Arquivos de Tag: vegan

Pãezinhos de batata doce

English version

Pãezinhos de batata doce

Antes de decidir qual seria o último pãozinho da série, estava invocada. Sabe quando você olha várias receitas, mas nada diz “me faça”? Fiquei assim um tempinho… Até que resolvi procurar receitas de pães veganos. Encontrei esta receita, percebi que tinha uma batata doce na geladeira que não tinha ido parar na última sopa que fiz, então era óbvio!

Esses pãezinhos são os mais fáceis de sovar de toda a série. Eu quase sempre uso a batedeira planetária, mas dessa vez fiquei pensando “aff, devia ter feito na mão e evitado sujar a louça” 😀 Quando eles saíram do forno, provei um e adorei. De tarde, comi com queijo e fiquei imaginando como seria gostoso como pão de hambúrguer! Como sempre, congelei uma parte. Ontem descongelamos e fizemos mini-hamburguinhos com esses pães, ficaram sensacionais!

Você vai precisar de:

Para a esponja:
2 1/4 colheres (chá) de fermento biológico seco
1/2 xícara de água morna – lembre-se sempre de testar a temperatura: se você aguentar ficar com seu dedo na água por 10 segundos, tá bom!
1/2 xícara de farinha de trigo

Para a massa:
1 xícara de batata doce cozida e amassada – eu usei a batata doce laranja
2 colheres (sopa) de mel – a receita pedia xarope de bordo, mas, né, maple syrup é caro e difícil de achar – o que eu tenho é de uso exclusivo para panquecas (e esse biscoito aqui) 😀
1 1/2 colher (chá) de sal
4 1/2 colheres (sopa) de óleo
1 colher (chá) de fermento químico – é, eu também achei estranho quando li uma receita de pão com os dois fermentos, mas não é que deu certo?
2 1/2 xícara de farinha de trigo – se o dia estiver muito úmido, você talvez precise usar um pouco mais de farinha para dar o ponto. Eu não precisei!

Pãezinhos de batata doce

Comece fazendo o purêzinho de batata doce. Eu descasquei e cortei uma batata doce média em cubinhos e fervi em uma panelinha com um pouco de água até que ela ficasse macia. Daí foi só escorrer, amassar bem com o garfo e esperar esfriar.
Enquanto a batata doce cozinha, faça a esponja. Misture todos os ingredientes da esponja na tigela da batedeira planetária (ou na tigelona grande que você vai usar para sovar), cubra com um pano de prato e deixe descansar por uns 20 minutos, até que comece a borbulhar.

À esponja, junte todos os ingredientes da massa. Na batedeira com o batedor em formato de gancho (ou no muque), sove por uns 5-7 minutos, até formar uma massa que não grude nos dedos. Se estiver fazendo na batedeira, você vai notar que as laterais da tigela ficam quase limpinhas – mas não adianta, você ainda vai ter que lavar a louça! 🙂

Agora o método é o mesmo de todos os pãezinhos desta série: Coloque a massa na tigela e cubra com plástico-filme. Deixe crescer em um lugar quentinho por mais ou menos uma hora, ou até que dobre de tamanho.

Quando a massa tiver dobrado de volume, dê um soquinho para desinflar e transfira-a para uma bancada enfarinhada.
Eu dividi a massa em 24 pedaços, mas você também pode dividir em 8 e fazer pães de hambúrguer, acho que ficariam ótimos! Modele os pãezinhos em bolinhas e coloque-os sobre uma assadeira de 25 x 35 cm, untada ou coberta com silpat. Lembre-se que massa de pão não é brigadeiro – se você tentar enrolar como se fosse um brigadeiro, não vai ficar tão bonitinho. Esse vídeo (em inglês, mas não faz diferença) mostra a técnica que eu uso – parece demorado, mas com o tempo você pega a manha e faz rapidinho! 😀

Cubra os pães levemente com plástico-filme ou um pano de prato (não use aqueles felpudos!) e deixe crescer de novo, até que quase dobrem de volume.
Agora é só assar em forno pré-aquecido por cerca de 20-25 minutos (se tiver dividido a massa em 8 partes, aumente o tempo de forno!), ou até que dourem e você ouça um som de oco quando der batidinhas na superfície.
Deixe esfriar em uma gradinha e sirva! 😀

FREEZER: Como todos os pães desta série, estes congelam lindamente. Basta colocar os pãezinhos frios em um saquinho ziploc!

Anúncios

Patê de Beterraba e Feijão Branco

English version

Patê de Beterraba e Feijão Branco

Procurando receitas de “coisas de passar no pão” que fossem diferentes do tradicional (e, se possível, veganas), acabei encontrando essa receita. Como já tinha feito um patê de feijão branco e outro de beterraba, não tive dúvidas: juntar os dois ia ser sucesso! 🙂

Além do visual bonitão, o que realmente me motivou a testar essa receita foi ver que ela pedia para assar as beterrabas – que, convenhamos, é a forma mais gostosa de comê-las! Depois que descobri isso, nunca mais tive coragem de só cozinhar em água e sal! Como achei a receita original um pouco suave, dei uma incrementadinha nos temperos.

Patê de Beterraba e Feijão Branco

Você vai precisar de:

1 lata de feijão branco – como eu não compro feijão enlatado, usei 1 ½ xícara de feijão branco cozido
2 beterrabas grandes
1 dente de alho – claro que eu usei mais do que isso: aqui foram 6 😀
2 colheres (sopa) de azeite
sal, pimenta-do-reino e páprica a gosto – usei páprica doce e páprica defumada

Corte as beterrabas em cubinhos – como a minha assadeira era razoavelmente grande, cortei mais algumas, para aproveitar o forno 😀

Tempere GENEROSAMENTE as beterrabas com azeite, sal, pimenta-do-reino e páprica, misturando bem para que todos os pedacinhos fiquem bem temperados. Coloque alguns dentes de alho sobre as beterrabas e leve para assar em forno preaquecido por uns 40 minutos, até que elas fiquem macias.

Quando elas saírem do forno, coloque no liquidificador as beterrabas, o feijão branco e uma ou duas colheres de água, só para ajudar a bater. Como o meu liquidificador faleceu #RIP e eu ainda não comprei outro, fui no mixer. Demorou, mas deu certo!

Aí é só levar para a geladeira e servir com torradinhas, batatinhas, etc 😀

Rolinho Primavera Vietnamita

English version

Rolinhos Primavera Vietnamitas

Um amigo tem um restaurante “portas fechadas” aqui em Punta, de inspiração asiática. Quando fui pela primeira vez, vi no cardápio a opção de rolinhos primavera e já pensei no tradicional, chinês e frito. Em vez disso, recebi umas trouxinhas de vegetais frescos e crus. Provei suspeitando de tudo, mas amei! Bem leve e fresquinho!

Para finalizarmos as Tertúlias de Verão, resolvi fazer essa receita. Ela não é difícil, mas dá um pouco de trabalho fazer vários rolinhos. Mas o resultado compensa muito – e eles duram alguns dias na geladeira, servindo como um lanchinho saudável no verão. Além disso, eles são muito versáteis: você pode rechear como quiser. Eu fiz uma versão vegana, mas você pode colocar camarões cozidos, por exemplo.

O papel de arroz para fazer esses rolinhos pode ser encontrado em lojas de produtos naturais/orientais. Aqui, encontrei na seção gluten-free do supermercado (a população celíaca no Uruguai é aparentemente grande: a seção gluten-free existia mesmo antes da modinha e várias empresas nacionais fazem produtos sem glúten).

As quantidades listadas são só uma sugestão. Ajuste conforme o seu gosto!

1 pacote de discos de papel de arroz

1 pepino cortado em tirinhas – idealmente, cortado em julienne, mas eu ainda não dominei esse corte…

1 cenoura cortada em tirinhas

1/3 de pimentão verde em tirinhas

1/3 de pimentão vermelho em tirinhas

1/3 de pimentão amarelo em tirinhas

1/2 cebola roxa, cortada em fatias finas

1 pacote de broto de feijão – broto de alfafa seria ainda mais legal, mas não achei no mercado! 😀

Folhas de menta

Folhas de alface

Molho

4 colheres (sopa) de shoyo – tradicionalmente, usa-se molho de peixe tailandês (comprado em lojas de produtos asiáticos), mas aí a receita deixa de ser vegana. Eu testei das duas formas e as duas ficam boas.

1 colher (sopa) de açúcar

suco de meio limão

2 alhos picadinhos

1 xícara de água.

Rolinhos Primavera Vietnamitas

Comece cortando toooooodos os vegetais em tirinhas.

Quando você tiver cortado tudo, monte sua estação de trabalho: os vegetais, o broto de bambu, a menta, os discos de papel de arroz, um prato fundo cheio de água para hidratar os discos, um pano de prato limpo e um prato para colocar os rolinhos prontos.

Coloque um disco de papel de arroz no prato com água e deixe hidratar por um minuto. Você vai ver que ele amolece bastante! Com cuidado, retire do prato e coloque sobre o pano, tentando deixar esticado. Nas primeiras vezes, talvez seja um pouco trabalhoso, mas logo você pega o jeito!

Coloque os ingredientes do recheio no centro do disco, tentando não encher muito. Dobre a parte de baixo do disco para cobrir o recheio, dobre os lados para dentro, formando um envelope e dobre a parte de cima, fechando o rolinho. Repita esse processo até acabar o recheio ou os disquinhos 😀

Misture os ingredientes do molho e sirva!

Agua Fresca de Melancia e Menta

English version

Agua Fresca

Para a terceira receita das Tertúlias de Verão, resolvi fazer a primeira bebida do blog! 🙂 Enquanto pesquisava “receitas de verão” no Pinterest, descobri a tal da “agua fresca”, uma bebida mexicana bem refrescante. Ela é um ponto intermediário entre o suco e a água saborizada… ou simplesmente “refresco”, como diria sua avó! 🙂

Dentre as várias opções de agua fresca, resolvi fazer esta do Epicurious, que tem um detalhe diferente: ela leva xarope de menta caseiro. Nunca tinha feito xarope em casa e fiquei surpresa com o quanto é fácil! E o mais legal: você pode usar o xarope para fazer  agua fresca de abacaxi, combina muito bem!

Para uma jarra grande de agua fresca, você vai precisar de:

5 xícaras de melancia sem semente – eu usei meia melancia média e julguei que seria mais ou menos cinco xícaras 😀  Para a versão de abacaxi, usei 2 xícaras de abacaxi picado.

1/4 de xícara de suco de limão

MUITO gelo (eu usei duas formas!)

Para o xarope de menta:

1/4 de xícara de folhinhas de menta fresca

1/4 de xícara de açúcar

1/4 de xícara de água

Agua Fresca

Em uma panelinha, coloque todos os ingredientes do xarope e leve ao fogo médio até ferver. Misture bem para dissolver o açúcar. Retire do fogo e deixe esfriar completamente.

Enquanto o xarope esfria, retire as sementes da melancia e corte em cubinhos. Quando terminei de cortar, vi um abacaxi dando sopa na bancada. Como eu tinha dobrado a receita do xarope, resolvi fazer “agua fresca de abacaxi”: o método foi exatamente o mesmo, só que usei mais ou menos duas xícaras de abacaxi picado.

Coloque no liquidificador a melancia, o suco de limão e o xarope de menta e bata bem.

Coe diretamente na jarra que for servir. Adicione duas xícaras de água, misture bem e complete com bastante gelo. Sirva bem gelada!

Freezer: Coloque a agua fresca em forminhas de picolé e deixe congelar – vai ser sucesso absoluto!

Salada de Cenoura, Grão-de-Bico e Tahine

English Version

Salada de Cenoura, Grão-de-Bico e Tahine

Sabe como é mudança, né? Você tem que fazer umas “limpas”, para não levar tranqueira para casa nova. Quando chegou a vez da geladeira, encontrei meia latinha de tahine dando sopa – sobra de uma receita de hommus, com certeza. Tinha grão-de-bico congelado, então o óbvio seria fazer hommus de novo… mas também tinha bastante cenoura, então lembrei de uma receita linda que tinha visto no smittenkitchen.

Essa foi, sem dúvida, uma das melhores saladas da minha vida! E olha, é uma refeição completa (quem disse que comida vegana não sustenta?). Fiz a receita inteira para o almoço – nós dois morremos de tanto comer e ainda sobrou um pouco!

Eu poderia passar horas falando sobre como o molhinho de tahine combina com a cenoura, sobre como o grão-de-bico quentinho e bem temperado dá aquela sensação de comfort food… mas vou me conter!

Pra ficar embasbacado, você vai precisar dos seguintes ingredientes:

Para o grão-de-bico:

1 lata de grão-de-bico escorrida – eu usei duas xícaras de grão-de-bico cozido

1 colher (sopa) de azeite

½ colher (chá) de cominho

½ colher (chá) de páprica – nem tava na receita original, mas eu sempre ponho, me deixem

½ colher (chá) de sal

Para a salada em si:

400 g de cenoura, ralada grossa

¼ de xícara de salsinha picada grosseiramente – ou seja, “um tanto”

¼ de xícara de pistaches, picados grosseiramente – não sou muito fã deles, então não usei.

Para o molhinho sucesso absoluto:

1 dente de alho médio, picado – eu usei mais. Eu sempre uso mais.

¼ de xícara de suco de limão

3 colheres (sopa) generosas de tahini – misture bem antes de medir

2 colheres (sopa) de água

2 colheres (sopa) de azeite

Sal e pimenta do reino.

Salada de Cenoura, Grão-de-Bico e Tahine

Comece preparando o grão-de-bico: misture bem o grão-de-bico com o azeite e os temperos, para cobrir todos. Coloque em uma assadeira grande, sem empilhar, e leve ao forno preaquecido por uns 20-30 minutos, até ficarem dourados e crocantes. Dê umas sacudidas na assadeira de vez em quando, para garantir que o grão-de-bico asse por igual.

Com um batedor de arame, misture todos os ingredientes do molho em uma tigela. Misture com a cenoura e a salsinha. Reserve.

Na hora de servir, misture os pistaches (se estiver usando) e o grão-de-bico. Coma e fique pensando seriamente na possibilidade de comer isso todos os dias da sua vida 😀

Salada de Pepino, Castanha de Caju e Gengibre

Salada de Pepino, Castanha de Caju e Gengibre

Tá, eu sei. Pepino é uma coisa muito sem graça. Ninguém AMA pepino, ninguém pensa “ai que vontade de comer um pepino agora”. Mas toda vez que eu vou ao sacolão e vejo pepinos, compro, quase no automático. Antes era para comer com hommus, mas agora acho que a culpa é dessa salada. Não consigo me lembrar COMO cheguei no blog da Manjula, uma senhorinha indiana que faz pratos bacaníssimos.

A primeira receita que fiz de lá foi justamente essa, que virou sucesso absoluto aqui em casa!

Como boa parte das saladas, esta receita é muito simples! Você vai precisar de:

2 pepinos cortados em meias-luas finas. Eu costumo descascar um pouco, porque acho a casca meio amarga, mas não tiro toda a casca.
Mais ou menos 50 g de castanha de caju – ela usa castanha em pó, mas eu prefiro a textura da castanha cortada em pedaços pequenos.
Algumas folhinhas de menta – eu não tinha, então não usei. Mas já fiz com menta e com hortelã, fica ótimo!

Para o molho:
1 colher (sopa) de azeite
suco de 1/2 limão
um pedaço de mais ou menos 0,5 cm de gengibre, ralado (não esqueça do gengibre, ele dá toda a graça da salada)
sal e pimenta do reino a gosto.
algumas folhinhas de erva-doce – eu não costumo usar, porque o Sky odeia, mas fica bem gostoso!

Salada de Pepino, Castanha de Caju e Gengibre

O preparo é veloz: misture os ingredientes do molho em uma tigelinha e bata bem com o garfo até incorporar. Reserve. Não misture o molho com os pepinos até a hora de servir, para evitar que o coitado do pepino murche e fique sem graça.

Na hora de servir, despeje o molho sobre o pepino e a menta e só então acrescente as castanhas de caju. PRONTO. Acabou.

Coma e fique pensando “nossa, mas não é que isso é gostoso mesmo?”.

Patê de Feijão Branco e Castanhas

Patê de Feijão Branco e Castanhas

Se hommus é o patê vegano basicão, este é o patê ostentação. Não é tão fácil quanto “bate tudo no liqui”, mas vale muito a pena sujar uma panelinha a mais…. 🙂

A receita veio da musa Papacapim – se você não conhece, está perdendo tempo!

Este patê pode ser servido com qualquer vegetal/pão/etc, mas com o pão australiano a coisa fica meio obscena de tão boa.

2 xícaras de feijão branco cozido (sem tempero e escorrido)
½ xícara de castanhas de caju (de molho por 6 horas)
4 colheres (sopa) de azeite
3 dentes de alho picados
1 galhinho de alecrim fresco (mais ou menos uns cinco centímetros. Já fiz com o seco. Fica bom, mas com o fresco fica melhor)
4 colheres (sopa) de suco de limão
¼ xícara de água
sal e pimenta do reino a gosto (eu coloco páprica e pimenta caiena também)

Patê de Feijão Branco e Castanhas

Seis horas antes de pensar em comer, coloque ½ xícara de castanhas de caju de molho. É só colocar em uma tigela e cobrir com água mesmo, nada sofisticado. Passadas as seis horas, escorra e reserve.

Em uma panelinha, aqueça o azeite. Antes que ele ferva, desligue o fogo, junte o ramo de alecrim e deixe descansar por 10 minutos, pra pegar gosto.

Patê de Feijão Branco e Castanhas

Passado este tempo, descarte o ramo de alecrim (se usar o seco, não precisa nem catar, porque ele é mais fraquinho), aqueça o azeite e frite o alho.

Coloque no liquidificador o feijão branco, as castanhas (já escorridas), o azeite, o suco de limão, a água e os temperos. Bata até que a mistura fique cremosa. Está tecnicamente pronto, mas vale a pena bater 30 segundos – fazer uma pausa, dar aquela misturadinha – bater mais 30 segundos, pra deixar mais aerado/cremoso/delicioso/perfeito.

Em tese, dura uma semana na geladeira. Na vida real, não vai durar além do almoço/jantar. #fatos

Pão Apressadinho

Pão Apressadinho

A maioria das receitas de pão leva quase três horas para ficar pronta. 10/15 minutos de preparo + 1 hora de descanso + 5/10 minutos para modelar (dependendo da sua frescura) + 1 hora de descanso de novo + 25/30 minutos de forno.

Então é meio óbvio que tive que testar uma receita, encontrada no Pinterest, que prometia pão pronto em uma hora! Fiz meio na dúvida, achando que não ia dar certo, mas me enganei redondamente. Depois de uma hora (5/10 minutos de preparo + 25 minutos de fermentação + 25/30 minutos de forno), estava comendo um pão gostoso!

É um pão simples, com os ingredientes básicos de todo pão, nada de inovador. É só gostoso. E fácil. E rápido.

Já virou a receita padrão aqui de casa!

Para dois pães grandões, ou quatro pães médios, você vai precisar de

5 xícaras de farinha
1 ½ colher (sopa) de fermento biológico SECO (tem que ser o seco. É ele que permite que a receita seja tão rápida!)
4 colheres (sopa) de açúcar
1 ½ colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de óleo
2 xícaras de água morna (lembra, né? 10 segundos sem queimar o dedo)

O passo-a-passo é muuuuuito besta! Sem segredo nenhum!Misture os ingredientes secos. Depois, acrescente os líquidos e dê uma misturada só para facilitar a sova.

Daí é sovar. Se for na mão, sove por uns 5 minutos. Na batedeira com batedor em formato de gancho, 1-2 minutinhos resolvem. A ideia é conseguir uma massa lisa.

ATENÇÃO: se você for fazer esta receita na batedeira, é bom saber que essa quantidade é meio que o máximo que elas aguentam. Bata em uma velocidade mais baixa que o normal pra não forçar a barra. É tão rapidinho que não tem estresse bater em velocidade baixa.

Neste momento, uma receita normal falaria em “descanse por uma hora”. Como o esquema aqui é veloz, essa etapa não existe. Assim que terminar de sovar, modele os pães como desejar. Eu fiz quatro bisnagas, porque achei que assaria melhor do que os dois pães giga que tinha feito quando testei a receita. Estava certa. 😀

Coloque-os em uma assadeira untada ou forrada com silpat. Cubra com um pano de prato #vó e deixe descansar por 25 minutos.

Durante os 25 minutos, você vai:
1. pré-aquecer o forno;
2. lavar a louça que você sujou;
3. Achar aquela faca afiada da sua casa.

Passados os 25 minutos, faça cortes de mais ou menos meio centímetro de profundidade nos pães (veja a foto). Antes eu achava que isso era frescura, mas depois descobri que isso permite que o pão cresça de forma uniforme no forno, alcançando o volume máximo, etc. Ou seja: faça.

Pão Apressadinho

Coloque o pão no forno quente e deixe assar por 25-30 minutos. O ponto é o de sempre: quando você der soquinhos no fundo do pão, ele vai fazer um som de oco. O meu forno não doura (mágoas), por isso o meu ficou meio branquelão. Da próxima vez, vou pincelar uma manteiguinha antes de levar ao forno….

Como a maioria dos pães, este também pode ser congelado. Basta esperar esfriar bem e colocar num saquinho ziploc!

Pão Integral de Aveia

Pão Integral de Aveia

Organizando meu “banco de receitas pra postar no TFF”, encontrei esta receita que fiz na outra casa, na outra cozinha, etc, e percebi que nunca tinha postado! 😮 😮 😮

Um verdadeiro absurdo, já que este pãozinho é super fácil, praticamente saudável e muito gostoso. Foi uma das primeiras receitas de pão que fiz – o que fica evidente pela tosquice das fotos – e vale muito a pena!!! 🙂

Encontrei a receita no Cantinho Vegetariano, um site que sai juntando receitas vegetarianas de outros blogs – sempre com os devidos créditos.

Para 11 pãezinhos, ou 12 se você souber dividir direito:

1/2 colher (chá) de fermento biológico instantâneo seco
1 xícara de água morna
1/3 de xícara de açúcar mascavo
1/3 de xícara de azeite de oliva
1 xícara de farinha de trigo integral
1 xícara de aveia em flocos
1 1/2 a 2 xícaras de farinha de trigo
1 colher (chá) rasa de sal

Como 99,9% dos pães, comece misturando o fermento, o açúcar e a água em uma tigela – lembre a água deve estar morna, ou seja, em uma temperatura que você consiga deixar seu dedo lá dentro por uns 10 segundos sem sofrer 😀

Quando o fermento espumar, junte os demais ingredientes e sove até obter uma massa que desgrude bem das mãos. Esse eu sovei na batedeira, mas nem precisa, porque é fácil de sovar. Eu costumo sovar em uma tigelona, pra não fazer sujeira na bancada! #preguiças

Forme uma bola com a massa e deixe crescer até dobrar de volume. Modele a massa como preferir. Nesse dia eu fiz pãezinhos, mas você pode só fazer um pãozão mesmo e pronto! 😀

Coloque em uma forma (eu coloquei num pirex untado, nos tempos pré-silpat!) e deixe crescer novamente.Asse até que o pão esteja dourado, ou o já tradicional “som oco ao bater no fundo”.

Sirva quentinho com uma manteiga, um requeijão, um não-sei-o-quê…. 😀

Pão Rústico de Batata

Pão Rústico de Batata

Logo que descobri que adorava fazer pão em casa, aprendi muito lendo o blog La Cucinetta! Este é outro pão dela. Eu confesso que o método original de preparo  me deu preguiça só de ler…. Daí resolvi fazer do meu jeito.

Se você não tem batedeira com batedor em formato de gancho, prepare o muque, porque o começo da sova é difícil. Mas funciona e vale a pena! 🙂

1 ½ colher (chá) de fermento biológico seco
½ xícara de água morna – se for a água do cozimento das batatas, melhor.
500 g de batatas cozidas e amassadas (ou purê de batata que sobrou de ontem e tá lá feiosão na geladeira)
1 colher (sopa) de sal (ou 2 colheres (chá), se estiver usando purê)
3 xícaras de farinha de trigo.

Na tigela da batedeira, junte a água morna e o fermento e deixe espumar. Quando ele espumar, acrescente os demais ingredientes e leve para sovar com o batedor em formato de gancho ou com o muque.

No começo é difícil até para a batedeira potente. Você tem que dar uma forcinha, empurrando um pouquinho com uma espátula de silicone até que o trem pegue no tranco!! 😀 Não se assuste. No começo vai ser meio seco e pesadão, mas a coisa melhora à medida em que a batata vai se incorporando.

Quando você tiver uma massa lisa e elástica, pare de sovar, leve para uma tigela e deixe crescer até quase dobrar de volume.

Modele o pão como desejar e deixe crescer novamente. Aí é só assar em forno preaquecido! Como quase todos os pães, ele estará pronto quando você ouvir um som oco ao dar soquinhos na parte de baixo.

Este pão pode ser congelado por até três meses. É só assar, deixar esfriar bem e colocar em saquinhos tipo ziploc.