que se recusou a fazer o brigadeiro alegando que salame de chocolate era com brigadeiro feito por outra pessoa, já que ela era muito nova pra mexer com fogão, para triturar o biscoito. Pode ser no liquidificador ou na mão mesmo. Reserve.

Em uma panela, leve ao fogo o leite condensado, a manteiga e o Nescau. Misture em fogo baixo até desgrudar da panela. SIM, é um brigadeiro comum normal de todos os fins de semana chuvosos!

Enquanto você mistura, peça pra sua irmã untar o pedaço gigante de papel alumínio. Se você não tiver irmã ou outro ajudante, unte ANTES de começar a fazer o brigadeiro.

Quando o brigadeiro estiver pronto, retire do fogo e junte de uma vez o biscoito. Use o muque para misturar tudo muito bem.

Despeje a massa sobre o papel alumínio formando mais ou menos um retângulo e enrole para formar um cilindro. Deixe esfriar um pouco sobre a bancada antes de levar à geladeira (ou ao freezer, se você for apressadinho como a gente) até firmar.

Corte em rodelas e entenda o nome da receita! 🙂

“Bolodim” de cenoura e chocolate

Bolodim de Cenoura e Chocolate

Adaptado do Panela Minha

Esta receita foi feita quando a Anna veio me visitar. Ainda não acredito que já tem mais de um ano! Vimos essa receita na internet e ficamos obcecadas desde aquele dia. Obviamente, pinamos para fazer quando a Anna estivesse aqui.

Você vai precisar de:
Fé na humanidade
Paciência para fazer caramelo duas ou três vezes

Para o pudim
1 lata de leite condensado (se você estiver no Uruguai, peça para alguém trazer mocozado na mala)
A mesma medida de leite (usamos leite em pó. Não em pó, você vai ter que prepará-lo com água)
3 ovos
5* colheres (sopa) de cacau em pó (não pode ser achocolatado nem cacau adoçado. Just no)

Para o bolo
2 ovos
1* cenoura de bom tamanho
½ xícara de óleo vegetal (infelizmente não dá pra substituir pela boa e velha manteiga)
1 xícara de açúcar
1 xícara de farinha de trigo
1 ½ colheres (chá) de fermento em pó

*usamos essas quantidades como estava na receita original, mas sugiro fortemente que sejam aumentadas – mais cenoura no bolo, ao menos.

Manos en la masa:

Faça o caramelo tantas vezes quantas forem necessárias numa forma (usamos o bom e velho pirex, sem buraco no meio porque, né, não temos) e esqueça de tirar foto pra postar. A receita original diz uma forma média de 22cm de diâmetro e 8cm de altura, mas nós usamos a clássica “vai a que tem em casa”.

No liquidificador, bata os ingredientes do pudim (seja bem vó e meça o leite na própria lata do leite condensado) e despeje na forma caramelizada.

A essa altura, já pode colocar o forno pra pré-aquecer. Numa cumbuca (conhecida em português por ‘bowl’), coloque o açúcar, o fermento e a farinha. Bata os demais ingredientes no liquidificador, jogue a mistura na tigela e misture bem.

Coloque a mistura sobre (isso mesmo) o pudim. É nessa hora que você vai precisar de fé na humanidade, porque vai realmente parecer que você estragou tudo. Pense “Dels do céu, isso nunca vai dar certo”. Observe a forma por breves segundos sem acreditar que isso pode não ser um grande desperdício de tempo e gás de cozinha e leve para assar em banho-maria no forno já pré-aquecido.

#protoscotip: deixe para colocar a água (fria) na assadeira do banho-maria quando já tiver dentro do forno, para diminuir a chance de fazer meleca.

Depois de uma hora de forno, é tempo de começar os testes do palito. O nosso levou 1h50 pra sair seco, então é bom realmente ficar de olho.

Tire do forno, espere esfriar e desenforme. É necessário deixar esfriar naturalmente, e não socar na geladeira, para que o bolo não sole.

Fique algum tempo maravilhada com a mágica, dando pulos de alegria e repetindo frases mal acabadas com seus amigos, como “cara… uau!”. Leve à geladeira (aqui estou sendo educada, pois não conseguimos mais esperar essa etapa) e repita o processo de ficar embasbacada com a fatia na sua frente. Fique dois dias se perguntando que mágica é essa que faz o bolo e o pudim se separarem no forno.