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Salada Grega

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Salada grega

Janeiro costuma ser sempre o mesmo esquema: calor infernal, “este ano eu vou comer menos tranqueira”, “pra que é mesmo que eu tenho um forno se basta abrir a janela?”, etc. Então, como aqui não é nada diferente e também está um calor infernal, nada melhor do que começarmos o ano com as Tertúlias de Verão! Uma série de receitas levinhas que combinam muito com esse calorão! 😀

A receita de hoje é uma salada SEM ALFACE (tenho birra) e muito muito gostosa. O legal é que você só suja a tábua e os pratos! A receita da Deb pedia queijo feta, que nunca encontrei aqui: fiz com ricota mesmo e ficou ótimo. Já testei também com queijo de cabra, fica excelente!

Para duas pessoas, você vai precisar de

1 pepino médio – usei esse da foto, qual é? Japonês? Normal? Não sei.

1/2 pimentão verde

1 xícara de tomates cereja

1/4 de xícara de azeitonas pretas – você pode omitir, se quiser. Não entendo, mas você pode fazer isso sim, a salada é sua.

1/2 cebola roxa pequena – a minha era grande, usei só 1/4

Fatias grossas de ricota, feta ou queijo de cabra – para uma versão vegana, use tofu grelhado

suco de 1 limão – me empolguei e usei dois, mas a receita falava em um só mesmo 😀

azeite, sal, pimenta-do-reino, orégano (fresco seria ideal, mas usei o seco mesmo)

Salada grega

A montagem da salada não tem mistério.

Se você acha cebola crua uma coisa muito forte, você pode fatiá-la bem fininha e deixar descansando no suco de limão enquanto prepara os demais ingredientes. Eu amo cebola crua (mamãe conta que eu roubava cebola crua da geladeira quando tinha 5 anos, daí vocês tirem), então só fiz cortar fininho mesmo! 😀

Corte também o pepino em pedaços médios, o pimentão em cubinhos pequenininhos e os tomates cereja ao meio. Eu cortei cada ingrediente e coloquei direto nos pratos, para economizar uma louça! #preguiça

Coloque as azeitonas e as fatias de ricota sobre a salada e tempere tudo com suco de limão (se você deixou as cebolas descansando nele, pode usar do mesmo jeito), azeite, sal, pimenta-do-reino e as folhinhas de orégano.

Coma e se sinta super bem por ainda não ter largado a promessa de ano novo! 😀

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Quiche de Bacalhau

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Quiche de Bacalhau

Aqui no Uruguai só encontramos bacalhau na Páscoa. E o pior, é quase impossível encontrar bacalhau bacana, a maioria é aquele fininho e chato de lidar! 😦 Mas obviamente isso não me impede de comprá-lo quando aparece – você disse bolinhos? Bacalhoada? Basicamente qualquer coisa que leve bacalhau?

Procurando algo diferente, encontrei esta receita no Receitas de Minuto. Ficou muito gostoso – um jeito bem mais leve de comer bacalhau!

Para uma quiche de 22 cm, você vai precisar de:

1 xícara de farinha de trigo

80 g de manteiga gelada

1 gema

1 pitada de sal

Para o recheio:

½ xícara de alho-poró ou cebola

Mais ou menos 10 azeitonas

200 g de bacalhau dessalgado e desfiado

1 xícara de creme de leite

2 ovos

pimenta-do-reino, noz-moscada e páprica

Comece fazendo a massa, que é praticamente a mesma da empada de queijo. Em uma tigela, coloque a farinha, o sal e a manteiga. Incorpore os ingredientes, esmagando os pedacinhos de manteiga com a ponta dos dedos até obter uma farofinha. Acrescente a gema e misture até obter uma massa. Se o clima estiver muito seco, você pode precisar colocar algumas colheres de água para dar o ponto.

Abra a massa sobre uma forma de 22 cm, pressionando bem no fundo e nas laterais. Fure toda a massa com um garfo, liberando bem qualquer instinto assassino reprimido, e leve para assar em forno preaquecido por 15 minutos. Retire e reserve.

Quiche de Bacalhau

O recheio é bem prático: refogue o alho-poró e as azeitonas até que murchem. Junte o bacalhau desfiado e tempere com pimenta-do-reino, noz-moscada e páprica. Dê uma provadinha para ver se precisa de sal.

Retire do fogo, misture o creme de leite e deixe esfriar antes de acrescentar os ovos – você quer comer quiche, não ovos mexidos! 😀

Depois de misturar os ovos, despeje o recheio na massa e leve para assar por mais ou menos 40 minutos, ou até dourar e firmar. Espere uns cinco minutinhos antes de cortar e sirva com salada!

[Guest Post] Torta de Frango

[Guest Post] Torta de Frango

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Eduardo e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Calorias: vocês já viram o tamanho do peito do frango? Ele malha um monte inclusive por você, não se preocupe.

Ingredientes:

Massa
1 xícara de óleo
1 xícara de leite
2 xícara de farinha de trigo
3 ovos
1 colher de fermento
Queijo Parmesão ~agosto~
Sal

Recheio:
Frango (né!) desfiado
Limão
Mix de Pimenta, sal, alho e alecrim.
Pimentão
Cebola
Milho
Ervilha
Azeitona
Requeijão

Modo de fazer
Para o recheio, eu usei peito de frango, mas poderia ser qualquer pedaço do frango. Eu temperei com limão, mix de pimenta (pimenta do reino, branca, jamaicana e vermelha), alecrim, sal e alho. Refoguei com um quarto de pimentão e meia cebola picada. Após refogar, despejei água quente até cobrir. Quando a água secar, o filé de frango vai estar bem cozido. Tire da panela e desfie (eu usei com garfo mesmo). Com o frango desfiado, vamos, novamente, refogá-lo. Coloque azeite na panela, o frango desfiado e acrescente a azeitona, o milho e a ervilha.

A massa é bem simples e rápida. Misture todos os ingredientes no liquidificador até a massa ficar homogênea. Sugiro bater primeiro os líquidos e depois acrescentar os ingredientes secos. Essa ~metodologia~ otimiza o preparo da massa.

Eu juro procêis que dessa vez eu esqueci, mas, por favor, não se esqueçam de untar e polvilhar o pirex/forma. Então, depois de untar e polvilhar o pirex/forma, despeje metade da massa e, em seguida, espalhe o recheio. Cuidadosamente ponha o requeijão, tentando alcançar toda a superfície do recheio. Por fim, despeje o restante da massa. Eu espalhei um pouco de parmesão ralado por cima, para ajudar na cor bonita do final. A massa vai para o forno por uns 20 minutinhos, mais ou menos, quando ela estiver dourada, pode desligar e retirar do forno.

É ótimo para um almoço de domingo. Rápido e simples.

[Guest Post] Pirarucu Nortista

[Guest Post] Pirarucu Nortista [Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Eduardo e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Calorias: Filho, tenta tirar o couro de um pirarucu e depois vem me falar de calorias.

Trilha Sonora: Calypso (lógico!)

Essa receita é uma realização de Sâmela Ramos, paraense lá de Santarém. Os ingredientes principais, inclusive, vieram de lá.

Ingredientes:
10 kg de disposição.
500 g de filé de pirarucu.
3 bananas-da-terra maduras (banana-comprida).
4 batatas médias.
1 lata de creme de leite.
Azeitonas, pimentão, tomate e cebola.
Temperos: pimenta-do-reino, colorau, sal e pimenta calabresa e o que mais o aprouver.
Azeite
Queijo ralado (usamos muçarela, mas ficaria bom com qualquer queijo branco).

Modo de Fazer
Preliminares: cozinhe e amasse as batatas. Reserve.

O pirarucu. Queridos, ao sul das águas do Amazonas vocês até encontram pirarucu fresco no mercado. Se encontrarem, comprem, porque é um peixe muito delicioso, não importa o preparo. Se você, em um arroubo gastronômico, comprou o pirarucu fresco, possivelmente ele estará em uma bandejinha limpinho, pronto para você iniciar o preparo. Porém, se você tem uma amiga de Santarém que tem como opção comprar o peixe fresco, pescado no rio Tapajós, você terá o ~amável~ trabalho de retirar o couro do pirarucu e transformá-lo em lindos filés.

A receita começa com o preparo dos filés do pirarucu. Para temperá-los, nós usamos pimenta-do-reino, sal, colorau e pimenta calabresa. Não recomendamos o método de colocar em tapaué e sacudir, há o risco dos filés saírem da tapaué prontos para uma farofa de peixe. O passo seguinte é fritar esses filés. Na frigideira, coloque uma parte dos filés de pirarucu. Use azeite suficiente para untar o fundo da frigideira. Quando perceber que cozinhou de um lado, vire os filés. Dependendo do tamanho da sua frigideira, será um processo bem rápido. Depois de pronto, reserve.

As bananas devem ser fatiadas e depois fritas, também com pouco azeite. Precisa de um pouco de cuidado para não queimar, mas é bem tranquilo: fritou de um lado, vira; fritou do outro, tira da panela e coloca em um prato. Reserve

[Guest Post] Pirarucu Nortista

Naquela frigideira do pirarucu, refogue cebola, pimentão, azeitona e tomate. Tempere com pimenta-do-reino, sal e outros temperinhos bacanas. Depois de refogado, desligue o fogo e acrescente o creme de leite. Reserve.

Por fim, a montagem. Utilizando uma travessa de vidro (grande), faça camadas com os ingredientes na seguinte ordem: primeiro o molho, seguido do pirarucu, das bananas e, por último, a batata amassada. Cubra com queijo. Com o prato montado, coloque no forno pré-aquecido por uns 10 ou 15 minutinhos. É só o tempo de derreter o queijo e dar uma grelhada. Usamos arroz para acompanhamento, mas é opcional.

Lógico que um peixe com esse nome não deixaria de ter bons comentários no processo. Por exemplo, vocês sabiam que em Goiânia há criadouros de Pirarucu? Então, Sâmela, que já morou em Goiânia, nos presenteou com a seguinte pérola: “uma amiga em Goiânia fazia com um pirarucu de açude, mas eu nunca provei o pirarucu dela”.

Só uma coisa a dizer. Façam ou venham aqui provar. TUTO DE BOM!

[Guest Post] Antepasto de Berinjela

[Guest Post] Antepasto de Berinjela

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Eduardo e foi originalmente postada na página do Facebook.]

Ou Ratattouille ou Pasta de Berinjela ou qualquer outro nome que você queira dar.

Calorias: gente é vegano!
Trilha sonora: Ne me quitte pas (lógico)
Tempo de preparo: 30 min.

Ingredientes
2 berinjelas médias
¼ de pimentão (grande) vermelho
¼ de pimentão (grande) amarelo
¼ de pimentão (grande) verde
Azeite
Azeitonas
Sal, pimenta do reino e outros temperos.

[Guest Post] Antepasto de Berinjela

Durante o preparo o único cuidado é com a berinjela, pois ela oxida rápido, por isso, logo após cortar a berinjela em cubos, eu a coloquei para refogar em fogo baixo. Corte os pimentões e acrescente à berinjela. Tempere bem: eu usei sal, mix de pimenta (pimenta do reino, branca, verde e jamaicana), pimenta calabresa e orégano, mas também fica bom com alecrim ou páprica. Desta vez eu coloquei azeitona, mas é opcional. Durante o cozimento, caso esteja seco, acrescente mais azeite. Vai estar pronto quando a berinjela estiver desmanchando. Aí, você serve com aquele arroz com cardamomo e é só sucesso.

Outro bom uso para o antepasto é servir com pão francês e queijo minas frescal em uma jantinha diferente e saborosa.

[Guest Post] Arroz Carreteiro estilo P.F. de estrada

[Guest Post] Arroz Carreteiro

[Nota: Esta receita foi feita (e escrita) pelo Rafael e foi originalmente postada na página do Facebook]

Tempo de preparo: 1 hora

Trilha sonora: Zezé di Camargo & Luciano (1992)

Ingredientes:
1 pacote de carne seca 500 g (quanto menos gordurenta melhor, please)
Arroz (usei 4 xícaras para essa receita)
Bacon frito*
½ lata de milho verde
½ lata de ervilha
Azeitonas picadas
Queijo muçarela em cubos (pode usar outra coisa, era o que tinha aqui…)
Ovos cozidos cortados em rodela
Pimentão cortado em cubinhos (usei o vermelho, mas dizem que o verde é bom pra memória, já que você fica se lembrando dele o resto do dia)
Temperos: alho, azeite, cebola, sal (cuidado!), pimenta do reino, pimenta cumari, noz moscada, páprica picante, etc. (sim, são os mesmos do fricassê, me julguem).

Modo de Preparo:

Comece no dia anterior! Mas calma, é só pra deixar a carne seca de molho na água, dessalgando. Troque a água quantas vezes você se lembrar. Eu lembrei três vezes, pois sou uma pessoa muito ocupada (uhum…). Após cozinhar a carne, basta desfiá-la. Dessa vez eu, sinceramente, não gostei muito do resultado do processador: os fiapos da carne ficaram muito pequenos e o recipiente ficou todo ensebado e chato de lavar. Após desfiar a carne, eu a refoguei com alho, cebola e os temperinhos. Fui adicionando depois a ervilha, o milho, o pimentão e a azeitona. Nessa etapa, eu evitei colocar sal, dado que a carne seca já é extremamente salgada. Deixe para acertar o sal depois.

Minha mãe, Ana Lucia, a quem devo essa receita, testou sem refogar a carne e disse que fica a mesma coisa. A preguiça, às vezes, recompensa as pessoas. Beijo mãe =D. Reserve a carne refogada (ou não) e parta para a próxima etapa: cozinhar o arroz.

Aqui basta fazer o arroz normalmente, apenas cuidando para não colocar muito sal. Quando o arroz estiver quase pronto, com a água já no nível dos grãos, é só pegar a carne, misturar e deixar a água terminar de secar. Fica meio grudentinho, mas faço assim porque gosto. Quem não curte arroz desse jeito, pode cozinhá-lo mais soltinho e misturar a carne na hora de levar à mesa. No fim, quando estiver quaaase na hora de servir, é só jogar os cubinhos de queijo e esperar eles derreterem um pouco.

Os enfeites: eu gosto de decorar o prato com rodelas de ovo cozido (estão tortos, reclamem ca galinha) e bacon frito em cubinhos. Pode ser na própria panela mesmo (olha a preguiça aí novamente). No caso, como a receita iria para a página, eu me aventurei a fazer uma ~flor de tomate~ (me julguem novamente). A flor está meio troncha porque o Zé, meu “des-ajudante”, achou que eram cascas de tomate aleatórias e me fez o favor de tentar jogá-las fora. Ok, eu reconheço que elas não estavam com cara de que serviriam como decoração, mas foi minha primeira tentativa pô. O resultado final está aí nas fotos. Como acompanhamento, fica bom uma salada de rúcula com cebolete.

*Dica do bacon: eu aprendi, num vídeo do America’s Test Kitchen, a deixar o bacon mais crocante. Basta cobri-lo com água, na panela, e deixá-lo cozinhar em fogo alto. Quando a água acabar, é só reduzir um pouco a chama e terminar de fritá-lo. Fica BEM melhor, acreditem.

[Guest Post] Fricassê de Frango

[Guest Post] Fricassê de Frango

[Nota: Esta receita foi feita pelo Rafael e foi a primeira receita postada na página do Facebook! Eu me recuso a fazer, porque tem milho, mas quem fez amou! O texto é todo dele!]

Calorias: melhor não saber. No meu caso, limpar o processador depois já compensou.

Tempo de preparo: 1,5 horas

Ingredientes:
• 1 kg de peito de frango
• 1 caixinha de creme de leite
• 1 pote de requeijão cremoso
• ½ lata de milho verde
• Azeitonas picadas
• Queijo muçarela ralado
• Batata palha
• Temperos: alho, azeite, cebola, sal, pimenta do reino, pimenta cumari, noz moscada, páprica picante, etc.

Modo de Preparo:
Comece cozinhando o peito de frango na panela de pressão. Eu simplesmente coloquei o frango na panela, joguei um bloquinho de caldo de frango (não gosto de usar, mas a preguiça falou mais alto), cebola picada, alho laminado e temperos variados. Cobri com água e deixei no fogo por 15 minutos após a panela ter começado a assobiar. Quando abri a panela, achei a cor mega branca do frango meio desanimadora, mas juro que melhora. Desfiei o frango no processador usando o acessório de bater massas, que não tem lâmina. Achei o resultado fantástico, mas só até a hora em que tive de limpar as mil peças da parada. Se tiver paciência e não tiver processador, desfie do jeito que der: faca, garfo, mão, parede, etc.

Separadamente, bata o creme de leite com o requeijão e um pouquinho de água no liquidificador e reserve.
Como sobrou muito caldo na panela do frango, eu resolvi secá-lo um pouco e refogar tudo ali mesmo, pra aproveitar o tempero. Coloquei o frango desfiado, as azeitonas, o milho e porções generosas de azeite. Deixei o negócio adquirir uma cor menos anêmica e, então, despejei o creme de leite com requeijão em cima. Esperei borbulhar, desliguei e despejei numa forma (de preferência de vidro, que limpa mais fácil). Coloquei quantidades industriais de queijo ralado por cima e botei no forno pra gratinar (10-15 min). Eu ralei o queijo no processador mesmo, mas isso gerou sujeira e perda de tempo. Melhor ralar do modo tradicional com aquele ralador de latão enferrujado que eu sei que todo mundo tem.

A receita genérica que eu estava usando como base pedia para botar a batata palha antes de colocar no forno, mas eu achei que ela ia ficar murcha e torrada demais, então coloquei por cima só na hora de servir e deu certo. Servi somente com arroz branco, porque feijão não combina com isso e salada ocuparia um espaço desnecessário no estômago.

Pirarucu de Casaca

Pirarucu de Casaca

Eu: “Mãe, vamos fazer uma receita pro Tertúlias?””
Mamãe: “Sim….. mas vamos fazer algo diferente. Pirarucu de casaca?”
Eu: “Pirarucu de casaca.”

Olha, nós sabemos que no Sudeste é quase impossível encontrar boa parte dos ingredientes, mas a receita é tão gostosa (e tão diferente) que resolvemos postar mesmo assim.

Você vai precisar de:

1 vidro de leite de coco
1 maço de cheiro verde picadinho
2 cebolas cortadas em cubinhos
1 pimentão pequeno cortado em cubinhos
2 tomates cortados em cubinhos
3 pimentas de cheiro cortadas beeeem miudinhas, do jeito que só mãe consegue cortar
1 kg de pirarucu seco, dessalgado e desfiado (você pode usar bacalhau também)
500 g de farinha do Uarini
Mais ou menos 4 bananas pacovã (ou banana da terra) fritas, cortadas em pedaços de mais ou menos 5 cm
Mais os menos 1 xícara de azeite
Suco de 1 limão (você pode usar vinagre, mas eu odeio vinagre)
1 lata de ervilhas
½ xícara de uvas passas
5 colheres de sopa de azeitonas em rodelinhas
1 pacote de batata palha (que esquecemos no dia e não fez falta nenhuma, mas tradicionalmente é incluído na receita)

Pique os tomates, as cebolas, o pimentão, as pimentas de cheiro e o cheiro verde. Misture-os em uma tigela. Pegue mais ou menos um quinto desta mistura e jogue em uma panela com 4 colheres (sopa) de azeite. Refogue. Acrescente o leite de coco e misture a farinha até obter uma farofa úmida. Reserve.

Em uma tigelona, misture o pirarucu com os temperos restantes. Acrescente meia xícara de azeite, o suco de limão, as ervilhas, as uvas passas e as azeitonas. Misture tudo muito bem e reserve.

Agora é hora de montar. Em um pirex grande, faça uma camada (fina) de farofa úmida, uma camada generosa da mistura de pirarucu, uma camada de bananas fritas, outra camada de farofa, outra camada de pirarucu, outra camada de bananas e finalize com OUTRA camada de farofa. 😀

Decore com batata palha, fazendo caretas ou simplesmente contornando o pirex.

Leve ao forno por mais ou menos 30 minutos e sirva. Geralmente, este prato é acompanhado de arroz, mas ninguém com bom-senso ocupa espaço no estômago com arroz quando tem pirarucu! Se você tiver força de vontade, é possível congelar o prato já montado, mas aviso: não é uma tarefa fácil abdicar de comer tudo de uma vez!

Pãezinhos de Azeitona

Pãezinhos de Azeitona

Receita original e bem escrita no Technicolor Kitchen 

Calorias: uma faxina na cozinha por porção
Tempo de preparo: 3 horas, contando com os tempos de fermentação e leseiras

1 colher (chá) de fermento biológico seco
1 colher (chá) de açúcar refinado
240 ml de leite integral morno
350 g de farinha de trigo comum
1 colher (chá) de sal
1 colher (sopa) de azeite de oliva
½ xícara generosa de azeitonas pretas [Tinha a verde, usei a verde]
1 ½ colheres (sopa) de folhinhas de alecrim [Não tinha, não usei, não me julguem]
Mais farinha [leia o modo de preparo para entender]

Modo de preparo: Na tigela da batedeira, coloquei o fermento, o açúcar e o leite e dei uma leve misturada. Quando ele ficou com aquela carinha de espuma de cerveja, adicionei a farinha, o sal e o azeite.
UMA AVÓ NORMAL sovaria em uma superfície enfarinhada. EU bati na batedeira com o batedor em formato de gancho – sim, eu percebi o uso excessivo do radical bat-, mas, veja bem, dane-se.
Paul Hollywood (se você não sabe quem ele é, PARE E VÁ VER The Great British Bake-Off) fala que, nesse momento, você deve transferir a massa para uma tigela levemente untada com óleo. Eu, que tenho preguiça, levantei a massa, dei uma untada com azeite igual a minha cara e botei a massa de volta na mesma tigela. Cobri com filme plástico, o que naturalmente cassaria meu diploma de vó, mas neste caso a culpa é novamente do Tio Paul Hollywood.
Fui pra academia, sofri, reclamei, passei no mercadinho pra comprar mais azeitona e quando voltei a massa já havia dobrado de volume, o que é a ideia. Tomei um banho veloz e coloquei a massa sobre uma superfície de mármore enfarinhada. Se você for um tipo FRESCO de pessoa que não come azeitonas, coloque outras coisas ou simplesmente pule o próximo passo. Sovei a massa com as azeitonas e fui acrescentando farinha para compensar a umidade das bichinhas. Fiz umas bolinhas meio tronchas (consegui 12) e coloquei-as em um pirecão redondo. Eu untei com azeite, mas não sei de onde tirei essa ideia. Deixei crescer novamente, enquanto cancelava os benefícios da academia com cookies (receita no futuro).
Quando cresceram, resolvi reler a receita e percebi que era para ter pincelado com azeite POR CIMA e não untado. Pincelei com azeite porque vai que, né, e assei por mais ou menos 25 minutos em forno médio.
Eles acompanharam a sopa do jantar de ontem e misteriosamente desapareceram antes do café da manhã!#mistérios #ocasodopãozinhoeoutrashistórias