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Deviled Eggs – ou Ovos Endiabrados

Deviled Eggs

Você também fez maratona na Netflix neste carnaval? 🙂 Quer comer algo diferente, mas não tem ânimo pra preparar nada muito complexo? A receita de hoje resolve seus problemas – e combina bem com o calorão!

Este prato tradicional da culinária americana, tradicionalmente servido em piqueniques ou como entrada em churrascos, também resolve o problema quando você quer um almocinho rápido. Basta cozinhar os ovos, retirar a gema, misturar com maionese e temperos, botar o recheio de volta e pronto!

A “receita” não tem quantidades, porque tudo depende de quantos ovos você quiser cozinhar:

Ovos, de preferência caipiras

Maionese

Mostarda

Sal e pimenta-do-reino

Temperos diversos: você pode usar páprica, pimenta-caiena, mostarda em pó, ervas frescas… vai do gosto!

[Opcional mas altamente recomendável] Água do picles – sabe aquele caldinho que vem no pote de picles? Pois é. Ele mesmo. Dá um toque super especial!

Para decorar: na foto acima, usei pimenta-biquinho, mas já usei azeitonas e alcaparras, fica ótimo também. De novo, vai do gosto.

Deviled Eggs

Como já adiantei, esta receita é muito simples: cozinhe os ovos com a gema dura. Já li vários métodos, mas o que eu costumo fazer é colocar os ovos em uma panela com água fria, tampar e, quando a água começar a ferver, marcar 12 minutos. Então despejo a água fervente e coloco água fria, para interromper o cozimento.

Com os ovos já frios, é hora de fazer o recheio. Com cuidado para não quebrar a clara em mil pedacinhos, corte os ovos ao meio e retire as gemas, colocando-as em uma tigela. Reserve as claras.

Na tigela, amasse as gemas e misture com a mostarda, uma colher (sopa) da água do picles, e os temperos. Acrescente maionese até obter um patê. O ponto do patê depende de como você vai rechear as claras.

Deviled Eggs

Se quiser uma refeição rápida, use uma colherinha para colocar o patê dentro da clara, onde antes estava a gema – como na foto acima. Neste caso, o melhor é um patê mais grossinho.

Se quiser servir de entrada, coloque o recheio em um saco de confeiteiro com bico pitanga grande, como fiz na primeira foto. Neste caso, coloque um pouco mais de maionese ou de água de picles no patê, para facilitar.

Decore com azeitonas/pimenta-biquinho/alcaparras. Sirva em temperatura ambiente ou frio!

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Omeletinhas de Quinoa

Omeletinha de Quinoa

Dia desses (seis mil anos atrás), uma leitora mandou uma sugestão para a página do Facebook: umas omeletinhas deliciosas feitas na forminha de cupcake. Eu já tinha feito, já tinha achado bom, mas tudo antes do Tertúlias existir!

Quando eu finalmente criei vergonha na cara para fazer as omeletinhas tirando foto, encontrei uma receita que levava quinoa cozida! Maria-quinoa que sou, corri para testar. E gente, ficou MUITO bom! 🙂

A coisa vai meio do gosto do freguês, como toda omelete que se preze, mas eu fiz assim:
2 xícaras de quinoa cozida (usei a quinoa vermelha, mas com a amarela teria ficado mais bonito)
3 ovos
1 xícara de abobrinha ralada
1 xícara de queijo ralado grosso
1 xícara de presunto picado (se quiser fazer esta receita vegetariana, é só omitir, sem estresse)
1 cebola picada
½ maço de coentro picado
Sal, pimenta do reino, páprica, sabe como é.

Comece preparando a forma. Mesmo que a sua forminha de cupcake seja antiaderente, de silicone, ou metida a poderosa, UNTE com manteiga. Não tenha preguiça, ou lavar a forma vai ser o inferno na terra. ACREDITEM.

Omeletinha de Quinoahttp://Você%20pode%20omitir%20o%20presunto!

Misture bem todos os ingredientes em uma tigela. Você vai achar que o ovo desapareceu, que essa massa(roca) nunca que vai dar certo, mas vai sim! 😀

Omeletinha de Quinoa

Pressione delicadamente a mistura dentro das forminhas de cupcake (pode encher bem!) e leve para assar por 25-30 minutos, ou até que esteja douradinho na borda. Retire delicadamente da forma e sirva!

Essa receita rende muito, mas a melhor parte é que você pode congelar para um café da manhã reforçado e prático!

[Guest Post] Bolinhos de Arroz

[Guest Post] Bolinho de Arroz

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Eduardo e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Seguindo a superdica da Giuliana Elena Bosco…

Calorias: as que você guardou para usar depois.

Trilha sonora: Demônios da Garôa.

A proposta é bem simples. Você vai receber amigos em casa para um almoço e faz aquela boa panela de arroz. Depois que suas visitas vão embora você olha e se pergunta: o que farei com esse mundaréu de arroz? Bolinho, claro.

Ingredientes:

Arroz (o que você tiver na geladeira)
Trigo (o suficiente para dar liga)
Ovo (o suficiente para dar liga)
Queijos (eu usei uma sobra de muçarela e parmesão)
Temperos (cebola, pimentão, orégano, pimentas, o que a inspiração mandar)
Fermento

Preparo:

Despeje o arroz em uma vasilha. Com o auxílio do garfo deixe o arroz bem soltinho. Adicione os temperos e os queijos e misture. Depois coloque os ovos e misture bem. Coloque a farinha de trigo. A quantidade de farinha de trigo e dos ovos é relativa, sempre depende da quantidade de arroz. Desta vez tínhamos bastante, então usamos dois ovos e uma xícara de farinha.

Por fim, acrescente o fermento, que também depende da quantidade de arroz, nesta receita foi uma colher de sopa.

Com a colher molde os bolinhos e coloque no óleo quente. Quando estiver já dourando, vire o bolinho, aguarde só mais um pouco, retire e coloque para escorrer em papel toalha. É rápido, prático e superdelícia.

O acompanhamento ideal é uma cervejinha gelada, mas estávamos sem cerveja neste dia. 8(

Quindim Forever Alone

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Já viu receita de quindim? Doze mil ovos, dez kg de açúcar, etc. Sem noção. Você é só um. E quer UM quindim, não cento e cinquenta. Geralmente a resposta para este dilema é: 1) chorar; 2) levantar e comprar um quindim.

Hoje isso muda, porque você vai aprender a fazer o quindim forever alone. E ele é MUITO fácil.

Para um quindim satisfatório, você vai precisar de:

2 gemas
1 1/2 colheres (sopa) de açúcar
2 colheres (sopa) de coco ralado.

ATENÇÃO, essa é a única receita onde você deve usar colher normal, não a colher de medida (que cabe mais, transformando sua receita em um bombocado ¬¬).

Pré-aqueça seu forno.

Misture tudo rapidamente com um garfo, só para incorporar. Coloque em uma forminha de empada untada com manteiga e açúcar. Coloque a forminha com suas esperanças em um tabuleiro.

Leve ao forno e, quando estiver no forno, coloque água quente no tabuleiro até mais ou menos metade da altura da sua forminha. SIM, você vai assar o quindim em banho-maria. Colocar a água somente quando o tabuleiro já está no forno significa que você não vai se queimar, nem derramar água sobre a preciosa massa do seu quindim! 😀

Asse em forno médio até que a superfície esteja levemente dourada e firme. Aqui em casa, esse processo levou 15 minutos. Retire do forno (veja a foto, tirei com uma escumadeira) e, quando a forminha não estiver queimando sua mão, passe uma faquinha pelas bordas e desenfor

[Guest Post] Tomates Verdes Fritos

[Guest Post] Tomates Verdes Fritos

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook]

Tempo de preparo: 40 minutos

Há algum tempo, assisti ao famoso drama “Tomates Verdes Fritos” (1991). A história me cativou tanto que a receita que dá nome ao filme nunca me saiu da cabeça: “um dia vou experimentar isso”. Como nunca encontrei nenhum lugar que vendesse esse prato, o jeito foi fazer!

(Façam o favor de assistir ao filme)

Baseado na receita original da Southern Living

Ingredientes:
3 tomates verdes médios cortados em rodelas grossas (aprox. 1 cm)
1 ovo grande
½ xícara de leite*
½ xícara de farinha de trigo (dividida em duas partes)
½ xícara de farinha de milho (eu usei aquela que tem flocos pequenos)
1 colher de chá de sal
½ colher de chá de pimenta do reino (eu botei mais =X)
Óleo vegetal
Sal a gosto (no final)

Modo de Preparo:
Esse prato precisa, acima de tudo, de organização para ser feito rapidamente e sem muita sujeira. Monte uma linha de produção com três pratos contendo os seguintes ingredientes:
Prato (1): ¼ xícara de farinha de trigo;
Prato (2): ovo levemente batido + leite;
Prato (3): ¼ xíc. farinha de trigo + ½ xíc. farinha de milho + sal + pimenta do reino.
O resto é fácil. Basta recobrir as rodelas de tomate com a farinha do prato 1, mergulhá-las em seguida no prato 2 e recobri-las novamente com a mistura do prato 3. Comece pegando cada rodela individualmente com o pegador novo de nylon que você comprou. Perca a paciência e faça todo o resto das rodelas ao mesmo tempo, pegando com a mão. Depois de empanadas, é só fritá-las em óleo bem quente até que fiquem douradas dos dois lados.

Eu coloquei óleo suficiente para cobrir as fatias por inteiro, mas fica a seu critério. Dá pra colocar menos óleo e ficar virando, mas haja paciência. Na hora de fritar, eu me esqueci de fechar a porta do quarto e fui dormir com o travesseiro cheirando a fritura, então #fikdik. Ao final, basta colocar os tomates sobre um papel toalha e temperar com sal, se achar necessário.

*A receita original pede “buttermilk”, mas essa coisa nem existe aqui no Brasil direito. Pelo que li, é um resíduo da produção de manteiga que deixa tudo mais gostoso. Se você encontrar, vá na fé! Se não encontrar, vá de leite mesmo ou utilize um substituto caseiro. Nesse caso, sugiro a dica do La Cucinetta.

[Guest Post] Arroz Carreteiro estilo P.F. de estrada

[Guest Post] Arroz Carreteiro

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook]

Tempo de preparo: 1 hora

Trilha sonora: Zezé di Camargo & Luciano (1992)

Ingredientes:
1 pacote de carne seca 500 g (quanto menos gordurenta melhor, please)
Arroz (usei 4 xícaras para essa receita)
Bacon frito*
½ lata de milho verde
½ lata de ervilha
Azeitonas picadas
Queijo muçarela em cubos (pode usar outra coisa, era o que tinha aqui…)
Ovos cozidos cortados em rodela
Pimentão cortado em cubinhos (usei o vermelho, mas dizem que o verde é bom pra memória, já que você fica se lembrando dele o resto do dia)
Temperos: alho, azeite, cebola, sal (cuidado!), pimenta do reino, pimenta cumari, noz moscada, páprica picante, etc. (sim, são os mesmos do fricassê, me julguem).

Modo de Preparo:

Comece no dia anterior! Mas calma, é só pra deixar a carne seca de molho na água, dessalgando. Troque a água quantas vezes você se lembrar. Eu lembrei três vezes, pois sou uma pessoa muito ocupada (uhum…). Após cozinhar a carne, basta desfiá-la. Dessa vez eu, sinceramente, não gostei muito do resultado do processador: os fiapos da carne ficaram muito pequenos e o recipiente ficou todo ensebado e chato de lavar. Após desfiar a carne, eu a refoguei com alho, cebola e os temperinhos. Fui adicionando depois a ervilha, o milho, o pimentão e a azeitona. Nessa etapa, eu evitei colocar sal, dado que a carne seca já é extremamente salgada. Deixe para acertar o sal depois.

Minha mãe, Ana Lucia, a quem devo essa receita, testou sem refogar a carne e disse que fica a mesma coisa. A preguiça, às vezes, recompensa as pessoas. Beijo mãe =D. Reserve a carne refogada (ou não) e parta para a próxima etapa: cozinhar o arroz.

Aqui basta fazer o arroz normalmente, apenas cuidando para não colocar muito sal. Quando o arroz estiver quase pronto, com a água já no nível dos grãos, é só pegar a carne, misturar e deixar a água terminar de secar. Fica meio grudentinho, mas faço assim porque gosto. Quem não curte arroz desse jeito, pode cozinhá-lo mais soltinho e misturar a carne na hora de levar à mesa. No fim, quando estiver quaaase na hora de servir, é só jogar os cubinhos de queijo e esperar eles derreterem um pouco.

Os enfeites: eu gosto de decorar o prato com rodelas de ovo cozido (estão tortos, reclamem ca galinha) e bacon frito em cubinhos. Pode ser na própria panela mesmo (olha a preguiça aí novamente). No caso, como a receita iria para a página, eu me aventurei a fazer uma ~flor de tomate~ (me julguem novamente). A flor está meio troncha porque o Zé, meu “des-ajudante”, achou que eram cascas de tomate aleatórias e me fez o favor de tentar jogá-las fora. Ok, eu reconheço que elas não estavam com cara de que serviriam como decoração, mas foi minha primeira tentativa pô. O resultado final está aí nas fotos. Como acompanhamento, fica bom uma salada de rúcula com cebolete.

*Dica do bacon: eu aprendi, num vídeo do America’s Test Kitchen, a deixar o bacon mais crocante. Basta cobri-lo com água, na panela, e deixá-lo cozinhar em fogo alto. Quando a água acabar, é só reduzir um pouco a chama e terminar de fritá-lo. Fica BEM melhor, acreditem.

Spaghetti alla Carbonara

Spaghetti alla Carbonara

Uma das coisas mais fáceis e mais metidas a besta que você pode fazer na cozinha!

Para duas pessoas, você vai precisar de:

200 g de espaguete (sim, diz a lenda que é só isso mesmo, cada um ganha 100 g)
Mais ou menos 150 g de bacon
2 ovos
Mais ou menos 100 g de queijo parmesão ralado grosso – não aquele pozinho com gosto estranho, por favor! Escolha um queijo gostoso, desses que você comeria puro.
1 dente de alho (opcional, mas altamente recomendável)
Pimentas variadas (eu usei páprica picante e pimenta do reino, ficou ótimo).

Você não está entendendo o quanto essa receita é fácil.

Corte o bacon em cubinhos e frite. Não tinha bacon em cubinhos em casa, só em tiras, e deu certo do mesmo jeito. Reserve.

Coloque a água do macarrão para ferver. Quando estiver fervendo, salgue e coloque o macarrão.

Prepare o molho: em uma tigelinha, bata os ovos, tempere com as pimentas e sal, se o seu bacon não for muito salgado. Acrescente o alho picado e metade do queijo. Reserve.

Agora é preciso ficar esperto e agir rápido: escorra o macarrão e devolva-o imediatamente à panela, FORA do fogo. Despeje o “molho” e o bacon e misture bem. O calor do próprio macarrão vai cozinhar levemente os ovos, formando um molhinho delicioso.

Coloque nos pratos, polvilhe com o restante do queijo e pronto! É só isso mesmo! 😀

ATENÇÃO: esta é uma receita que precisa ser consumida imediatamente. Não é pra fazer, esperar vinte minutos e comer. Sério. Por isso mesmo, é uma receita que não presta quando é requentada. Ajuste as quantidades à sua fome. 😀